Temporada de inverno na Serra em SC deve reverter perdas do ano passado

Temporada de inverno na Serra em SC deve reverter perdas do ano passado

Quase seis em cada dez catarinenses pretendem viajar assim que a pandemia estiver controlada, aponta Pesquisa da Fecomércio SC realizada em sete cidades de Santa Catarina no mês de junho. Os dados sinalizam que a Serra pode ser o principal destino, visto que a perspectiva de viagem do consumidor e o perfil do turista na Serra Catarinense são convergentes. Com a previsão de frio intenso, esta temporada de inverno pode reverter os prejuízos do ano passado.

Intenção de viagem

  • A idade média dos consumidores que pretendem viajar é de 34,7 anos. Em relação a escolaridade, 63,2% não tem ensino superior e 36,8% tem.
  • A renda média mensal familiar do grupo ficou concentrada nas faixas entre R$ 2.204 e R$ 5.509 (43,5%), R$ 1.103 e R$ 2.203 (26,9%) e R$ 5.510 a R$ 8.812 (16,6%). Com 87% de participação, as famílias são o principal público- mais da metade (51,8%) são casais com filhos.
  • Segundo a pesquisa, 40,8% estão realizando planejamento financeiro para viajar – 30,6% estão efetivamente guardando dinheiro e outros 6,1% estão aguardando receita extra como 13º salário, restituição do Imposto de Renda ou aumento salarial.
  • Uma pequena parcela de consumidores (4,1%) pretende parcelar as despesas de viagem, destacando a importância do crédito nas despesas eventuais, uma vez que as famílias consideram o endividamento como parte do planejamento orçamentário.

Perfil do turista na temporada de inverno

  • Os grupos de viagem são formados por famílias (46,8%), com 4,5 pessoas em média.
  • Convertendo em valores atuais, a faixa de renda média mais frequente foi entre R$ 2.204 e R$ 5.509, com 29% de participação, seguida pela faixa de R$ 5.510 a R$ 8.812, com 23%.
  • O principal meio de transporte utilizado foi o veículo próprio (81%), que está relacionado à origem dos turistas- 66% são de SC.
  • Nas últimas temporadas*, a média geral dos gastos foi de R$1.112, em valores atuais. Os gastos com hospedagem (R$728) foram os mais expressivos, seguido dos gastos com o transporte (R$400), alimentação e bebidas (R$330) e compras no comércio (R$240). Mais da metade (57%) dos visitantes entrevistados realizaram compras no comércio local, 96% gastaram com alimentação, 97% com transporte e 56% com hospedagem.

*Por conta da pandemia, os dados com consumidores não foram levantados na pesquisa de 2020, por isso, não foram considerados nas médias citadas acima. Veja os dados da temporada passada.

Confira os destaques:

Fonte: Fecomércio