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200 dias: Um Turismo feito de empregos, parcerias e inclusão social

Conheça as entregas do Ministério do Turismo nas áreas de infraestrutura, conectividade e competitividade do setor.

Mais de 410 obras de infraestrutura e R$ 233 milhões investidos em todos os estados brasileiros. Mais de R$ 5 bilhões em projetos para financiar ações de turismo regional e R$ 200 milhões para alavancar o desenvolvimento de 158 municípios. Novas empresas aéreas no mercado nacional e isenção de vistos aliada ao aumento na procura pelo destino Brasil. Esses são alguns marcos que representam as novas políticas e a nova visão sobre o desenvolvimento do setor de Viagens no país, implementada pelo Ministério do Turismo em 200 dias de gestão.

Geração de emprego e renda, ambiente de negócios mais competitivo para o setor, mais atração de investimentos, mais parcerias para integrar destinos turísticos aos países vizinhos, mais opções para os turistas, ações inovadoras e de inclusão social são os objetivos que norteiam a nova política do MTur para os próximos anos. Um pacto de progresso e abertura para o desenvolvimento do Brasil é o que defende o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

Para o titular da Pasta, a chave da gestão é um turismo voltado para a transformação da vida dos brasileiros e do posicionamento do Brasil no mercado interno e mundial. Atualmente, o setor é responsável por cerca de 7 milhões de empregos diretos e indiretos no país. “Queremos um setor integrado com os anseios de quem faz o turismo lá na ponta, de quem recebe nossos turistas. E para isso precisamos de um mercado mais atrativo, dinâmico e competitivo. Sem investimento, não há progresso, não há crescimento. O Turismo liderará um novo ciclo econômico e estamos trabalhando para que os resultados venham o mais breve possível”, afirmou o ministro.

Na conectividade aérea, uma das principais bandeiras defendidas por Álvaro Antônio, a aposta é impulsionar a entrada de empresas estrangeiras para tornar o mercado ainda mais acessível à população, com preços menores e uma diversidade de opções para viajar. Após a assinatura do presidente Jair Bolsonaro que sancionou a abertura do mercado aéreo nacional ao capital estrangeiro e com a articulação do ministro do Turismo para trazer a Air Europa ao Brasil, a companhia espanhola foi a primeira a se instalar no país e já está autorizada a operar voos entre destinos nacionais.

Além disso, a Flybondi, companhia low cost (de baixo custo), também incluiu o Brasil em sua estratégia de mercado e já vende bilhetes para o trecho Buenos Aires-Rio de Janeiro. As passagens podem chegar a R$ 300 por voo e o voo inaugural deve acontecer em outubro. Em uma simulação com ida e volta em outubro, as passagens da empresa aérea argentina na rota custam entre R$ 950 e R$ 1.400 (com taxas). No mesmo período, escolhendo os voos mais baratos da Gol, Latam e Azul, a mesma viagem sairia por cerca de R$ 2 a 3 mil. A empresa já estuda ampliar a rota para cidades como São Paulo, Porto Alegre, Brasília e Salvador. A operação da Flybondi se junta ao grupo de empresas aéreas de baixo custo que já possuem voos regulares ligando outros países a vários destinos do Brasil – a chilena Sky Airline e a norueguesa Norwegian Air.

Outra demanda que beneficia o mercado brasileiro com a entrada de mais estrangeiros e consequentemente mais geração de renda e emprego dentro do país é a isenção de vistos para viajantes de quatro países estratégicos, em vigor desde 17 de junho. Com apoio dos ministérios das Relações Exteriores e da Justiça, o MTur isentou o visto aos turistas do Canadá, Japão, Estados Unidos e Austrália. A medida fez com que a procura pelo Brasil aumentasse significativamente.

De acordo com o Grupo Amadeus, uma das maiores empresas de tecnologia e viagens do mundo, com a assinatura do decreto que dispensou a exigência de vistos para as quatro nacionalidades, houve alta de 53% a 158% na quantidade de reservas em destinos nacionais realizadas por turistas desses países para visitar o Brasil entre junho e setembro deste ano. Também houve crescimento nas pesquisas pelo país para turismo, com índices que variavam de 31% a 76%.

PRESERVAÇÃO ALIADA AO DESENVOLVIMENTO

Prevista no Plano Nacional do Turismo 2018-2022, o Ministério do Turismo vem trabalhando também na execução da Política Nacional de Gestão Turística dos Patrimônios Mundiais. A entrega representa um marco na valorização e preservação dos patrimônios naturais e culturais do país. Paralelamente, o MTur se prepara, ainda, para definir regras e procedimentos da utilização de áreas, preferencialmente da União, com potencial para o desenvolvimento sustentável do turismo. A ideia é fazer a gestão dessas áreas com alta atratividade turística, mas que estão em desuso ou em situação de depreciação, para desenvolver, ali concessões de atividades típicas do setor de Viagens.

TURISMO REGIONAL

As cinco regiões do Brasil contam agora com um programa que vai mudar a realidade do turismo local por meio do fortalecimento dos pequenos negócios e do desenvolvimento social e econômico de cada destino brasileiro. Em parceria com o Sebrae e a Embratur, o Ministério do Turismo vai investir R$ 200 milhões, por meio do Investe Turismo, em 158 municípios contemplados em 30 rotas turísticas estratégicas para o país. A Pasta já percorreu 10 estados brasileiros para desenvolver um plano integrado com as instâncias de governança regionais e com a iniciativa privada, impactando cerca de 4 mil micro e pequenos empreendimentos em todo o Brasil.

Além disso, o Ministério já investiu, por meio de repasses a municípios e estados, R$ 233 milhões em 412 projetos de obras em infraestrutura em 200 dias de gestão. Projetos que haviam sido iniciados em 2007 foram finalizados nestes seis primeiros meses do ano.

Desde o dia 1º de janeiro, para viabilizar investimentos privados no setor com linhas de crédito mais dinâmicas e acessíveis, foram concedidos financiamentos de R$ 28 milhões a 14 empreendimentos, principalmente micro e pequenas empresas. Nos meses de abril e maio, houve a geração e/ou manutenção de 728 empregos por meio de projetos do Fungetur (Fundo Geral do Turismo). O objetivo é que o Fundo possa, até 2020, financiar 2 mil empreendimentos turísticos com 30 mil empregos criados e mantidos.

Selo Prodetur + Turismo, mais de R$ 5 bilhões foram pleiteados em 151 propostas de estados, municípios e da iniciativa privada. O programa do Ministério contempla desde ações como a urbanização de orlas, sinalização turística e a captação de eventos até a instalação de novos empreendimentos e marketing, entre outras.

Para o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, “a primeira missão deste governo, como o próprio presidente Jair Bolsonaro afirmou, é não atrapalhar quem quer produzir. Por isso, estamos debruçados em projetos e programas que destravem a economia, gerando um ambiente de negócios frutífero ao empresário, ao investidor e o principal: cheio de oportunidades para os brasileiros”, finaliza.

Fonte: Ministério do Turismo

Marcelo Álvaro Antônio assume o cargo de ministro do Turismo

Marcelo Álvaro Antônio, ministro do Turismo.

Marcelo Álvaro Antônio, ministro do Turismo.

 

Ministro ressalta a importância do setor para o desenvolvimento econômico e geração de emprego no Brasil no discurso de transmissão do cargo.

Colocar o turismo no centro da agenda política e econômica do governo. Esta será uma das prioridades da gestão do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, que recebeu o cargo na quarta-feira (2) do antecessor Vinicius Lummertz em cerimônia realizada em Brasília. A continuidade de ações e programas que vem gerando resultados, como o Prodetur + Turismo, visto eletrônico, concessões de parques naturais, também estão na agenda do novo titular da Pasta.

No discurso de posse, o ministro ressaltou a importância do setor, como um vetor para geração de emprego, renda e desenvolvimento do país. Fez um agradecimento especial ao presidente Jair Bolsonaro pela confiança e disse que, mesmo antes de tomar posse na Presidência, ele já havia demonstrado “grande visão e sensibilidade” com a manutenção do Ministério do Turismo como uma pasta exclusiva na Esplanada dos Ministérios.

“Hoje, assumo um dos maiores desafios da minha vida pública e me sinto honrado com a oportunidade de contribuir para este Governo que se inicia e que, certamente, fará mudanças estruturantes em nosso país”, disse Marcelo Álvaro Antônio para uma plateia composta por parlamentares, prefeitos, membros do Conselho Nacional de Turismo e do corpo diplomático, servidores do Ministério do Turismo e da Embratur, de familiares do novo ministro, entre outros.

Na presença da mãe Vilma Penido Dias, que integrou a mesa de autoridades, Marcelo Antônio fez uma homenagem ao pai Álvaro Antônio, de quem herdou o nome político, e falou também dos desafios de sua gestão. Entre eles, o de melhor aproveitar as vantagens comparativas do país, reduzir o custo Brasil, dar prosseguimento às ações de ampliação da conectividade aérea, melhorar o ambiente de negócios e incentivar o empreendedorismo com a redução da burocracia. “É hora de transformar todo o vasto potencial do Brasil em retorno econômico”.

Ao transmitir o cargo ao novo ministro, Vinicius Lummertz fez um balanço da sua gestão. Apontou como conquistas importantes a implantação do visto eletrônico, com crescimento de 40% na concessão para turistas do Japão, Estados Unidos, Canadá e Austrália; os novos acordos de céus abertos com países como os EUA, Holanda e Grã-Bretanha e a entrada de empresas de baixo custo no país, a edição de Medida Provisória que abre o mercado de aviação a empresas internacionais.

O ex-ministro citou ainda a isenção de impostos de importação para parques temáticos, a flexibilização das leis trabalhistas, atribuindo esses avanços ao trabalho conjunto do MTur com as entidades e empresas do setor de turismo. O ex-ministro, nomeado secretário de Turismo do Estado de São Paulo, manifestou ainda “um sentimento de fé nesse novo momento do Brasil”.

Cerimônia – Durante a transmissão de cargo ocuparam lugar no palco, além da mãe do novo ministro, o deputado Herculano Passos, presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Turismo; o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade; o presidente do Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio, Alexandre Sampaio, que representou as entidades do setor de turismo.

 

Fonte: Ministério do Turismo

Primeiros contratos do Prodetur + Turismo são assinados

Ministros Vinicius Lummertz e Marcelo Álvaro Antônio com o prefeito de Gaspar (SC) após assinatura do contrato

Ministros Vinicius Lummertz e Marcelo Álvaro Antônio com o prefeito de Gaspar (SC) após assinatura do contrato

 

Valor financiado soma R$ 108 milhões para Canela (RS) e Gaspar (SC), que vão executar projetos estruturantes de desenvolvimento do turismo.

 

Foram assinados na tarde deste terça-feira (18), em Brasília, os primeiros contratos de financiamento do Prodetur + Turismo, uma das principais iniciativas de acesso ao crédito para o fomento e estruturação do setor de turismo no país. Na cerimônia que formalizou o repasse de recursos do programa para os municípios de Gaspar (SC) e Canela (RS), consagrados com o Selo Oficial +Turismo, o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, recebeu como convidado o próximo titular da pasta, Marcelo Álvaro Antônio, que assinou os documentos como testemunha.

“É muito importante contar com a presença do Marcelo neste momento de comemoração, pois o programa soluciona o problema da falta de recursos para financiamento dos projetos dos municípios e empresas do turismo. São recursos que complementam o orçamento restrito do MTur”, afirmou Lummertz.

Após reunião de transição no ministério, o futuro ministro participou da cerimônia, em gabinete, e falou da importância de iniciativas como o Prodetur + Turismo para resolver os gargalos de infraestrutura do turismo “de forma inteligente”. O programa foi lançado pelo Ministério do Turismo em abril deste ano e hoje possui uma carteira de 115 projetos em análise que somam R$ 4,23 bilhões, valor bem próximo ao teto de R$ 5 bilhões previstos inicialmente pelo BNDES.

Os prefeitos dos municípios de Gaspar, Kleber Wan-Dall, e de Canela, Constantino Orsolin, falaram do impacto positivo do financiamento para o desenvolvimento do turismo nas duas cidades. “Com esse recurso vamos ampliar as opções de lazer e melhorar a infraestrutura turística municipal”, disse o prefeito Wan-Dall, cujo contrato assinado é de R$ 60 milhões. Em Canela, o contrato contempla obras de pavimentação e drenagem em vários pontos da cidade e sinalização turística urbana e rural, no valor de R$ 48 milhões. “O Prodetur + Turismo é um programa que, de fato, ajuda a mudar o país”, comentou Orsolin.

Presentes também ao evento, representantes do BNDES, principal financiador do programa governamental, que também conta com recursos do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), e do Badesul Desenvolvimento, que assinou contrato com a Prefeitura de Canela. “O Prodetur + Turismo deu tão certo que criamos uma linha com recursos próprios para atender os municípios gaúchos”, disse Jeanett Lontra, diretora presidente do Badesul.

O evento, que ocorre há cerca de 10 dias do final do atual governo, reuniu as equipes do Ministério do Turismo envolvidas na implementação do Prodetur + Turismo. Os secretários de Estruturação do Turismo, Antônio Parente, e de Qualificação e Promoção do Turismo, Bob Santos, e seus respectivos assessores diretos, além de parlamentares. O programa é operacionalizado pela Coordenação Geral de Planejamento Territorial, do Departamento de Ordenamento do Turismo do MTur.

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Fonte: Ministério do Turismo