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Eficiência Energética em Edificações (EEE) no setor Hoteleiro

 

No momento atual com notícias constantes de reajustes dos valores das contas de energia, é necessário investir em estratégias sustentáveis para economia. Assim é essencial que a rede hoteleira mantenha uma gestão otimizada de custos, analisando quais gastos podem ser diminuídos ou suprimidos sem acarretar em queda na qualidade dos serviços.

Edificações hoteleiras demandam como peculiaridade o fato de funcionarem sucessivamente sem paradas e serem um espaço no qual grande número de atividades ocorrem em suas dependências. O aumento das demandas por viagens e hospedagens eleva cada vez mais a concorrência no setor, gerando necessidades de ampliar as escalas de operação, minimizar custos, concentrando desta forma diversos esforços neste sentido.

Portanto é importante ressaltar que a implementação de medidas sustentáveis de Eficiência Energética em Edificações (EEE) pode afetar significativamente o impacto do consumo de energia neste setor. Estas ações organizadas de forma sistêmica (MR- Modelo de Referência) podem tornar o empreendimento uma respeitável indicação para um público que valoriza e se preocupa cada vez mais com esse tipo de prática.

Esta nova visão pode ser desenvolvida por meio de novas posturas acompanhadas por Modelagens Específicas (ME) e voltadas para este nicho de mercado, complementadas ainda por estratégias de marketing que atrelam a imagem destas iniciativas socioambientais a um diferencial competitivo de mercado.

A cada dia que passa cresce o número de pessoas que utilizam a internet como forma de compra dos meios de hospedagem, estes posteriormente respondem a avaliações feitas sobre suas experiências de estadia. Estas avaliações, sutilmente contemplam também itens de sustentabilidade e possuem por objetivo sensibilizar quanto a importância destas práticas.

Porém, por outro lado, percebe-se também que alguns empreendimentos hoteleiros, não estão preparados ou até mesmo possuem desconhecimento técnico específicos que os tornem capazes de se destacar no mercado por meio destas medidas.

Finalmente é fundamental a conscientização para que esta nova visão perdure, diminuir o impacto ambiental e otimizar a Eficiência Energética em Edificações (EEE). Para isto é necessário que gestores, funcionários e colaboradores sejam preparados e treinados a usar uma modelagem específica buscando “o como” realizar este feito, por meio de técnicas, processos e serviços.

  • JC Berndsen é Consultor Técnico da AYZER Soluções Técnicas (www.ayzer.com.br), Doutor pela UFSC – Engenharia de Sistemas Mecânicos; Mestre em Ciências Térmicas pela Universidade Federal do Paraná (UFPR); Pós-Graduado em Engenharia Econômica; Graduado em Engenharia Mecânica. É membro do grupo de pesquisa da UFSC (GEPPS) no qual desenvolve pesquisas na Modelagem de Desenvolvimento de Processos, Produtos e Serviços;

 

CURSO PMOC: Plano de Manutenção Operação e Controle

Objetivo

Capacitar os participantes demonstrando a importância que representa o conhecimento do PMOC – Plano de Manutenção Operação e Controle com o respectivo gerenciamento adequado.

Benefícios

Otimizar a manutenção, atender as normas da vigilância sanitária, reduzir desperdícios, perdas, além de prejuízos financeiros.

Público Alvo

Gerentes, Profissionais que estejam envolvidos direta ou indiretamente com a gestão de Manutenção e Melhorias de Processos.

Competências desejadas:

Ao final do curso o participante deverá ser capaz de:
a) Compreender as principais técnicas e práticas sobre o PMOC, aplicável aos sistemas de
climatização.
a) Perceber a importância que representa o conhecimento do PMOC – Plano de Manutenção Operação e Controle com o gerenciamento adequado.
c) Aplicar o Plano de Operação, Manutenção e Controle em seu local de trabalho

Estrutura do Curso:

• Portaria nº 3523 (PMOC – Plano de Manutenção Operação e Controle)
• Programa Qualidade Total “5S”
• Elaboração e acompanhamento do PMOC
• Passos de Implantação (Controle e Qualidade)
• Manutenção Preventiva e Preditiva
• Manutenção Corretiva e Controle de ocorrências
• Relatórios e Indicadores Controle de documentos

Confira a agenda das próximas capacitações!

Garanta sua vaga! 🛎🛎

– Associado: R$ 160,00 ✅
– Não Associado: R$ 220,00✅

Inscrições e Informações:

comercial@abih-sc.com.br
48 3222-8492
48 9 8843-7659

Evento reuniu autoridades do setor de Viagens e Turismo em Brasília nesta quarta-feira (29)

Lideranças discutem estratégias para expandir cruzeiros no Brasil

Evento reuniu autoridades do setor de Viagens e Turismo em Brasília nesta quarta-feira (29)

Evento reuniu autoridades do setor de Viagens e Turismo em Brasília nesta quarta-feira (29)

 

O crescimento de 13% na oferta de leitos em navios na temporada 2018/2019 foi considerado baixo perto do potencial do setor no Brasil, segundo análise do II Fórum Clia Brasil 2018, realizado em Brasília nesta quarta-feira (29). “Aquela temporada 2010/2011, com 20 navios no nosso litoral não nos sai da cabeça. Este evento reúne as pessoas corretas para discutir soluções plausíveis para voltarmos a incluir o país na rota dos navios”, comentou Estela Farina, presidente do Conselho da Clia Abremar. Apesar do aumento na oferta de vagas nos cruzeiros, o número de embarcações permanece estável, com sete navios.

Para o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, o Brasil precisa traçar uma estratégia clara de atração de investimentos com a melhoria do ambiente de negócios e redução da burocracia. “Não é possível que um investidor precise esperar 12 anos para abrir uma marina ou um resort no Brasil ou que a burocracia expulse os cruzeiros dos nossos litorais”, comentou Lummertz.

Entre os entraves que dificultam a atração de novos navios para o Brasil estão a falta de infraestrutura, as leis trabalhistas brasileiras, altas cargas tributárias e elevadas taxas de atracação. “Geralmente temos mais de 50 nacionalidades trabalhando a bordo e, por isso, existe a convenção trabalhista internacional para regular a relação emprego e empregador”, explicou Mário Franco, diretor da Royal Caribbean, empresa responsável por 25% do mercado de cruzeiros no mundo e que detém mais de 40 navios.

Além de representantes do cruzeiros, o II Fórum Clia Brasil 2018 reuniu gestores públicos da esfera federal e de estados onde a atividade de cruzeiros representa um importante vetor da economia, como o Ceará, e os municípios de Búzios, Ilhabela, Porto Belo, Camboriú e Santos. De acordo com estudo realizado pela FGV, cada cruzeirista gasta R$ 515 nas escalas e cada grupo de 15 passageiros gera um emprego.

 

Fonte: Ministério do Turismo.

Veja também: Curso de Recepção