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Informativo ABIH-SC 15 de junho

Informativo ABIH-SC 15 de junho

No informativo da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Santa Catarina – ABIH-SC você vai ver:

E como anda a decoração do seu hotel?;-ProHotel&ProDecore e Gobbi Arquitetos juntas para trazer sustentabilidade e modernidade!;-Sancapel marca presença com produtos que respeitam o meio ambiente;-Hotelaria enfrenta nova realidade!-Índice de Atividades Turísticas cresce 85,7% em um ano;-Ministério do Turismo destina recursos para construção do mirante de São João Batista (SC);-Governo do Estado confirma investimentos de R$ 85 milhões em Itajaí;-Angá Jurerê Apart Hotel;-Planalto Hotel.

Confira o informativo completo AQUI!      

Ministério do Turismo destina recursos para construção do mirante de São João Batista (SC)

Ministério do Turismo destina recursos para construção do mirante de São João Batista (SC)

Obras de infraestrutura possibilitarão a moradores e turistas uma visão panorâmica da cidade de forma segura. Crédito: prefeitura de São João Batista (SC)

O Brasil é cheio de paisagens incríveis e nada melhor do que observá-las através de uma visão panorâmica de todo o horizonte. Para isso, o Ministério do Turismo financia obras de construção e revitalização de mirantes em todo o país e acaba de autorizar R$ 403,3 mil para a cidade de São João Batista, localizada a 80 km da capital paranaense, Florianópolis. Os recursos servirão tanto para pavimentação do acesso como para a construção de infraestrutura no Mirante Vargem Pequena.

“A partir deste investimento do governo federal em apoio ao município, a população que vive em São João e visitantes que passam pela cidade atraídos por suas belezas naturais terão à disposição mais um atrativo turístico. Esta infraestrutura que será montada permitirá a apreciação, de forma segura, de todo o cenário de belas paisagens, contribuindo para tornar ainda mais únicas as experiências vividas na cidade”, aponta o ministro do Turismo, Carlos Brito.

A expectativa é ampliar o fluxo de turistas em São João Batista, que poderão desfrutar da apreciação das paisagens que incluem vales, montes, cachoeiras e quedas d´água, por exemplo. As obras incluirão ainda a criação de uma rota acessível ao mirante com alargamento da pista e pavimentação, inclusive, uma rampa de acesso, sinalização e iluminação.

Na localidade de Vargem Pequena, em São João Batista, já existe uma trilha muito procurada por visitantes e esportistas que realizam a caminhada para chegar ao pico do Morro da Gurita. Com a instalação do mirante, aliada à caminhada, os turistas poderão apreciar também a vista do alto.

SÃO JOÃO BATISTA – A cidade tem entre os seus principais cartões-postais as águas cristalinas da Cascata do Fernandes e o Bosque municipal – cenários ideais para amantes da natureza. Outras opções são a Colônia Nova Itália, que remete aos primeiros imigrantes a chegarem ao Brasil e a Igreja Matriz, erguida na década de 1950 e que se tornou um dos símbolos da cidade.

Ainda com foco em turismo religioso, a cidade abriga a Comunidade Bethânia em memória ao Padre Léo, que manteve forte atuação junto às famílias e jovens no combate às drogas, com um espaço reservado para o encontro entre meditação e oração. Há ainda variedade de lojas de calçados que ficam às margens da rodovia SC-410 e que contribuem para impulsionar a economia da “capital catarinense do calçado”.

Por Amanda Costa

Assessoria de Comunicação do Ministério do TurismoCategoriaViagens e Turismo

Fonte: MTUR

Santur e Fapesc lançam edital de chamada pública para Programa de Inteligência e Inovação Turística

Santur e Fapesc lançam edital de chamada pública para Programa de Inteligência e Inovação Turística

A Agência de Desenvolvimento do Turismo de Santa Catarina – Santur em parceria com Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina – FAPESC, torna público o lançamento da Chamada Pública para o Programa de Inteligência e Inovação Turística. Os candidatos deverão se cadastrar, na Plataforma de CTI da FAPESC (http://plataforma.fapesc.sc.gov.br/fapesc), até o dia 16 de junho.

Arte: Agência de Desenvolvimento do Turismo de Santa Catarina – Santur

Serão destinadas bolsas para áreas como economia, design, tecnologia da informação e inovação, com duração de até 12 meses, renováveis por mais 12 meses, mediante avaliação substanciada da SANTUR e da FAPESC. Todas as vagas dispõem de um aporte de 3,9 mil, exceto tecnologia da informação, que contará com um auxílio de 4,8 mil. 

O programa tem o objetivo geral de implantar práticas de pesquisa, tecnologia e inovação relacionadas ao levantamento, tratamento e divulgação de dados sobre o turismo catarinense e o desenvolvimento de ações de inovação para o setor turístico, por meio da seleção de recursos humanos qualificados. 

Além disso, há uma série de objetivos específicos voltados à elaboração e desenvolvimento de estratégias a fim de manter a plataforma de inteligência turística da SANTUR – Almanach atualizada e adequada para subsidiar a tomada de decisão e a elaboração de políticas públicas para o setor turístico, bem como ações de apoio ao Programa Inovatur.

 A análise e o julgamento de mérito quanto à qualificação técnica terão caráter eliminatório e classificatório e serão realizados pelo Comitê Permanente de Acompanhamento e Avaliação das Chamadas Públicas da FAPESC (CPAA).

Os resultados finais serão divulgados no site da FAPESC e no Diário Oficial do Estado de Santa Catarina a partir do dia 25 de julho. 

Todos os requisitos e o cronograma completo você encontra em https://www.fapesc.sc.gov.br/

Fonte: Santur

MULTIPROPRIEDADE SERÁ UM DOS TEMAS DO ENCATHO & EXPROTEL

Multipropriedade será um dos temas do Encatho & Exprotel

Modalidade de negócios que vem se consolidando no Brasil de forma expressiva, o segmento de multipropriedade mostrou um crescimento expressivo, mesmo durantes os mais de dois anos da pandemia.

Esse crescimento vertiginoso e uma presença cada vez maior no segmento turístico fazem do tema um dos destaques da ampla programação da 33ª edição do Encatho & Exprotel, que movimenta capital catarinense de 26 a 28 de julho.

Como funciona a Multipropriedade?

No sistema de multipropriedades,  a pessoa se torna sócia de frações em diversos imóveis, os quais terão diversos donos e cada um deles pagará por uma fração do valor total da propriedade.

Cada um dos proprietários tem plena autonomia para usufruir do bem em períodos do ano já determinados. Essa modalidade também é chamada de time sharing, uma vez que os proprietários acabam sendo donos das unidades de tempo do imóvel.

O crescimento do setor de multipropriedade

Segundo um levantamento realizado pela Caio Calfat Real Estate Consulting entre junho 2020 e abril 2021, o segmento de multipropriedades apresentou um crescimento de 17%. Nos últimos quatro anos o crescimento médio foi de 24%. E, o destaque, neste ano foi para a região Sul, com o maior crescimento de oferta, 35%. Só no Rio Grande do Sul o número de empreendimentos passou de 9 para 14 em 2021.

Quem é o palestrante?

Para falar desse tema importante, o Encatho receberá o palestrante Paulo Roberto Caputo, sócio-diretor da Livá Hotéis, a primeira operadora independente de empreendimentos multipropriedade no país. Paulo Roberto Caputo é também CEO da Atrio Hotéis, maior franqueadora do Grupo Accor na América Latina e América do Norte, e do Grupo Natos, que gerencia empreendimentos como o Olímpia Park Resort e o Solar das Águas Park Resort.

Essa ampla experiência de administrar mais de 70 hotéis foi recentemente reconhecida no Prêmio VIHP, como hoteleiro do ano. Caputo que é diretor da ABIH-SC na região Caminho dos Príncipes.

Na visão de Caputo, a receita de sucesso na sua empresa está baseada numa operação enxuta conquistada com investimentos tecnológicos, onde o back-office é realizado por apenas 0,9 pessoas, número bastante inferior ao que é observado na hotelaria tradicional que é de até 03 pessoas por empreendimento.

Essa fórmula bem sucedida está baseada na alta tecnologia, gestão eficiente e centralizada. São 60 pessoas cuidando da operação de 70 empreendimentos, tudo interligado por uma rede, com dashboards e indicadores que não deixam dúvidas quanto a produtividade e performance de cada um.

O executivo acredita que a multipropriedade vai expandir o turismo no Brasil. “Ela chega para trazer mais resorts, descobrir novos destinos e proporcionar lazer para aquelas famílias que não teriam condições de desfrutar de um período tão longo em um empreendimento com este padrão”, afirma Caputo.

Programação diversificada

A programação do Encatho 2022 é bem diversificada. Serão diversos profissionais falando sobre os mais variados temas de interesse nas áreas da gestão hoteleira e turística. Os formatos também variam. São palestras, encontros, fóruns e painéis, além de salas paralelas com atividade que envolvem a capacitação técnica realizada por fornecedores do setor.

Exprotel está com espaços à venda

Além de 86 espaços na área de exposição, a organização conta diversas opções de vincular a marca através de ações de merchandising e ações nas áreas do evento. Salas para treinamento técnico também estão disponíveis. Para saber todas as formas de participar e reservar o seu espaço, entre em contato com Juliana Bossi Castro pelo e-mail comercial@abih-sc.com.br ou WhatsApp (48) 98843-7659.

Agora que você já conhece um pouco mais sobre o evento e o setor de multipropriedade, que tal ler a matéria sobre o tema, publicada na última revista da ABIH-SC.

Serviço:

O que: ENCATHO & EXPROTEL

Quando: 26 a 28 de julho

Onde: CentroSul – Florianópolis

Quanto: Entrada Gratuita

Informações: www.encatho.com.br 

Realização: ABIH-SC

Divulgação:

Vânia Monteiro – (48) 99678-3883

Cátia Bos – imprensa@abih-sc.com.br

https://ndmais.com.br/economia-sc/empresarios-de-turismo-e-eventos-preveem-crescimento-com-a-retomada-das-atividades-em-sc/

Empresários de turismo e eventos preveem crescimento com a retomada das atividades em SC

Em 2019, a economia brasileira e a catarinense avançavam a passos largos. O PIB (Produto Interno Bruto) fechou o ano com 1,1% de crescimento em relação a 2018 no país. Santa Catarina alcançou um PIB de R$ 323,26 bilhões em 2019, o sexto maior valor no Brasil. A variação em volume foi de 3,8%, representando o terceiro maior crescimento entre todos os Estados.Em março de 2020,  a pandemia de Covid-19 pegou a todos de surpresa. Com a ameaça e os riscos de exposição ao coronavírus, a economia, que crescia de forma significativa no Estado, parou – Foto: Anderson Coelho/Arquivo/NDEm março de 2020,  a pandemia de Covid-19 pegou a todos de surpresa. Com a ameaça e os riscos de exposição ao coronavírus, a economia, que crescia de forma significativa no Estado, parou – Foto: Anderson Coelho/Arquivo/ND

Com praias de tirar o fôlego, paisagens exuberantes e as mais variadas opções para os diferentes setores turísticos, como o de aventura, religioso, de eventos, corporativo, entre outros, a expectativa era de um salto no desenvolvimento econômico crescente nos anos seguintes.

Em março de 2020, no entanto, a pandemia de Covid-19 pegou a todos de surpresa. Com a ameaça e os riscos de exposição ao coronavírus, tudo parou. Os eventos foram paralisados por decreto estadual, o turismo também. Repentinamente, os planos, tão seguros quanto a atividade era considerada pelos visitantes no Estado, viraram incertezas e prejuízos enormes a serem contornados.

Os desafios impostos pela chegada do novo vírus mudaram, então, as relações pessoais, profissionais e transformaram os negócios em todos os segmentos econômicos nacionais e mundiais. Nos micro e pequenos negócios, esse impacto foi sentido de forma ainda mais acentuada, especialmente para quem dependia justamente dos encontros, reuniões presenciais para atuar.

“Foi um período muito difícil, principalmente no início da pandemia, quando houve o lockdown. Os hotéis foram muito afetados, porque ao contrário das lojas, do comércio, que tiveram uma saída e viram um salto gigantesco no ecommerce, a hotelaria necessita que o hóspede esteja dentro da nossa casa. Então, muitas vezes, chegou a ser desesperador. Nós, empresários do setor, conversávamos por grupos e nos encontrávamos sem reação, sem saber pra onde correr. Mais tarde as coisas se acalmaram e alguns segmentos tiveram uma reação mais rápida, como os hotéis fazenda, por exemplo, que foram muito procurados como um refúgio, como ambientes de isolamento. Depois os hotéis de praia também tiveram um retorno nesse sentido e proporcionar um alivio, principalmente para as crianças, que não aguentavam mais ficar em casa. Quem enfrentou e ainda enfrenta mais dificuldades é o turismo de negócios”, explica Rui Schürmann, diretor presidente da ABIH-SC (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Santa Catarina).Setor hoteleiro foi um dos mais afetados pela pandemia e agora espera recuperar perdas na temporada, explica Rui Schürmann, diretor presidente da ABIH-SC (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Santa Catarina) – Foto: Reprodução/NDTVSetor hoteleiro foi um dos mais afetados pela pandemia e agora espera recuperar perdas na temporada, explica Rui Schürmann, diretor presidente da ABIH-SC (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Santa Catarina) – Foto: Reprodução/NDTV

Schürmann ressalta que alguns hotéis chegaram a demitir 80% do seu quadro. “Isso é muito triste, pois muitos estabelecimentos têm uma relação muito forte, de 20, 30 anos com seus funcionários, são praticamente da família”, afirma.

O dirigente conta que, aos poucos, com o avanço na vacinação, as atividades passaram a ser retomadas e que o momento agora é de esperança e muita expectativa para os próximos meses.

“Tivemos que tomar medidas mais fortes no início, para poder retomar as atividades depois. Quem não demitiu, não tomou providências rapidamente, ficou esperando a economia se recuperar em dois, três meses, fechou as portas, quebrou. Agora, felizmente, com o avanço na vacinação, o quadro é outro, há uma tranquilidade, com as UTIs (unidades de terapia intensiva) e equipes de saúde mais liberadas, e a expectativa é de uma forte temporada. Teremos um ótimo verão pela frente. Os feriados, que tiveram uma forte ocupação, já foram uma amostra, o último foi muito bom”, comenta.

Preparação para a temporada

No Hotel Faial, de Florianópolis, 2020 também foi um período de muitas dificuldades e o ano de 2021 foi um período de superações e expectativas positivas para o futuro. Adriano Palma Silva, CEO do Hotel Faial, conta que o empreendimento tinha 72 funcionários em março de 2020. “Com o fechamento das atividades, logo no início da pandemia, fizemos várias demissões e chegamos a ficar com dez trabalhadores. Chegamos a retomar as contratações, mas então tivemos um lockdown e paralisamos tudo novamente. Agora vivemos um período de esperança com essa nova procura registrada para a temporada, que deverá ser histórica na cidade”, explica.Hotel Faial, em Florianópolis, se preparou para uma temporada acima da média nesse verão – Foto: Reprodução/NDTVHotel Faial, em Florianópolis, se preparou para uma temporada acima da média nesse verão – Foto: Reprodução/NDTV

Silva reforça que o hotel está preparado para a temporada desse ano. “A equipe está completa para o verão, estamos preparados para uma temporada como foi a de 2019, que foi muito boa, para cima. A procura está cerca de 30 a 40% maior que antes, então, com o alto percentual de vacinação na Capital, por exemplo, a previsão é de que tenhamos um verão acima da média”, afirma.

Retomada no setor de entretenimento

Outro segmento duramente atingido pela pandemia foi o de entretenimento.  Logo no primeiro mês de pandemia, em abril de 2020, uma pesquisa realizada pelo Sebrae, em parceria com a Abeoc (Associação Brasileira de Empresas de Eventos) e a Ubrafe (União dos Promotores de Feiras), mostrou que 98% das empresas de eventos foram impactadas pelas restrições sociais e sanitárias. O faturamento de algumas delas, aponta o levantamento, diminuiu em até 100% em relação a abril de 2019.

Grande parte destas empresas ainda não se recuperou ou fechou as portas. Quem conseguiu manter as operações teve que se reiventar, diz Romeu Pompilio, vice-presidente da Anpe (Associação dos Produtores de Entretenimento).

“O primeiro setor que parou foi o entretenimento. Fizemos vários apelos para o governo pedindo para que a atividade retornasse de maneira segura e as coisas foram ocorrendo gradativamente. Mas o fato é que, com o lockdown, tivemos que parar, isso aumentou o desemprego, o empresário ficou na incerteza, sem saber quando as atividades seriam retomadas. Infelizmente, hoje, quase 40% dos empreendedores que tinham bares e casas noturnas não vão retornar porque quebraram. Isso impacta num dano muito grande para o empresário e toda a cadeia no Estado”, avalia.Profissionais e empresários do setor de eventos também estão otimistas com retorno das atividades – Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom/ Divulgação/NDProfissionais e empresários do setor de eventos também estão otimistas com retorno das atividades – Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom/ Divulgação/ND

O avanço na vacinação, no entanto, mudou todo esse quadro e as perspectivas são de incremento na área, especialmente a partir de janeiro, antecipa Pompilio.

“Agora enxergamos um cenário muito melhor já em janeiro. Com a maioria da população em Florianópolis e no Estado já completamente imunizada, acreditamos que essa é a hora do setor ter as atividades liberadas e retomarmos o crescimento. Agora vivemos uma euforia por parte dos empresários, que estão planejando eventos de fim de ano, Carnaval, que querem voltar a trabalhar, isso aquece o setor e a economia do município, do estado e do país. Por isso, fazemos um apelo para que todos se vacinem e tomem as doses de reforço, para que o cenário melhore para todos, cada vez mais”, finaliza o dirigente.

Crédito para impulsionar as micro e pequenas empresas

Muitos dos empresários destes segmentos atingidos em cheio pela pandemia encontraram uma saída para se manter de portas abertas nas linhas de crédito. Em Santa Catarina, desde julho agosto deste ano, o programa SC Mais Renda Empresarial oferece operações de crédito para micro e pequenos empreendedores e MEIS (microempreendedores individuais).

Criado justamente para atender empresários afetados pela pandemia de Covid-19, o programa oferece linhas de crédito para os micro e pequenos empresários de até R$ 100 mil com juros subsidiados integralmente pelo Governo do Estado para aqueles que estiverem adimplentes, com carência de até 12 meses e 36 meses para amortização.

Para os MEIs, o valor para financiamento é de até R$ 10 mil, tendo 6 meses de carência e 12 meses de amortização. Os empréstimos são viabilizados pelo BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul) e pelo Badesc – Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina -, com o apoio de cooperativas de crédito conveniadas.Marcelo Haendchen Dutra, vice-presidente e diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito do BRDE destaca que a iniciativa é inédita no Estado Foto: Reprodução/NDTVMarcelo Haendchen Dutra, vice-presidente e diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito do BRDE destaca que a iniciativa é inédita no Estado Foto: Reprodução/NDTV

Segundo Marcelo Haendchen Dutra, vice-presidente e diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito do BRDE, a iniciativa é inédita no Estado.

“O programa concede um grande diferencial de o empresário poder receber um recurso, num período difícil, quando talvez nem faturamento ele tivesse, e poder pagar mais adiante. O micro e pequeno empreendedor vai ficar um ano praticamente sem efetuar pagamentos e somente depois deste período ele vai devolver esse montante, ao longo dos três anos subsequentes, no exato valor que ele pegou emprestado. Na prática é juro zero! Este subsídio concedido pelo Governo do Estado, através da sensibilidade do governador Carlos Moisés, é uma conquista importante para os setores mais atingidos pela pandemia.”, explica.

Mais de R$ 200 milhões financiados

O diretor financeiro do BRDE, Eduardo Pinho Moreira, acrescenta que a iniciativa foi idealizada como um plano de governo. “Esse programa tem um grande alcance social. Santa Catarina, assim como o mundo todo, também sofreu as consequências da Covid-19, isso trouxe uma instabilidade econômica e financeira para essas micro e pequenas empresas e para os microempreendedores individuais. E o governo de Santa Catarina, sensível a essa questão, buscou junto aos seus parceiros, O BRDE e o Badesc, a condição de atendermos esses empresários e essas pessoas atingidas fortemente”, ressalta.

Até o momento, de acordo com Pinho Moreira, já foram financiados mais de R$ 200 milhões e firmados mais de 3.560 contratos para micro e pequenos empresários e MEIs. “Por isso registramos uma procura imensa pela iniciativa, por meio das cooperativas de crédito parceiras, mais de 70% do território catarinense foi atendido por esse grande programa social de geração de empregos”, reforça.O diretor financeiro do BRDE, Eduardo Pinho Moreira, ressalta o grande alcance social da iniciativa e diz que a ação  foi idealizada como um plano de governo -Foto: Reprodução/NDTVO diretor financeiro do BRDE, Eduardo Pinho Moreira, ressalta o grande alcance social da iniciativa e diz que a ação  foi idealizada como um plano de governo -Foto: Reprodução/NDTV

Podem solicitar o empréstimo MPEs, até o dia 31 de dezembro deste ano, MPEs com faturamento bruto de até R$ 4,8 milhões por ano e é necessário que a atividade principal ou secundária seja nos setores de turismo, bares, restaurantes, eventos, educação, transportes, salões de beleza e estética, comércio varejista e atacadista, atividades de contabilidade, artigos de vestuário e confecções de vestuário.

Além do pagamento das parcelas em dia para ter direito aos juros subsidiados, os micro e pequenos empreendedores beneficiados devem manter quadro de funcionários compatível com a realização da sua atividade econômica, mantendo, no mínimo, o mesmo quadro de funcionários pelo período da carência concedida.

Além da geração de renda e desenvolvimento dos negócios, desde o início do programa, o SC Mais Renda Empresarial ajudou a manter mais de 12,5 mil empregos em diversos setores da economia do Estado.

Fonte: ND+

Santur investe em plano de desenvolvimento do turismo para a Grande Florianópolis

Santur investe em plano de desenvolvimento do turismo para a Grande Florianópolis

Foto: Jemaurê Souza/ Santur 

Oito municípios catarinenses participaram da assinatura do acordo de cooperação técnica entre a Agência de Desenvolvimento do Turismo de Santa Catarina (Santur), a Secretaria de Estado da Fazenda (SEF/SC) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) de Santa Catarina, nesta quarta-feira (8). O objetivo é elaborar um plano de desenvolvimento integrado do turismo sustentável para as cidades de Santo Amaro da Imperatriz, Águas Mornas, Angelina, Anitápolis, São Bonifácio, Rancho Queimado, São Pedro de Alcântara e Alfredo Wagner.

– É extremamente importante para o turismo de Santa Catarina. Vamos conseguir fazer um trabalho de turismo segmentado e estruturado para que cada município, com a sua potencialidade, possa ser evidenciado. Esse é o objetivo com essa parceria junto da Fazenda e do Sebrae – destacou o presidente da Santur, Renê Meneses.

Segundo Paulo Eli, o trabalho inclui a orientação para aprimoramento e diversificação da oferta turística, aumentando a visibilidade destas cidades, desenvolvendo ações para valorizar o ecoturismo, as águas termais, além do turismo religioso e da gastronomia.

– Queremos desenvolver os potenciais turísticos destes municípios, que já contam com diversos atrativos, mas que precisam do apoio do Estado para realizar as ações de forma integrada – destacou o secretário da SEF/SC, Paulo Eli.

Foto: Renan Koerich/ Santur 

O projeto é composto por três etapas, que incluem os planejamentos municipais, o plano integrado regional e a elaboração e uma marca turística.

– Para que esse planejamento turístico regional aconteça, é necessário desenvolver planos em cada uma das oito cidades, fazendo os levantamentos das suas potencialidades. O Sebrae/SC já tem conduzido trabalhos em todo o Estado e, agora, vai auxiliar no desenvolvimento deste projeto -, esclarece o analista do Sebrae/SC, Alan Claumann.

O prefeito de Alfredo Wagner, Gilmar Sani, agradeceu em nome dos outros prefeitos presentes o empenho do Governo do Estado em fomentar o turismo na região.

– Essa parceria é necessária. O Governo está dando o suporte para desenvolver nossos municípios e é isso que nós queremos, é o que o povo precisa”, disse.

Fonte: Santur

Informativo ABIH-SC

Informativo ABIH-SC 25 de novembro

No informativo da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Santa Catarina – ABIH-SC, você vai ver:

Workshop com o tema LGPD é postergado para março/2022;-BenLife4Guest – Garanta proteção para seu hóspede durante a temporada!! ;-Benefício para o associado ABIH-SC! Liberty Seguros;-ABIH-SC presente no Conotel 2021!;-Regularize seus débitos com o ECAD!;-Governo do Estado libera ocupação total de estádios e flexibiliza uso de máscaras em ambientes abertos;-MTur abre período para credenciamento de agências interessadas em receber turistas chineses;-Mogano Business Hotel;-Paraíso Palace Hotel.

Confira o informativo completo AQUI!

Rui Schurmann e Osmar Vailatti ABIH-SC

ABIH-SC presente no Conotel/Equipotel 2021

Estiveram presentes no 63º Congresso Nacional de Hotéis (Conotel), que acontece juntamente com a 58ª edição da Equipotel, o Diretor-presidente da ABIH-SC, Rui W. Schürmann e o Presidente do Conselho Deliberativo da ABIH-SC, Osmar J. Vailatti.

Organizado pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH Nacional), o Conotel é voltado para empreendedores, gestores e profissionais de hospitalidade e turismo e tem como foco estimular os debates institucionais e políticos entre as principais lideranças do setor, parlamentares e agentes econômicos, que discutiram maneiras de favorecer o ambiente de negócios no país.

No primeiro dia do congresso, a mesa de abertura reuniu o ministro do Turismo, Gílson Machado Neto, o deputado federal João Carlos Bacelar Batista, presidente da Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados, a senadora Soraya Thronicke e o presidente da ABIH/SP, Ricardo A. Roman Jr., que falaram sobre as ações, aprovações de leis e atualizações legislativas necessárias para estimular o setor de turismo brasileiro. O primeiro dia do congresso também incluiu as apresentações da Confederação Nacional do Comércio (CNC) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

No segundo dia, o destaque foi a presença de Vinícius Lummertz, secretário estadual de Turismo de São Paulo, que falou da parceria público-privada e seus benefícios. Durante o evento as colaboradoras da ABIH-SC, Juliana Bossi Castro e Josiane Castilhos estiveram presentes no evento prestigiando a feira de produtos e serviços e participando da 2ª reunião de executivas das ABIH’S.

Juliana Bossi Castro (ABIH-SC), Leonora Poltronieri (ABIH-ES), Glaucia Sangiovanni (ABIH-SP), Bianca Borges (ABIH NACIONAL) e Josiane Castilhos (ABIH-SC).

Encerrando o Conotel 2021, no dia 24, o painel financeiro, composto por representantes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do Banco do Nordeste, do Banco do Brasil, da XP Investimentos e do Hotelinvest, discutiam as oportunidades do mercado para o setor.

O Conotel 2021 tem o apoio comercial da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Serviço Social do Comércio (Sesc), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Souza Cruz, CVC Corp, ABMotéis, RenTV, Saga Systems e Realgem’s, além do apoio institucional da Secretaria de Estado de Turismo de São Paulo.

ABIH Nacional

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Florianópolis tem expectativa para verão parecido com o pré-pandemia

Florianópolis tem expectativa para verão parecido com o pré-pandemia

Florianópolis tem boa expectativa para a temporada de verão – Foto: Leo Munhoz/ND

Cerca de 80% das vagas de hotéis já estão reservadas para as festas de final de ano. Um convite para praia aqui, um dia de sol por ali, o final do ano vem se aproximando e uma palavra começa a martelar na cabeça de quem gosta de aproveitar o calor: verão!

Principalmente depois de períodos difíceis por causa da pandemia. Agora com internações e óbitos pela Covid-19 em queda e o percentual da vacinação subindo, o setor de turismo começa a olhar para os meses mais quentes como uma boa oportunidade de retomada.Segundo o superintendente do Turismo de Florianópolis, Vinícius de Luca, haverá um grande movimento de turistas no verão e algumas datas têm servido de termômetro para medir a presença de visitantes na Capital.

“Os últimos feriados de setembro, outubro e novembro já demonstraram que o turista de lazer está retornando com força. Os números de ocupação hoteleira já são iguais aos registrados antes da pandemia nos hotéis de praia”.

A expectativa do superintendente bate com os números. De acordo com a Abih (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis), a taxa de ocupação dos hotéis da Grande Florianópolis no Natal e Réveillon de 2019 foi de 80,68% e 90% respectivamente, já para esta temporada cerca de 80% das vagas já foram reservadas para as festas deste fim de ano.

“A busca hoje está mais concentrada até a primeira semana de janeiro, mas o brasileiro tem o hábito de marcar essas viagens em cima da hora, então acredito que teremos turistas no restante do verão também” disse o diretor regional da Abih-SC, Luciano Oliveira.

Como a busca é maior nas festas de fim de ano, a prefeitura está se mobilizando para chamar a atenção de quem escolher Floripa para passar a virada. Esse ano, apesar de não ter o palco com os shows, a cidade terá a volta da queima de fogos e Vinicius de Luca garante que “o show pirotécnico será especial”.Ele ainda adiantou que terá duas surpresas, uma delas relacionada à ponte Hercílio Luz, cartão postal onde costuma acontecer o show pirotécnico.

Perspectiva de melhora na contratação para a temporada

Todo esse movimento traz também uma outra perspectiva para quem trabalha no verão, que é a da oferta de empregos, principalmente no setor alimentício. Essa época do ano faz com que muitos bares e restaurantes busquem mais gente para atender à alta demanda.Praias da Capital devem receber grande número de turistas neste verão – Foto: Leo Munhoz/NDPraias da Capital devem receber grande número de turistas neste verão – Foto: Leo Munhoz/ND

Conforme a Abrasel-SC (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) o setor gerava, antes da pandemia, 25 mil empregos diretos em Florianópolis e chegou a ter apenas 60% de funcionários do pico da segunda onda do coronavírus.“Ainda não temos os dados porque os estabelecimentos estão começando a se planejar, mas já conseguimos ver uma procura grande e nesse período o número de empregados chega a triplicar”, conta o presidente da entidade em SC, Raphael Dabdab.

Não só em empregos diretos, mas a temporada que está para chegar pode ser uma oportunidade. Gregory Ferreira mora em Curitiba, mas há três anos vem para a ilha trabalhar como ambulante na praia de Canasvieiras. Com a presença maior de pessoas na areia, decidiu comprar o próprio carrinho de drinks.

“Temos acompanhado as vendas diárias e o consumidor vem disposto a aproveitar mais. Conforme a vacinação avança, eles vão se soltando mais”, conta.

E é a vacinação que tem gerado segurança para o turismo prosperar novamente. A secretaria de Saúde da Capital trata da imunização como principal caminho para uma abertura mais ampla e retorno à “normalidade”, tanto que a prefeitura pretende liberar o uso de máscaras (com a condição do governo federal e estadual) quando a cidade chegar a 80% das pessoas completamente imunizadas. Ontem o índice estava em 75,91%.

Caminho é longo para recuperar as perdas

Apesar de hoje o fim da pandemia estar um pouco mais visível, o setor do turismo ainda vê um longo caminho para “recuperar” as perdas. Ferreira, que hoje possui cinco funcionários para fazer os coquetéis e pretende dobrar para a temporada, conta que ainda assim não será fácil. “Provavelmente nós não vamos conseguir compensar esse ano com o que passou, vai levar um tempo”.

A Abrasel estima que o setor do turismo em Florianópolis precisará de dois a quatro anos para conseguir voltar a crescer. “Mesmo com a boa perspectiva do verão, muitos estabelecimentos podem não sobreviver. De cada 10 bares e restaurantes na Capital, três fecharam e cinco estão com dívidas”, completa Dabdab.

Foto: Leo Munhoz/ND

Fonte: ND+