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Empresários de turismo e eventos preveem crescimento com a retomada das atividades em SC

Em 2019, a economia brasileira e a catarinense avançavam a passos largos. O PIB (Produto Interno Bruto) fechou o ano com 1,1% de crescimento em relação a 2018 no país. Santa Catarina alcançou um PIB de R$ 323,26 bilhões em 2019, o sexto maior valor no Brasil. A variação em volume foi de 3,8%, representando o terceiro maior crescimento entre todos os Estados.Em março de 2020,  a pandemia de Covid-19 pegou a todos de surpresa. Com a ameaça e os riscos de exposição ao coronavírus, a economia, que crescia de forma significativa no Estado, parou – Foto: Anderson Coelho/Arquivo/NDEm março de 2020,  a pandemia de Covid-19 pegou a todos de surpresa. Com a ameaça e os riscos de exposição ao coronavírus, a economia, que crescia de forma significativa no Estado, parou – Foto: Anderson Coelho/Arquivo/ND

Com praias de tirar o fôlego, paisagens exuberantes e as mais variadas opções para os diferentes setores turísticos, como o de aventura, religioso, de eventos, corporativo, entre outros, a expectativa era de um salto no desenvolvimento econômico crescente nos anos seguintes.

Em março de 2020, no entanto, a pandemia de Covid-19 pegou a todos de surpresa. Com a ameaça e os riscos de exposição ao coronavírus, tudo parou. Os eventos foram paralisados por decreto estadual, o turismo também. Repentinamente, os planos, tão seguros quanto a atividade era considerada pelos visitantes no Estado, viraram incertezas e prejuízos enormes a serem contornados.

Os desafios impostos pela chegada do novo vírus mudaram, então, as relações pessoais, profissionais e transformaram os negócios em todos os segmentos econômicos nacionais e mundiais. Nos micro e pequenos negócios, esse impacto foi sentido de forma ainda mais acentuada, especialmente para quem dependia justamente dos encontros, reuniões presenciais para atuar.

“Foi um período muito difícil, principalmente no início da pandemia, quando houve o lockdown. Os hotéis foram muito afetados, porque ao contrário das lojas, do comércio, que tiveram uma saída e viram um salto gigantesco no ecommerce, a hotelaria necessita que o hóspede esteja dentro da nossa casa. Então, muitas vezes, chegou a ser desesperador. Nós, empresários do setor, conversávamos por grupos e nos encontrávamos sem reação, sem saber pra onde correr. Mais tarde as coisas se acalmaram e alguns segmentos tiveram uma reação mais rápida, como os hotéis fazenda, por exemplo, que foram muito procurados como um refúgio, como ambientes de isolamento. Depois os hotéis de praia também tiveram um retorno nesse sentido e proporcionar um alivio, principalmente para as crianças, que não aguentavam mais ficar em casa. Quem enfrentou e ainda enfrenta mais dificuldades é o turismo de negócios”, explica Rui Schürmann, diretor presidente da ABIH-SC (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Santa Catarina).Setor hoteleiro foi um dos mais afetados pela pandemia e agora espera recuperar perdas na temporada, explica Rui Schürmann, diretor presidente da ABIH-SC (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Santa Catarina) – Foto: Reprodução/NDTVSetor hoteleiro foi um dos mais afetados pela pandemia e agora espera recuperar perdas na temporada, explica Rui Schürmann, diretor presidente da ABIH-SC (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Santa Catarina) – Foto: Reprodução/NDTV

Schürmann ressalta que alguns hotéis chegaram a demitir 80% do seu quadro. “Isso é muito triste, pois muitos estabelecimentos têm uma relação muito forte, de 20, 30 anos com seus funcionários, são praticamente da família”, afirma.

O dirigente conta que, aos poucos, com o avanço na vacinação, as atividades passaram a ser retomadas e que o momento agora é de esperança e muita expectativa para os próximos meses.

“Tivemos que tomar medidas mais fortes no início, para poder retomar as atividades depois. Quem não demitiu, não tomou providências rapidamente, ficou esperando a economia se recuperar em dois, três meses, fechou as portas, quebrou. Agora, felizmente, com o avanço na vacinação, o quadro é outro, há uma tranquilidade, com as UTIs (unidades de terapia intensiva) e equipes de saúde mais liberadas, e a expectativa é de uma forte temporada. Teremos um ótimo verão pela frente. Os feriados, que tiveram uma forte ocupação, já foram uma amostra, o último foi muito bom”, comenta.

Preparação para a temporada

No Hotel Faial, de Florianópolis, 2020 também foi um período de muitas dificuldades e o ano de 2021 foi um período de superações e expectativas positivas para o futuro. Adriano Palma Silva, CEO do Hotel Faial, conta que o empreendimento tinha 72 funcionários em março de 2020. “Com o fechamento das atividades, logo no início da pandemia, fizemos várias demissões e chegamos a ficar com dez trabalhadores. Chegamos a retomar as contratações, mas então tivemos um lockdown e paralisamos tudo novamente. Agora vivemos um período de esperança com essa nova procura registrada para a temporada, que deverá ser histórica na cidade”, explica.Hotel Faial, em Florianópolis, se preparou para uma temporada acima da média nesse verão – Foto: Reprodução/NDTVHotel Faial, em Florianópolis, se preparou para uma temporada acima da média nesse verão – Foto: Reprodução/NDTV

Silva reforça que o hotel está preparado para a temporada desse ano. “A equipe está completa para o verão, estamos preparados para uma temporada como foi a de 2019, que foi muito boa, para cima. A procura está cerca de 30 a 40% maior que antes, então, com o alto percentual de vacinação na Capital, por exemplo, a previsão é de que tenhamos um verão acima da média”, afirma.

Retomada no setor de entretenimento

Outro segmento duramente atingido pela pandemia foi o de entretenimento.  Logo no primeiro mês de pandemia, em abril de 2020, uma pesquisa realizada pelo Sebrae, em parceria com a Abeoc (Associação Brasileira de Empresas de Eventos) e a Ubrafe (União dos Promotores de Feiras), mostrou que 98% das empresas de eventos foram impactadas pelas restrições sociais e sanitárias. O faturamento de algumas delas, aponta o levantamento, diminuiu em até 100% em relação a abril de 2019.

Grande parte destas empresas ainda não se recuperou ou fechou as portas. Quem conseguiu manter as operações teve que se reiventar, diz Romeu Pompilio, vice-presidente da Anpe (Associação dos Produtores de Entretenimento).

“O primeiro setor que parou foi o entretenimento. Fizemos vários apelos para o governo pedindo para que a atividade retornasse de maneira segura e as coisas foram ocorrendo gradativamente. Mas o fato é que, com o lockdown, tivemos que parar, isso aumentou o desemprego, o empresário ficou na incerteza, sem saber quando as atividades seriam retomadas. Infelizmente, hoje, quase 40% dos empreendedores que tinham bares e casas noturnas não vão retornar porque quebraram. Isso impacta num dano muito grande para o empresário e toda a cadeia no Estado”, avalia.Profissionais e empresários do setor de eventos também estão otimistas com retorno das atividades – Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom/ Divulgação/NDProfissionais e empresários do setor de eventos também estão otimistas com retorno das atividades – Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom/ Divulgação/ND

O avanço na vacinação, no entanto, mudou todo esse quadro e as perspectivas são de incremento na área, especialmente a partir de janeiro, antecipa Pompilio.

“Agora enxergamos um cenário muito melhor já em janeiro. Com a maioria da população em Florianópolis e no Estado já completamente imunizada, acreditamos que essa é a hora do setor ter as atividades liberadas e retomarmos o crescimento. Agora vivemos uma euforia por parte dos empresários, que estão planejando eventos de fim de ano, Carnaval, que querem voltar a trabalhar, isso aquece o setor e a economia do município, do estado e do país. Por isso, fazemos um apelo para que todos se vacinem e tomem as doses de reforço, para que o cenário melhore para todos, cada vez mais”, finaliza o dirigente.

Crédito para impulsionar as micro e pequenas empresas

Muitos dos empresários destes segmentos atingidos em cheio pela pandemia encontraram uma saída para se manter de portas abertas nas linhas de crédito. Em Santa Catarina, desde julho agosto deste ano, o programa SC Mais Renda Empresarial oferece operações de crédito para micro e pequenos empreendedores e MEIS (microempreendedores individuais).

Criado justamente para atender empresários afetados pela pandemia de Covid-19, o programa oferece linhas de crédito para os micro e pequenos empresários de até R$ 100 mil com juros subsidiados integralmente pelo Governo do Estado para aqueles que estiverem adimplentes, com carência de até 12 meses e 36 meses para amortização.

Para os MEIs, o valor para financiamento é de até R$ 10 mil, tendo 6 meses de carência e 12 meses de amortização. Os empréstimos são viabilizados pelo BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul) e pelo Badesc – Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina -, com o apoio de cooperativas de crédito conveniadas.Marcelo Haendchen Dutra, vice-presidente e diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito do BRDE destaca que a iniciativa é inédita no Estado Foto: Reprodução/NDTVMarcelo Haendchen Dutra, vice-presidente e diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito do BRDE destaca que a iniciativa é inédita no Estado Foto: Reprodução/NDTV

Segundo Marcelo Haendchen Dutra, vice-presidente e diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito do BRDE, a iniciativa é inédita no Estado.

“O programa concede um grande diferencial de o empresário poder receber um recurso, num período difícil, quando talvez nem faturamento ele tivesse, e poder pagar mais adiante. O micro e pequeno empreendedor vai ficar um ano praticamente sem efetuar pagamentos e somente depois deste período ele vai devolver esse montante, ao longo dos três anos subsequentes, no exato valor que ele pegou emprestado. Na prática é juro zero! Este subsídio concedido pelo Governo do Estado, através da sensibilidade do governador Carlos Moisés, é uma conquista importante para os setores mais atingidos pela pandemia.”, explica.

Mais de R$ 200 milhões financiados

O diretor financeiro do BRDE, Eduardo Pinho Moreira, acrescenta que a iniciativa foi idealizada como um plano de governo. “Esse programa tem um grande alcance social. Santa Catarina, assim como o mundo todo, também sofreu as consequências da Covid-19, isso trouxe uma instabilidade econômica e financeira para essas micro e pequenas empresas e para os microempreendedores individuais. E o governo de Santa Catarina, sensível a essa questão, buscou junto aos seus parceiros, O BRDE e o Badesc, a condição de atendermos esses empresários e essas pessoas atingidas fortemente”, ressalta.

Até o momento, de acordo com Pinho Moreira, já foram financiados mais de R$ 200 milhões e firmados mais de 3.560 contratos para micro e pequenos empresários e MEIs. “Por isso registramos uma procura imensa pela iniciativa, por meio das cooperativas de crédito parceiras, mais de 70% do território catarinense foi atendido por esse grande programa social de geração de empregos”, reforça.O diretor financeiro do BRDE, Eduardo Pinho Moreira, ressalta o grande alcance social da iniciativa e diz que a ação  foi idealizada como um plano de governo -Foto: Reprodução/NDTVO diretor financeiro do BRDE, Eduardo Pinho Moreira, ressalta o grande alcance social da iniciativa e diz que a ação  foi idealizada como um plano de governo -Foto: Reprodução/NDTV

Podem solicitar o empréstimo MPEs, até o dia 31 de dezembro deste ano, MPEs com faturamento bruto de até R$ 4,8 milhões por ano e é necessário que a atividade principal ou secundária seja nos setores de turismo, bares, restaurantes, eventos, educação, transportes, salões de beleza e estética, comércio varejista e atacadista, atividades de contabilidade, artigos de vestuário e confecções de vestuário.

Além do pagamento das parcelas em dia para ter direito aos juros subsidiados, os micro e pequenos empreendedores beneficiados devem manter quadro de funcionários compatível com a realização da sua atividade econômica, mantendo, no mínimo, o mesmo quadro de funcionários pelo período da carência concedida.

Além da geração de renda e desenvolvimento dos negócios, desde o início do programa, o SC Mais Renda Empresarial ajudou a manter mais de 12,5 mil empregos em diversos setores da economia do Estado.

Fonte: ND+

Retomada d turismo

Governo federal lança a Retomada do Turismo

Liderada pelo Ministério do Turismo, iniciativa promove o retorno seguro e gradual do turismo em parceria com instituições públicas, privadas e terceiro setor.

O governo federal lançou, nesta terça-feira (10.11), a Retomada do Turismo, aliança nacional que, com segurança e responsabilidade, busca acelerar a recuperação do setor e reduzir o impacto socioeconômico da Covid-19 após a paralisação das atividades. Em cerimônia no Palácio do Planalto, o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, lançou ainda a campanha “Viaje com responsabilidade e redescubra o Brasil”.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, ao citar os impactos da pandemia no setor, destacou o empenho do governo federal em socorrer a cadeia produtiva que atua no segmento. “A economia é vital. Quando se destrói um setor todos sofrem. Temos que buscar mudanças. Temos como mudar o destino do Brasil”, declarou o presidente.

Liderada pelo Ministério do Turismo, a Retomada do Turismo é uma aliança do setor que reúne esforços dos setores público e privado, terceiro setor e Sistema S para que o turismo retome plenamente as atividades de maneira gradual e planejada, voltando a gerar emprego e renda no país.

“Nós podemos afirmar que o turismo brasileiro está preparado para recebê-lo. Procure os estabelecimentos que contenham o Selo Turismo Responsável. São mais de 23 mil estabelecimentos em todo o Brasil obedecendo os protocolos de biossegurança e demonstrando que se preocupam verdadeiramente com a saúde do turista e com o desenvolvimento econômico do país”, destacou o ministro do Turismo ao se dirigir aos turistas brasileiros.

O presidente da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (CLIA Brasil), Marco Ferraz, em nome do trade turístico, agradeceu o apoio do governo federal e a liderança para a retomada das atividades. “Agradeço as medidas tomadas que nos ajudaram em um momento tão difícil. Hoje vamos assinar um documento feito a muitas mãos e tentamos retomar o nosso turismo. Já vemos aviões voando e hotéis cheios em finais de semana. Temos um caminho grande a ser percorrido”, destacou.

Durante a cerimônia, o ministro Marcelo Álvaro Antônio assinou portaria ministerial que institui os eixos de atuação e os parâmetros para o desenvolvimento de programas, projetos e ações para a Retomada do Turismo.

REPRESENTATIVIDADE – O setor de turismo responde por cerca de 8,1% do PIB e emprega cerca de 7 milhões de pessoas direta e indiretamente no Brasil. As restrições impostas pela pandemia de Covid-19 fizeram com que milhares de brasileiros cancelassem suas viagens, colocando em risco a sobrevivência do setor e o emprego de quem tira da atividade o seu sustento.

No primeiro semestre de 2020, na comparação com o mesmo período do ano passado, a Receita Cambial Turística acumulou queda de 37,2%; o saldo entre contratações e demissões na economia do turismo foi negativo em 364.044 postos de trabalho formais; e o faturamento das atividades turísticas, medido pela Pesquisa Mensal de Serviços do IBGE, teve retração de 37,9%. Agora, o turismo brasileiro se organiza para viver sua retomada de maneira consistente e segura, contribuindo para a recuperação econômica do país.

RETOMADA DO TURISMO – A iniciativa reúne um conjunto de programas, projetos e ações que buscam resultados efetivos até 31 de julho do próximo ano. As ações são organizadas em quatro eixos: preservação de empresas e empregos no setor de turismo; melhoria da estrutura e da qualificação de destinos; implantação dos protocolos de biossegurança; e promoção e incentivo às viagens.

As ações vão desde o reforço na concessão de linhas de crédito para capitalizar empresas do setor e preservar empregos, até realização de obras de melhoria da infraestrutura dos destinos turísticos. Também estão previstas ações de qualificação dos trabalhadores e prestadores de serviços tanto na oferta de cursos para a adoção aos protocolos sanitários que garantam segurança para turistas e trabalhadores do segmento, quanto para melhoria de atendimento, considerando as tendências do mercado.

Para promover a Retomada do Turismo, a campanha “Viaje com responsabilidade e redescubra o Brasil” começa a ser veiculada em todo o país e conta com uma série de vídeos voltada à promoção dos destinos turísticos brasileiros. Serão veiculados materiais específicos de cada estado do país, além do Distrito Federal.

PARTICIPAÇÃO – A adesão à aliança Retomada do Turismo já conta com 32 entidades nacionais ligadas à cadeia produtiva do turismo (conheça AQUI todas elas). Dentro deste planejamento, cada instituição possui uma atribuição voltada para o retorno das atividades turísticas no país, apoiando, por exemplo, a promoção das campanhas lançadas pelo governo federal.

Entre as atividades desenvolvidas pelos órgãos públicos, entidades do terceiro setor e Sistema S estão incentivar a adoção do “Selo Turismo Responsável” e demais protocolos de biossegurança contra a Covid-19 pelos prestadores de serviços turísticos, turistas e comunidades receptoras, bem como difundir informações sobre linhas de crédito disponíveis, por meio do Fundo Geral do Turismo (Fungetur).

Já as empresas privadas, além de aderirem aos protocolos de biossegurança e aperfeiçoarem os seus produtos e serviços à realidade pós-pandemia, devem fornecer orientações aos turistas quanto ao cumprimento dos protocolos estabelecidos em seus estabelecimentos, incentivando a conduta responsável de cada cidadão.

As instituições públicas e privadas também devem incentivar as viagens pelo Brasil, em especial as viagens a lazer, de forma responsável e segura; definir medidas para a retomada do turismo de negócios e eventos, como feiras e congressos e convenções, que também já se prepara para retornar; e adotar medidas para melhor distribuição de turistas pelo país, priorizando o turismo em áreas naturais – visto que é uma tendência mundial no cenário pós-Covid-19.

Cabe registrar que todos os brasileiros podem participar deste movimento. Quem se prepara para viajar e aqueles moram em destinos turísticos podem, desde já, adotar condutas responsáveis e cumprir os protocolos de biossegurança, detalhados no Guia do Viajante Responsável, desenvolvido pelo Movimento Supera Turismo Brasil – que reúne entidades representativas do setor de viagens e turismo –, em parceria com o Ministério do Turismo. Clique AQUI e saiba mais sobre como você, sua empresa ou instituições pode participar.

AÇÕES JÁ REALIZADAS – Enquanto os turistas tiveram que dar uma pausa nas viagens, o Ministério do Turismo lançou um tripé de ações para proteger o setor. A primeira delas foi focada na manutenção dos postos de trabalho, por meio do pagamento de auxílio emergencial, da flexibilização da jornada de trabalho e suspensão temporária do contrato de trabalho (MP 936/2020). O governo também atuou em defesa dos direitos do consumidor e impedimento de falência em massa das empresas do setor do turismo (MP 948/2020), estabelecendo regras para cancelamento e remarcação de reservas tanto no turismo como na cultura. E, ainda, criou a campanha “Não cancele, remarque”, indicando o site consumidor.gov.br para conciliação.

Por fim, o Ministério do Turismo disponibilizou o crédito histórico para o setor na ordem de R$ 5 bilhões, com condições especiais, com foco no capital de giro das empresas (MP 963/2020). Estes recursos do Fungetur deram fôlego ao setor e garantiram o funcionamento das empresas neste período, preservando mais de 26 mil empregos.

Concluída a etapa de preservação do setor, o Ministério do Turismo iniciou um planejamento para a retomada das atividades turísticas no país. O Brasil foi um dos 10 primeiros países no mundo a estabelecer protocolos de biossegurança específicos para a volta em segurança de 15 atividades do setor, por meio do Selo Turismo Responsável, que já conta com mais de 23 mil adesões. Agora, a Retomada do Turismo é mais uma ação para apoiar o setor e permitir que os brasileiros redescubram o Brasil com segurança e responsabilidade.

Fonte:Mtur

Ministério do turismo

Turismo Responsável: 23 mil selos já foram emitidos

O Ministério do Turismo atingiu, nesta terça-feira (20.10), a marca de 23 mil selos “Turismo Responsável, Limpo e Seguro” emitidos a serviços turísticos em todo o país. São empreendimentos e atrativos que adotam medidas de proteção e segurança sanitária contra a Covid-19. A iniciativa busca auxiliar na retomada segura das atividades do setor tanto para turistas quanto para os trabalhadores.

“O selo Turismo Responsável é um passo importante para a retomada das atividades turísticas no país. Com ele, o turista se sentirá mais seguro durante a sua viagem. O sucesso de adesão a esta iniciativa comprova que estamos no caminho certo para promover destinos mais seguros em todo o país”, destacou o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

O selo está disponível para 15 atividades turísticas, como meios de hospedagem, parques temáticos, restaurantes, cafeterias, bares, centros de convenções, feiras, exposições, guias de turismo, dentre outros. Cada segmento possui um protocolo sanitário específico, elaborado em parceria com empresas e instituições ligadas ao setor (trade), a partir de diretrizes internacionais. Os documentos foram validados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Para conhecer os protocolos clique AQUI.

Os segmentos com maior número de solicitações do selo são: agências de turismo (7.106), meios de hospedagem (5.296), guias de turismo (3.190), transportadoras turísticas (2.988) e restaurantes, cafeterias, bares e similares (1.567). Já os estados que registraram a maior adesão à iniciativa são: São Paulo (4.558), Rio de Janeiro (3.411), Minas Gerais (2.055), Bahia (1.759) e Rio Grande do Sul (1.386). Veja a lista completa ao final da matéria.

ADESÃO – Para solicitar o selo, o interessado precisa, primeiro, estar com a situação regular no Cadastur, que é o cadastro de prestadores de serviços turísticos. O cadastro é rápido, gratuito e pode ser feito online, clicando AQUI. Na sequência, é preciso acessar o site do Selo Turismo Responsável, ler as orientações e declarar atender aos pré-requisitos determinados. Após estes passos, o interessado é encaminhado para uma área do site onde pode realizar o download do selo para impressão.

O selo deverá ser colado em local de fácil acesso ao cliente e conterá um QR Code pelo qual o turista poderá consultar as medidas adotadas por aquele empreendimento e/ou profissional. Além disso, possibilitará a realização de denúncias em caso de descumprimento, o que poderá resultar em revogação do selo.

Na página da iniciativa há ainda um conjunto de orientações para os turistas que, ao viajarem, também devem contribuir com ações de prevenção à Covid-19. Para saber mais, acesse AQUI.

Fonte: Mtur

Pesquisa da Santur com o trade avalia expectativas de retomada e impactos do coronavírus no Turismo em SC

Como uma das atividades econômicas mais importantes do estado, a retomada do turismo é esperada, por parte do empresariado catarinense, para o segundo semestre deste ano. É o que aponta a pesquisa da Agência de Desenvolvimento do Turismo (Santur), realizada no mês de abril com mais de 800 empresas e entidades de classe. De acordo com os dados levantados, 24% dos entrevistados acreditam quanto a uma retomada mais intensa das atividades do Turismo ainda em 2020, embora na opinião da maioria (52%) a recuperação dos negócios deve ocorrer com mais força só no próximo ano. 

++Acesse aqui a pesquisa completa da Santur, com o trade catarinense

A pesquisa, direcionada a empresários do setor em todas as regiões catarinenses, foi desenvolvida para mensurar os impactos da pandemia da Covid-19 no turismo, com informações colhidas entre 15 e 20 de abril de 2020. 

Para o presidente da Santur, Leandro Mané Ferrari, a relevância desse trabalho está justamente nos dados que irão auxiliar a Santur a nortear ações, de forma conjunta com o trade, para a retomada das atividades turísticas no estado.

– Teremos mais detalhes sobre os impactos causados pelo coronavírus no turismo. As respostas colhidas junto ao trade nos trazem informações para que possamos ser mais assertivos nas ações que estão sendo tomadas em conjunto com o Conselho Estadual de Turismo (CET) e com o trade das diferentes regiões de Santa Catarina – destacou Mane Ferrari.

Participaram do estudo, coordenado pela Diretoria de Estudos e Inovação/Santur com apoio da Rede Brasileira de Observatórios do Turismo, empresas de diferentes portes e segmentos. Por meio de um formulário eletrônico foram levantadas informações como tempo de atuação, volume de atendimento, preços praticados, número de funcionários e quais medidas as empresas vêm tomando para minimizar o impacto gerado pela pandemia.

+++ Para mais informações sobre a pesquisa acesse o painel de dados realizado pela equipe da diretoria de Estudos e Inovação da Santur ( https://cutt.ly/LyfxHmN )

Responderam o formulário 866 empresas com registro no Cadastur (Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos) e entidades de classe de diferentes segmentos, como meios de hospedagem, agências de viagens, alimentação, transporte, eventos e empreendimentos de lazer. Metade são microempresas e 23% são microempreendedores individuais (MEI).

Pelo tempo de atuação no mercado, 44% dos participantes têm mais de 10 anos, 27% têm entre 4 e 10 anos e 29% têm menos de três anos de existência. Maduras, consolidadas ou recentes, a maioria sofreu algum impacto com as medidas de isolamento necessárias para diminuir a velocidade de contágio do coronavírus. 

Com a redução de atividades em virtude da pandemia, 35% declararam ter capital de giro suficiente para se sustentar por até dois meses, 31% pelo prazo de um mês e 21%, até quatro meses. Apenas 1% dos participantes avaliaram que a pandemia não impactou o negócio.

Entre outras questões analisadas, o estudo também buscou saber quais as principais medidas foram ou poderão ser adotadas pelos empresários para mitigar prejuízos decorrentes da Covid-19. Nesse quesito, foram destacadas a renegociação de despesas fixas, o financiamento e/ou empréstimo bancário, o adiamento de investimentos e de novos projetos e a remarcação e/ou adiamento de serviços.

Fonte: Santur

Covid-19: Santur atualiza Manual de Boas Práticas para hotéis e pousadas com regras para restaurantes e academias

A Agência de Desenvolvimento do Turismo do Estado de Santa Catarina (Santur) publica, neste domingo (26), uma atualização do Manual de Boas Práticas para hotéis e pousadas no Estado. O documento teve acrescido, a partir das Portarias nº 256 e nº 258 da Secretaria do Estado de Saúde (SES), detalhes do regramento estabelecido para o funcionamento de restaurantes, lanchonetes, academias e afins dentro dos estabelecimentos.

Para que esses espaços funcionem, as medidas preventivas precisam ser respeitadas. O documento da Santur, que havia sido publicado inicialmente no dia 16 de abril, foi construído juntamente com a Secretaria do Estado da Sáude (SES). As atividades em hotéis pousadas de Santa Catarina estão retomadas desde o dia 13 de abril.

A atualização do Manual de Boas Práticas para hotéis e pousadas no Estado contém também todas as informações da primeira versão, que orienta os estabelecimentos, funcionários e hóspedes o funcionamento. Neste documento você saberá aquilo que está permitido, o que é obrigatório e o que não está habilitado no momento.

Faça o download da atualização do Manual de Boas Práticas para hotéis e pousadas no Estado produzido pela Santur

Fonte: Santur

Os momentos que o Corona Vírus nos tirou vão voltar e a Morane estará lá!

Precisou de uma pandemia mundial para que percebêssemos e olhássemos mais com mais atenção para alguns hábitos que estavam enraizados em cada um de nós e que nunca nos demos conta.

O mundo do século 21 é o mundo da informação e da tecnologia. Nunca, na história, produzimos e consumimos tanta informação. São notícias, vidas passando pela nossa timeline, sonhos, vidas reais e irreais. O desafio que nos é imposto é filtrar o que de fato é relevante para a nossa vida e o que é descartável.

Essa parada que a pandemia nos impôs nos colocou o desafio de olhar para essas informações para que, através dela, possamos compreender o momento em que vivemos e buscar alternativas para retomar alguma normalidade dentro de um novo panorama que nunca nos tinha sido imposto. Assim, ficamos mais isolados de tudo que nos era importante e caro. Mais de 1/3 da população mundial, nesse momento, está isolada em suas casas, tendo a tela do celular e do computador como janela para um mundo que ainda não sabemos como vai sair dessa pandemia.

O que vai mudar no nosso planeta e nos seus habitantes depois de 2020? Ainda não há respostas para essa pergunta, assim como não há uma vacina ou uma cura efetiva para a doença que assola a humanidade. O que nos resta então é olhar para essa nova realidade que nos foi imposta e avaliar como era a nossa vida antes de tudo isso, e o mais importante, o que esperamos da nova vida que vamos viver depois que a pandemia passar. Estamos assistindo famílias se reencontrando dentro das casas em que já viviam, amigos se conectando das formas possíveis para amenizar a saudade com festas realizadas por vídeo chamadas.

Percebemos o valor de pequenas coisas, como aproveitar um dia com as pessoas que amamos, andar na rua sem preocupação, curtir um dia de praia, uma caminhada pela areia, uma ida ao shopping. Tudo isso vai ter um novo significado depois da pandemia. Se irá durar essa mudança não sabemos, mas sabemos que nunca mais seremos os mesmos.

Mas seremos melhores ou piores? A Morane sempre buscou trazer para os seus clientes produtos inovadores que trouxessem soluções e facilidades para o seu dia a dia. Com essa crise que vivemos, de saúde pública e consequentemente econômica, percebemos também que os nossos produtos, além de trazerem inovações, fazem parte desse ritual de “aproveitar a vida”. São protetores para a família na beira da praia, caixas de som para festas em casa ou para restaurantes (setor que vai sofrer um grande baque com a crise que se aproxima) e telhados em palha sintética tão utilizados pela rede hoteleira, que vai ter que se reinventar depois de 2020.

A Morane sempre fez parte de momentos felizes de confraternização em família, com amigos, em momentos de lazer e descontração. Agora, esses momentos estão relegados às quatro paredes das casas e apartamentos, mas acreditamos que vamos sair dessa ainda mais fortalecidos e, acredite, iremos em busca de produtos ainda mais inovadores e diferenciados para fazer parte dos momentos alegres que virão, pois eles virão e serão muitos.

Equipe Morane Outdoor Solutions

ABIH-SC lança campanha institucional de apoio a atividade dos associados durante a pandemia do COVID 19

Uma série de cards foram lançados nesta semana, com mensagens que vão desde orientação aos hóspedes até informações sobre como a hotelaria está enfrentando e se organizando para continuar a prestar o serviço de qualidade para seus hóspedes.

A primeira ação da entidade, foi enviar aos associados um e-mail contendo orientações sobre procedimentos, consultorias gratuitas à disposição e produtos  em condições especiais relacionados a questão de higienização.Uma das ações que compreendem esta campanha inclui a mobilização via whatsapp que prevê o envio de mensagens especiais, condições especiais de fornecedores, principais notícias do setor. Esse é um canal mais rápido para os meios de hospedagens entrarem em contato com a entidade para terem atendidas as suas demandas.

As instruções estão no card abaixo!

O principal objetivo da campanha é criar o entendimento de que estamos num momento complicado para todos os setores, mas o desafio requer empatia, responsabilidade e atitude. “Não podemos esquecer da essência do setor de hospedagem que é a hospitalidade, o encantamento, solução! Num cenário em que apertos de mão e abraços serão limitados ou praticamente escassos, há que se lembrar que estaremos trabalhando para que estes momentos aconteçam o mais rápido possível, nos preparando internamente, na operação, no cuidado com os diversos públicos” , reforça , Lara Perdigão, Relações Públicas que assina a campanha, juntamente com o corpo administrativo que trabalha o relacionamento e o marketing com o associado.