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Hotéis e pousadas já registram fila de espera para a temporada de verão no Norte da Ilha

A temporada de verão 2021/2022 deve ser uma das melhores dos últimos anos para o Norte da Ilha, em Florianópolis. Com a vacinação garantindo a proteção maior contra a covid-19 e boa parte da população consciente já vacinada, muitos estão preparados para a volta ao normal. Alguns estabelecimentos como hotéis e pousadas já estão com 100% de ocupação e outros já tem lista de espera para interessados. A estimativa para o réveillon é uma das melhores possíveis, segundo a Abav/SC (Associação Brasileira das Agências de Viagens).

Três hotéis consultados pelo Conexão estão com reservas esgotadas para o réveillon com lista de espera vigente. Dois são em Ingleses, um em Canasvieiras. Se houver desistência de algum hóspede, será passada para a lista de espera a reserva que é por ordem de chegada. Para o mês de janeiro, a ocupação também é superior aos 90%.

ABAV-SC

A Abav estima que o movimento nesta temporada será 150% superior ao da temporada anterior. As boas perspectivas para o período do verão vão além, incluindo o Caranaval. A própria Capital já confirmou o desfile das Escolas de Samba na Passarela Nego Quiridu. Diante dos anúncios e da reabertura do turismo creditada pela vacinação contra a covid-19, a Florianópolis se prepara para uma das melhores temporadas dos últimos anos.

O principal cliente do turismo deste verão será o brasileiro. Entretanto, a Argentina reabriu as fronteiras após o período mais difícil da pandemia. Isso ajuda a esquentar a expetativa da vinda de argentinos, mas o derretimento do peso frente ao dólar ainda pode dificultar a vinda de muitos hermanos. A apresentação de exames PCR ainda são medidas fundamentais.

Florianópolis vai apresentar nesta segunda-feira (4) os protocolos que devem ser adotados para a temporada de verão. O ‘Passaporte da Vacina’ será uma das exigências para garantir a segurança e separar e impedir acesso daqueles que são ‘negacionistas da vacina’.

Fonte: Hotel Conexão

Temporada de inverno na Serra em SC deve reverter perdas do ano passado

Temporada de inverno na Serra em SC deve reverter perdas do ano passado

Quase seis em cada dez catarinenses pretendem viajar assim que a pandemia estiver controlada, aponta Pesquisa da Fecomércio SC realizada em sete cidades de Santa Catarina no mês de junho. Os dados sinalizam que a Serra pode ser o principal destino, visto que a perspectiva de viagem do consumidor e o perfil do turista na Serra Catarinense são convergentes. Com a previsão de frio intenso, esta temporada de inverno pode reverter os prejuízos do ano passado.

Intenção de viagem

  • A idade média dos consumidores que pretendem viajar é de 34,7 anos. Em relação a escolaridade, 63,2% não tem ensino superior e 36,8% tem.
  • A renda média mensal familiar do grupo ficou concentrada nas faixas entre R$ 2.204 e R$ 5.509 (43,5%), R$ 1.103 e R$ 2.203 (26,9%) e R$ 5.510 a R$ 8.812 (16,6%). Com 87% de participação, as famílias são o principal público- mais da metade (51,8%) são casais com filhos.
  • Segundo a pesquisa, 40,8% estão realizando planejamento financeiro para viajar – 30,6% estão efetivamente guardando dinheiro e outros 6,1% estão aguardando receita extra como 13º salário, restituição do Imposto de Renda ou aumento salarial.
  • Uma pequena parcela de consumidores (4,1%) pretende parcelar as despesas de viagem, destacando a importância do crédito nas despesas eventuais, uma vez que as famílias consideram o endividamento como parte do planejamento orçamentário.

Perfil do turista na temporada de inverno

  • Os grupos de viagem são formados por famílias (46,8%), com 4,5 pessoas em média.
  • Convertendo em valores atuais, a faixa de renda média mais frequente foi entre R$ 2.204 e R$ 5.509, com 29% de participação, seguida pela faixa de R$ 5.510 a R$ 8.812, com 23%.
  • O principal meio de transporte utilizado foi o veículo próprio (81%), que está relacionado à origem dos turistas- 66% são de SC.
  • Nas últimas temporadas*, a média geral dos gastos foi de R$1.112, em valores atuais. Os gastos com hospedagem (R$728) foram os mais expressivos, seguido dos gastos com o transporte (R$400), alimentação e bebidas (R$330) e compras no comércio (R$240). Mais da metade (57%) dos visitantes entrevistados realizaram compras no comércio local, 96% gastaram com alimentação, 97% com transporte e 56% com hospedagem.

*Por conta da pandemia, os dados com consumidores não foram levantados na pesquisa de 2020, por isso, não foram considerados nas médias citadas acima. Veja os dados da temporada passada.

Confira os destaques:

Fonte: Fecomércio

Almanach Santur

Está no ar a segunda edição do Boletim Almanach – Dados do Verão SC

A Agência de Desenvolvimento do Turismo de Santa Catarina (Santur) publicou na terça-feira, 19, a segunda edição do Boletim Almanach.

Elaborado pela Diretoria de Estudos e Inovação, a publicação traz informações sobre a ocupação hoteleira, fluxo de passageiros – com destaque para os períodos de Natal e Réveillon, além de dados sobre a permanência dos turistas no estado, arrecadação de ICMS turístico e do programa Viaje+Seguro SC.

De periodicidade quinzenal, o boletim sintetiza informações do Almanach, painel de dados do turismo lançado no final de setembro e disponível para consulta pública. A ferramenta reúne dados abertos relacionados ao setor, facilitando a organização, apresentação e compreensão acerca das atividades características do turismo (ACTs) no estado.

Fonte: Santur

Reunião da Diretoria Executiva ABIH-SC

Osmar José Vailatti presidiu a reunião da diretoria executiva da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Santa Catarina – ABIH-SC, realizada na quinta-feira (06/02), que teve como pauta a Consultoria de Recuperação Tributária, Apresentação do Orçamento do 33º Encatho & Exprotel, Taxa de Ocupação e apresentação da nova integrante da Diretoria Executiva da AIH-SC.

Carla Costa, Diretora de Hospedagem e A&B e Osmar Vailatti, Diretor-presidente

Carla Costa assumiu a Diretoria de Hospedagem e A&B com o principal objetivo de promover o crescimento do setor investindo num calendário de cursos, treinamento e palestras de camareira, governanta entre outros.

Carla Cabral costa é Bacharel em Turismo e Hotelaria –  Pós em Administração em Turismo – Ufsc, possui 15 anos de experiência em hotelaria, passando pelos hotéis da rede Intercity, Il Campanário, Praiatur, sócia proprietária do Restaurante Freguesia

Com experiência em Hospedagem (Governança, Recepção, A&B, Manutenção e Eventos).

Informativo ABIH-SC 16 de janeiro

No informativo da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Santa Catarina – ABIH-SC, você vai ver:

ABIH-SC realiza a 33ª edição do Encatho em agosto;– Sócio Colaborador – Realgem’s Guest Solutions;-Sócio Colaborador – Eduardo Beltrame Fotografia;- TAXA DE OCUPAÇÃO: O que é e qual a sua importância?;- Destinos brasileiros estão entre os mais buscados para 2020, aponta levantamento;- Festa Pomerana celebra cultura alemã que ultrapassa gerações, em Pomerode;- OFICINA: Equipe de Vendas – Alta Performance no Varejo ;-Associados ABIH-SC.

Confira o informativo completo AQUI!!

TAXA DE OCUPAÇÃO: O que é e qual a sua importância?

A Taxa de Ocupação (TO) é o principal indicador da porcentagem de ocupações vendidas em relação ao disponível. Os hotéis utilizam dessa taxa para entender como o negócio está caminhando, quantas pessoas entram e saem todos os dias.

Essa taxa pode ser obtida seguindo a fórmula:

TO (Taxa de Ocupação) = Unidades vendidas / Unidades disponíveis x100

Isso sempre levando em consideração todo o contexto que o hotel se encontra. É necessário definir onde o hotel se encontra, qual sua tipologia, qual seu público, tudo isso interfere diretamente com a Taxa de Ocupação.

POR QUE CONHECER A TAXA DE OCUPAÇÃO É TÃO IMPORTANTE?

Conhecendo a Taxa de Ocupação no seu hotel, é possível entender quais são seus períodos de baixa e alta ocupação e como lidar com eles, aplicando melhores tarifas e ações promocionais.

Se seu hotel se localiza em um litoral, pode-se perceber um aumento da Taxa de Ocupação em épocas de temporada. Se seu hotel é voltado para empresários, dias da semana, como segunda-feira, podem ter uma maior Taxa de Ocupação. Se o seu hotel recebe jovens em férias, percebe-se que a Taxa de Ocupação é menor durante o ano letivo.

E como informação nunca é demais, ao conhecer o público alvo do seu hotel, é possível se manter atualizado em tudo que ronda o setor. Eventos, palestras, shows, e qualquer outro acontecimento que podem acontecer na  cidade do seu hotel que chamem pessoas de fora podem aumentar sua Taxa de Ocupação.

Compare as informações obtidas periodicamente e anualmente, entendendo os períodos diferentes dos anos em comparação com os anos anteriores, de forma a perceber as mudanças. Também deve-se sempre manter-se a par dos seus concorrentes diretos, afinal, eles devem se encontrar no mesmo contexto que você.

Analisando a Taxa de Ocupação, você pode planejar como vai utilizar os dados que coletou na análise, entendendo quais épocas precisam de inovação, quais épocas podem ter tarifas alteradas e aumentar seus lucros.

Marcos Hardt

Diretor de Operações ABIH-SC

A pousada Bananal Ecolodge duplica a sua taxa de ocupação com a tecnologia da SiteMinder

Muito mais que uma pousada ecológica, a Bananal Ecolodge oferece um conceito exclusivo no litoral de São Paulo. Esta pousada, integrada à natureza e ideal para o turista sustentável, buscava uma solução para otimizar a sua gestão e aumentar a sua taxa de ocupação a nível local e global.

Após o proprietário, Alexandre Haberkorn, conhecer as facilidades das soluções da SiteMinder, não teve dúvidas de que era a ferramenta ideal para administrar as reservas da sua pousada. A equipe de Alexandre arregaçou as mangas e colocou a plataforma à prova.

A meta de projetar uma pousada local em escala mundial

Alexandre tinha metas ousadas para elevar a taxa de ocupação da pousada. Ele estava ciente do potencial que tinha em mãos, mas precisava da plataforma certa.

A Bananal Ecolodge combina muitos atributos que agradam visitantes com perfis bem diferenciados. Além do contato com a natureza, a pousada proporciona conforto, harmonia e sustentabilidade. O grande desafio era fazer com que o mundo descobrisse essa encantadora pousada. E a resposta para aumentar as visualizações foi a implantação das soluções da SiteMinder.

O resultado positivo: a elevação da taxa de ocupação

Mesmo antes de testar a ferramenta da SiteMinder, a equipe da Bananal Ecolodge já tinha objetivos ambiciosos. Alexandre, junto com a representante comercial, Luciana Sestari, queria um sistema eficaz e fácil de usar, que lhes trouxesse resultados rápidos e tangíveis.

Após conhecer a SiteMinder numa feira de turismo, Alexandre e Luciana começaram a usar a plataforma, que gerou para a pousada um incremento em torno de 30 a 50% na sua taxa de ocupação.

Nas palavras do proprietário Alexandre, o resultado vem sendo fantástico:

«A gente colocou metas e confesso para você que estamos atingindo de forma muito satisfatória. E, sem dúvida, a SiteMinder fez parte dessa solução para aumentarmos a nossa taxa de ocupação.»

taxa-de-ocupação-siteminder-2No passado, a Bananal Ecolodge contava com recomendações de visitantes e usava uma gestão mais tradicional. A SiteMinder expandiu a exposição da pousada para o mundo, como Luciana Sestari enfatiza:

«Eu posso chegar a qualquer computador e entrar no site… É uma ferramenta muito abrangente. O custo-benefício é incrível.»

As vantagens competitivas do gestor de canais da SiteMinder para pousadas

Segundo dados do IBGE, o Brasil conta com 2,4 milhões de leitos na sua rede de hospedagem, distribuídos pelo país inteiro. Praticamente um terço desses leitos são disponibilizados por pousadas. Veja aqui algumas outras estatísticas do turismo mundial.

A SiteMinder entende o desafio desses estabelecimentos que apresentam um grande potencial, como é o caso da Bananal Lodge, por isso criou o mais poderoso gestor de canais do mundo, uma ferramenta prática, que simplifica a gestão de canais de vendas através da automatização.

O gestor de canais da SiteMinder processa mais de 197.000 reservas pela sua plataforma diariamente, como também gere quartos e atualiza tarifas em 400 canais de distribuição em tempo real, trazendo alcance e visibilidade incomparáveis aos estabelecimentos hoteleiros de todos os tamanhos.

A plataforma elimina o trabalho manual, evita duplicação de reservas, economiza custos e gera relatórios abrangentes que ajudam os proprietários a planejar e administrar a ocupação com dados informativos sobre o desempenho do seu estabelecimento hoteleiro. Assim, a pousada consegue chegar ao público ideal, não só em âmbito local, mas com projeção mundial.

taxa-de-ocupação-siteminder-4Na experiência da Bananal Ecolodge, Alexandre diz que:

«Todas essas informações são fundamentais para o bom andamento da empresa. […] Isso possibilitou a gente tocar o negócio adiante e espero fazer isso por muitos e muitos anos.»

 

 

 

 

Gaste mais tempo com o que importa: os seus hóspedes

As ferramentas da SiteMinder ajudam estabelecimentos hoteleiros de todos os tamanhos a focarem no que realmente lhes importa: os seus hóspedes.

Na plataforma, pode-se exibir os melhores atributos da propriedade em todos os canais, como fotos e informações sobre os quartos. É possível vender os quartos em várias moedas e processar pagamentos em apenas dois cliques. A plataforma também facilita a personalização e o planejamento de acordo com a estratégia do hoteleiro, seja ela a nível doméstico ou internacional.

Os seus relatórios detalhados mostram indicadores de desempenho e tendências sazonais para otimizar estratégias de distribuição on-line com base em dados decisivos. O seu painel de controle fornece uma visualização intuitiva de todos os canais conectados e informações de reservas.

Fonte: Felipe Carneiro - Diario Catarinense

Atividade turística em SC cresceu 3,1% no 1º trimestre

Fonte: Felipe Carneiro - Diario Catarinense

Fonte: Felipe Carneiro – Diario Catarinense

 

O índice de volume das atividades turísticas de Santa Catarina cresceu 3,1% no primeiro trimestre deste ano ante o mesmo período de 2017. O dado coloca o Estado como uma das únicas quatro unidades da Federação que registraram resultado positivo, atrás de Espírito Santo (14,3%) e Pernambuco (6,4%) e à frente de Goiás (2,8%). No país, o setor retraiu 1,9%, com as maiores baixas verificadas no Rio de Janeiro (-7,5%), Bahia (-4,6) e Ceará (-2,8%).

Em receita, o trade catarinense avançou 3,8% entre janeiro e março, quase o dobro da média nacional (2%). Novamente, os melhores desempenhos nesse quesito foram aferidos por capixabas (20,7%) e pernambucanos (7,7%), seguido por goianos (6,4%) e paulistas (4,9%). Na ponta oposta, o cenário se repete com cariocas (-4,3%), baianos (-0,3%) e gaúchos (0,6%). Os números divulgados pelo IBGE vão de encontro com os levantamentos prévios da Federação dos Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares do Estado (Fhoresc).

– Um dos dois fatores que levamos em conta é a taxa de ocupação, que esteve bastante alta nesta temporada. O outro são os preços praticados, que ou aumentaram ou se mantiveram estáveis – diz o presidente Estanislau Bresolin.

A pesquisa do IBGE, por sua vez, analisa o número de estabelecimentos e a receita dos seguintes segmentos: alojamento e alimentação; atividades culturais, de recreação e lazer; trens turísticos, teleféricos e similares; transporte (aéreo, aquaviário e rodoviário); locação de automóveis; e agências de viagem e operadoras turísticas.

Setor de serviços recua dentro da média nacional

Puxado pela redução de 11,2% no segmento “profissionais, administrativos e complementares”, o volume de serviços de Santa Catarina diminuiu 1,5% no trimestre. No período, porém, a receita das cinco categorias analisadas – serviços prestados às famílias; informação e comunicação; transportes serviços auxiliares aos transportes e correios; e outros completam a lista – aumentou 0,9%. É o 12º baixa consecutiva registrada neste índice pelo Estado no levantamento trimestral, mas a menor desde junho de 2015.

O recuo catarinense está dentro da média brasileira, estimada na mesma baixa de 1,5%. A diferença é que este é o 13º trimestre seguido em que o setor cai no país, apesar do comportamento insinuar uma leve recuperação entre os últimos trimestres de 2016 (-6,0%) e de 2017 (-0,1%). Roraima, com 1,4%, lidera a lista dos seis Estados que apresentaram crescimento no indicador. A maior retração ocorreu no Rio Grande do Norte (-10,8).