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Pesquisa do MTur aponta otimismo entre empresários do setor hoteleiro

Intenção de investir em estabelecimentos no segundo semestre é 21,1% superior à registrada no mesmo período do ano passado.

Uma pesquisa realizada pelo Ministério do Turismo com empresários de hotéis do país revela confiança quando o assunto é investir e criar empregos no setor. Isso porque dois em cada três deles (65,9%) planejam melhorias em seus estabelecimentos no segundo semestre de 2019. A intenção é 21,1% maior do que a verificada quanto ao mesmo período do ano passado, quando 54,4% se posicionaram positivamente.

A perspectiva também é positiva para a contratação de profissionais: 22,7% dos empreendedores afirmam que pretendem empregar novos funcionários até o final do ano, já que 39,8% deles acreditam que haverá aumento na demanda por serviços ofertados. Além disso, o estudo aponta que 42,8% dos empresários esperam alta de faturamento dos negócios no período.

Em agenda na Rússia, durante a 23ª Assembleia Geral da Organização Mundial do Turismo (OMT), o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, comemorou os indicadores que demonstram otimismo do setor hoteleiro em investir no turismo brasileiro, principalmente com a geração de emprego ao país. O titular da Pasta reforçou ainda a importância de pesquisas como essa para mensurar os resultados das políticas públicas que vem sendo desenvolvidas nestes oito meses de gestão.

“O segmento de hospedagem é de extrema relevância para o turismo e, por isso, funciona como um termômetro para medir o desempenho do setor como um todo. Os resultados demonstram uma perspectiva otimista para os meses seguintes e fundamental aos próximos passos. Sinal de que estamos no caminho certo. O aumento da geração de empregos no turismo já é realidade comprovada. O turismo no centro da agenda econômica proporciona isso”, ressaltou o ministro.

Esta é a segunda etapa da Sondagem Empresarial do Setor Hoteleiro no Brasil, promovida pela Diretoria de Estudos Econômicos e Pesquisas do MTur. São consultadas empresas de hospedagem de todos os portes, entre hotéis, pousadas, resorts e acampamentos turísticos. O objetivo é apurar as perspectivas quanto ao desempenho dos estabelecimentos e dos destinos onde eles se localizam.

A pesquisa foi realizada pela Subsecretaria de Inovação e Gestão do Conhecimento do Ministério do Turismo por meio de questionário eletrônico. Ao todo, 1.173 empresários do setor hoteleiro, de todas as Unidades Federativas do Brasil, responderam às perguntas em todo o mês de Julho de 2019. Foram questionadas informações econômicas tanto do estabelecimento quanto do destino, referente ao 2º trimestre de 2019 comparado ao mesmo período de 2018, além das perspectivas para os próximos seis meses. A pesquisa teve apoio das secretarias e órgãos estaduais de Turismo e entidades representativas do ramo hoteleiro. Clique aqui para conferir o estudo na íntegra.  

HOTELARIA EM ALTA – Recentemente, dados da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis da Bahia (ABIH-BA) revelaram que Salvador (BA) teve em agosto o melhor índice de ocupação hoteleira dos últimos 8 anos, com 62,29% dos quartos reservados por visitantes. Outro dado positivo do turismo vem do Ceará: no primeiro semestre deste ano, o estado, cenário de um dos mais belos litorais do país, recebeu 129,4 mil turistas estrangeiros, um crescimento de 99% na comparação com o mesmo período de 2018.

Fonte: Ministério do Turismo

Pesquisa da Fecomércio SC traça perfil e impacto do turismo de inverno na Serra de SC

 

A combinação de clima, belezas naturais, hospitalidade e boa gastronomia faz da Serra catarinense um destino turístico bastante procurado no inverno, com muito potencial e oportunidades a serem exploradas pelos empresários e setor público, conforme aponta a pesquisa da Fecomércio SC, divulgada nesta sexta-feira (21), na véspera do fim da estação.

Leia a pesquisa na íntegra

A parcela de visitantes que citou o ecoturismo, turismo de aventura e o turismo gastronômico como motivo para a visita mais do que triplicou: chegou a 24,3% neste ano, diante do resultado tímido em 2017 (7,5%). Só o ecoturismo evoluiu de 3,4% para 10,8%. Embora o inverno seja o carro-chefe (52,1%), os dados sinalizam para a importância da dessazonalização do turismo na Serra, ou seja, não concentrar em apenas uma estação.

descentralização dos destinos também foi diagnosticada na pesquisa. Espontaneamente, os visitantes apontaram 60 pontos turísticos diferentes, 47,5% em Urubici, com destaque para a Cachoeira do Avencal, a Serra do Corvo Branco e a Cascata Véu de Noiva.

“O trade catarinense tem trabalhado estas duas frentes para que o turista e o próprio catarinense, que fomenta o turismo interno, possa desfrutar diferentes destinos no Estado e em todas as estações”, afirma o presidente da Fecomércio SC, Bruno Breithaupt. Segundo ele, apesar da paralisação dos caminhoneiros ter impactado diretamente no caixa dos empresários neste ano, com queda de 5,7% no faturamento, a alta de 10,5% em relação aos demais meses reforça a importância da qualificação do destino.

Inteligência de mercado

A pesquisa foi realizada com 514 visitantes e 273 empresários ou gestores dos estabelecimentos no mês de julho, em 12 cidades da região: Bocaina do Sul, Bom Jardim da Serra, Bom Retiro, Campo Belo do Sul, Correia Pinto, Lages, Painel, Rio Rufino, São Joaquim, São José do Cerrito, Urubici e Urupema.

Desde 2011, a Federação mapeia o perfil do visitante e as percepções dos empresários do setor terciário sobre o impacto nos negócios, gerando insights e informações relevantes para a tomada de decisão. Nos últimos dois anos, a entidade encorpou as pesquisas de turismo com a utilização do protocolo Tourqual, que retrata a avaliação da qualidade dos atrativos turísticos a partir das categorias: Acesso, Ambiente, Elemento Humano, Segurança, Qualidade Técnica e Experiência.

Indicadores analisados

Turistas

  • Perfil socioeconômico
  • Origem do visitante
  • Meio de transporte utilizado
  • Opção de hospedagem
  • Tempo de permanência
  • Gasto médio por setor
  • Motivação da viagem
  • Pontos turísticos mais visitados
  • Avaliação da qualidade de serviço em atrativos turísticos (Tourqual®)

Empresários

  • Índice de contratação de temporários
  • Avaliação do movimento
  • Ticket médio
  • Formas de pagamento
  • Variação do faturamento
  • Taxa de ocupação de leitos

Fonte: Fecomércio 

Brasil está entre os destinos preferidos dos russos após a Copa

 

País fica em segundo lugar em pesquisa do site Skyscanner sobre quais países os turistas russos querem visitar depois do contato com torcedores durante o mundial

A Campanha Happy By Nature (Felizes Por Natureza) que a Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) realizou na Rússia, durante a Copa do Mundo, e que levou a alegria e hospitalidade do povo brasileiro como atrativo turístico continua dando resultados. Segundo pesquisa realizada na Rússia pelo site Skyscanner, o Brasil ficou na segunda colocação entre os países que os turistas russos desejam visitar após terem tido contato com a torcida durante o torneio.

O Brasil, de acordo com a pesquisa online do site especializado em busca de passagens aéreas, hotéis e aluguel de carros, ficou atrás apenas da Islândia, uma das sensações da Copa e à frente de países como México, Austrália e Peru. O resultado da pesquisa reforça o interesse dos russos pelo Brasil como destino turístico, pelo povo brasileiro e ratifica a escolha do tema da campanha.

“Nosso povo é acolhedor e bem humorado. O brasileiro é sim um atrativo turístico. Em um país com tamanha variedade de produtos turísticos, esse resultado da pesquisa é uma demonstração da força que a energia e a simpatia brasileira têm ao redor do planeta”, afirma a presidente da Embratur, Teté Bezerra.

Um dos motivos para escolha do tema da campanha Felizes Por Natureza foi o resultado de outra pesquisa, realizada após as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016. Após o megaevento, 98% dos turistas estrangeiros que visitaram o Brasil elencaram a hospitalidade do brasileiro como diferencial. Esse dado foi um dos balizadores para a definição da estratégia da campanha da Embratur.

O retorno de mídia da campanha é considerado expressivo. A campanha durou 40 dias e teve alcance de 304 milhões de pessoas, contabilizando os impactos gerados nas ruas, com as publicações da imprensa internacional e também com o engajamento nas redes sociais. Somente na imprensa internacional, o público estimado é de 200 milhões, com mais de 50 matérias publicadas em veículos nacionais e internacionais. Nas mídias sociais, são 104 milhões de impressões das publicações. Mais de 2,8 milhões de engajamentos nas postagens, como curtidas, reações e comentários. Além disso, houve um alcance aproximado de 3 milhões via influenciadores digitais.

MERCADO RUSSO

A Rússia é um mercado considerado estratégico para a Embratur. Desde setembro do ano passado, a Embratur realiza ações e reuniões in loco, ao estabelecer um escritório em Moscou. São 23 milhões de russos que viajaram pelo mundo no ano passado e gastaram US$ 27 bilhões, mas apenas 27 mil visitaram o Brasil.

 

Fonte: Embratur

Otimismo no setor de hospedagem no 2º semestre

Otimismo no setor de hospedagem no 2º semestre

 

Otimismo no setor de hospedagem no 2º semestre

O setor de hospedagem brasileiro deve iniciar recuperação neste segundo semestre de 2018. Essa é a expectativa do mercado, segundo uma pesquisa divulgada pelo Ministério do Turismo. Realizado em abril, o levantamento contou com a participação da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), de secretarias e órgãos estaduais de Turismo e de entidades representativas do setor.

De acordo com a pesquisa, 64,2% dos empreendimentos hoteleiros de todo o país declararam possibilidade de realizar investimentos nos próximos seis meses.

Outros dados demonstram o otimismo no setor da perspectiva dos estabelecimentos em relação aos destinos turísticos até o fim do ano: 30,9% apostam no aumento da rentabilidade do setor de turismo; 37,9% acreditam no crescimento da demanda pelo destino onde seus hotéis estão localizados e 32,2% acham que aumentarão os gastos dos turistas nas cidades que visitam.

Também para os próximos seis meses são esperados aumento de 40,9% no faturamento de empresas, crescimento de 17,1% no número de empregados e ainda ampliação de 39,7% na demanda de serviços ofertados.

A Pesquisa de Sondagem – Empresários do Setor Hoteleiro no Brasil ouviu 664 empreendimentos de todos os portes, dos quais 19% com mais de 100 quartos, para compreender as perspectivas dos empresários em relação ao desempenho de seus estabelecimentos e dos destinos onde estão inseridos. O levantamento avaliou questões como número de empregos, rentabilidade do setor de turismo, faturamento, demanda de serviços ofertados, demanda pelo destino, e gastos do turista no destino.

 

Fonte: FBH

Pesquisa traça perfil do viajante que utiliza via aérea para visitar Santa Catarina

O PERFÍL

Eles são paulistas, com idade entre 30 e 39 anos, permaneceram em torno de oito dias no destino e tiveram um gasto médio de R$ 372 por dia. Estes são alguns dos números que ajudam a traçar o perfil do viajante que visitou Santa Catarina de dezembro a fevereiro e que pernoitaram pelo menos uma noite no estado. A pesquisa, contratada pela Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte (SOL) e SANTUR, foi realizada na sala de embarque do Aeroporto Internacional Hercílio Luz, em Florianópolis, a partir da entrevista com 500 visitantes.

Coleta de Dados

Os dados foram apresentados ao Conselho Estadual de Turismo pela equipe do Observatório de Turismo da SOL nesta terça-feira, 8, na reunião realizada na sede da Secretaria, na Capital. “Embora seja a primeira pesquisa e não temos ainda uma série histórica, estes indicadores já nos auxiliam conhecer quem é o nosso visitante e a focar no que pode ser melhorado”, destaca o secretário Tufi Michreff Neto.

Além de uma ferramenta útil para o planejamento de ações voltadas ao recebimento desse turista, o estudo traz informações estratégicas para trabalhar o posicionamento de Santa Catarina como destino para esse público. “Esse disgnóstico é crucial para qualificar os serviços ofertados, para que esse turista não apenas retorne, mas divulgue a experiência”, acrescenta a analista de turismo da SOL, Luana Emmendoerfer. Dos entrevistados, 88,6% são brasileiros e 11,4% estrangeiros. Do público brasileiro, 61,6% são da região Sudeste do país, sendo que um terço é paulistano.

Quanto a faixa etária, 28,4% dos visitantes tem entre 30 e 39 anos, tanto para homens como para mulheres e 17,8% entre 40 e 49 anos, totalizando 46,2% dos entrevistados. O nível de escolaridade compreendeu 46,2% com superior completo e 21,4% com pós-graduação, mestrado e/ou doutorado. Com relação à renda mensal, a média individual ficou em R$ 6,8 mil. Já a renda mensal familiar foi de R$ 9,8 mil em média, e as maiores parcelas ficaram entre 5,1 a 10 salários mínimos para 27,6% dos entrevistados e 10,1 a 20 salários mínimos para 21,6%, totalizando 49,2%. A média de dependentes dessa renda familiar foi de duas pessoas.  Com relação ao grupo da viagem, 35,2% viajaram em família e 30% sozinhos. Para os entrevistados, o que mais atrai em Santa Catarina são: sol e praia (71,2 %); natureza, ecoturismo e aventura (34,6%); e cultura (29,4%), sendo que, dentre as opções, 25,2% foram visita familiar, gastronomia e visita a amigos.

O tempo médio de permanência no destino foi de oito dias. Quanto ao meio de hospedagem, 56% dos visitantes ficaram em hotel ou pousada, 25,8% hospedaram-se em casas de amigos ou parentes e 12,2% preferiram imóvel alugado. Do grupo entrevistado, 34% estava visitando pela primeira vez o estado, mas 66% afirmou que já havia visitado Santa Catarina de três a quatro vezes. Durante essa viagem, 11,6% se hospedou na região do Vale do Itajaí e 80,4% na Grande Florianópolis, sendo que 73,2% na Capital. Com relação aos itens melhor avaliados, o destaque foi o acolhimento da população, com 51,4%, seguido por alojamento/hospedagem, com 37,8% e limpeza pública, com 26,8%. Para 64,2% dos entrevistados, a segurança pública teve conceito “bom”, assim como o segmento resturantes/gastronomia (55,4%) e diversões noturnas (37,6%). Foram avaliados com o conceito “ruim” o aeroporto (23,6%), a mobilidade (13,8%) e o preço dos serviços (9,6%).

 

Fonte: Turismo Online

Leia também:Taxa de Ocupação Hoteleira 2018

Ministério do turismo fará pesquisa com hotéis para formular soluções ao setor

 

Ainda nesta primeira semana de abril, o Ministério do Turismo irá iniciar uma pesquisa com os responsáveis pelos meios de hospedagem para identificar a percepção dos empresários desta parcela da indústria no País. O intuito é entender o segmento turístico para a formulação da políticas públicas voltadas para o setor, a partir da concepção das empesas sobre o desempenho da economia do turismo.

Os meios de hospedagem cadastrados junto à pasta receberão, por e-mail um questionário desenvolvido pela DEPES – Diretoria de Estudos Econômicos e Pesquisas-, responsável pelo estudo. Batizada de Sondagem Empresarial, a pesquisa será realizada a cada três meses e aborda aspectos relacionados ao desempenho das empresas e dos destinos turísticos em que estão inseridas.

O Ministro do Turismo, Marx Beltrão declarou que o objetivo dessa pesquisa é ampliar os conhecimentos do ministério em relação ao desempenho das empresas e a importância do turismo para o setor econômico brasileiro. “O resultado será de extrema relevância para a formulação de políticas para o desenvolvimento e fortalecimento do turismo no nosso País”, explicou.

A ideia é expandir esse levantamento para os demais segmentos do turismo e possibilitar que os resultados obtidos sirvam para orientar, além do setor público, as próprias empresas que têm no turismo sua fonte de renda. Todas as informações coletadas são confidenciais e, portanto, não haverá divulgação das respostas individuais dos empreendimentos. Em caso de dúvidas, entre em contato com o Depes no e-mail pesquisa@turismo.gov.br

 

Fonte: Revista Hotéis

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