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Os 3 erros fatais quando se promove um colaborador

A gestão e o desenvolvimento de pessoas às vezes parece trazer algumas armadilhas. Lidar com “gente” não é simples. No ambiente corporativo, requer conhecimento, técnicas e observação de aspectos legais. Diariamente vemos colaboradores crescerem e conquistarem novos postos em seus setores ou na empresa. E porque as vezes não dá certo?
Vamos analisar juntos, 3 dos erros fatais que cometemos ao promover um colaborador e algumas dicas de como evitar ou amenizar os efeitos:
1º Erro: Promover o melhor colaborador do setor esquecendo-se que precisam ter outras habilidades além das quais ele se destacou. Ex: em hotelaria temos as vezes a promoção da melhor camareira e esquecemos que se ela será Supervisora deverá ter censo crítico na observação do serviço alheio e se for para Governança deverá ter habilidades de liderança; num time de futebol: o melhor jogador poderá ser o técnico do time no futuro, mas nem sempre, habilidade com a bola não o credencia a uma função que deverá ser estratégica, de liderança e com visão sistêmica.
2º Erro: Promovemos o colaborador  e não fazemos as devidas apresentações: explicação de como será a função dele daqui pra frente ( principalmente se for no mesmo setor e o cargo não existia, caso já exista , explicar como será e o que se espera de todos envolvidos) Todos os colaboradores devem ser informados em relação as mudanças de cargos. Este é um dos maiores erros que afetam diretamente produção, operação e relacionamento interpessoal. E normalmente é silencioso para os que estão em posições superiores, porque acontece longe da supervisão cotidiana, quando se faz notar já provocou problemas internos e as vezes até mesmo nos resultados da empresa.
3º Erro: Promovemos o colaborador mas ainda o tratamos como no cargo anterior. É preciso entender que a promoção afeta o colaborador principalmente em relação a responsabilidades, expectativas. É uma tendência que ele mude o seu comportamento. Nesta etapa, o acompanhamento é fundamental. Bem como o desenvolvimento dos demais incluindo os superiores que realizaram a promoção e certamente esperam resultados. Avaliação , acompanhamento, metas claras , qualidade de informação e comunicação interna serão fundamentais para auxiliar no crescimento.
Erro subentendido: a promoção é uma recompensa! Promoção deve levar em conta: competência, adequação ao perfil da função, habilidade técnica…entre outros quesitos.
Complicado? 
Que tal seguir uma orientação valiosa?  E num nível generalizado ou seja, comece por cuidar da equipe como um todo e observar qualidades individuais que formam um grupo de sucesso! Eis a dica de Daniel H. Pink em seu livro Motivação 3.0:
“Anime com propósito, não motive com recompensas. Nada une mais uma equipe do que uma missão em comum. Quanto mais pessoas se unirem em torno de uma mesma causa- seja criar algo maravilhoso, superar um concorrente de fora ou mesmo mudar o mundo-, mais seu grupo realizará o trabalho gratificante e de qualidade.”.

Lara Perdigão

Relações Públicas ABIH-SC

Turismo busca apoio de presidenciáveis ao setor

Documento elaborado pela cadeia produtiva do turismo ressalta potencial do setor para liderar novo ciclo de desenvolvimento no Brasil

Com o objetivo de incluir o turismo na pauta prioritária do país e transformar o potencial brasileiro em realidade, 25 entidades e associações da cadeia produtiva do turismo que compõem o Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC entregaram aos candidatos à Presidência, documento com propostas para a construção e consolidação de uma política pública do setor.

Intitulado Turismo: +desenvolvimento, +emprego +sustentabilidade, o material aponta caminhos para impulsionar a indústria do turismo como vetor importante da retomada do crescimento econômico e da geração de empregos por meio de cinco pilares de ação: infraestrutura, promoção, gestão e monitoramento, segurança jurídica e competitividade.

“Essa mobilização do setor é extremamente importante para o turismo como vetor econômico deixar de ser uma unanimidade retórica e passar a ser uma prioridade na agenda estratégica do país”, comentou o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz. De acordo com a última edição do Estudo de Competitividade do Fórum Econômico Mundial, num ranking de 136 países, o Brasil ocupa a 106ª colocação no quesito priorização do setor de turismo e viagens.

“O setor é extremamente abrangente e reúne cerca de 60 atividades econômicas. Apesar de ser fundamentalmente realizado pela iniciativa privada, é uma indústria fortemente impactada pelas políticas públicas, uma vez que depende de infraestrutura, segurança, serviços de saúde e condições macro e microeconômicas favoráveis para o seu bom desempenho, como câmbio e tributação, por exemplo”, diz o presidente do Cetur, Alexandre Sampaio.

A cadeia produtiva recomenda que sejam observadas algumas premissas fundamentais para a implementação das medidas. Entre elas estão a adoção políticas de taxação inteligentes, que incluem simplificação tributária e desburocratização, para melhorar o ambiente de negócios.

O documento destaca que é necessário dar continuidade às políticas para o turismo que devem ser encaradas como políticas de Estado e ter como premissas fundamentais a transparência e o monitoramento permanente. Um comitê de líderes empresariais tem feito a entrega do documento aos candidatos à Presidência da República independente da ideologia política dos mesmos. Todos os candidatos melhores pontuados nas pesquisas preliminares já receberam a publicação.

O documento na íntegra está disponível em: http://bit.ly/TurismoPropostas

Entidades do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) que participaram da elaboração do documento:

 

FNHRBS – Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares

ABAV – Associação Brasileira de Agências de Viagem

ABEAR – Associação Brasileira das Empresas Aéreas

ABEOC – Associação Brasileira de Empresas de Eventos

ABETA – Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura

ABIH NACIONAL – Associação Brasileira da Indústria de Hotéis

ABLA – Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis

ABOTTC – Associação Brasileira das Operadoras de Trens Turísticos e Culturais

ABR – Associação Brasileira de Resorts – Resorts Brasil

ABRACCEF – Associação Brasileira de Centros de Convenções e Feiras

ABRACORP – Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas

ABRASEL NACIONAL – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes

ABRASTUR – Associação Brasileira de Turismo Social

ABRATURR – Associação Brasileira de Turismo Rural

ABREMAR – Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos

ALAGEV – Associação Latino-Americana de Gestores de Eventos e Viagens Corporativas

ANTTUR – Associação Nacional dos Transportadores de Turismo e Fretamento

BITO – Associação Brasileira de Turismo Receptivo Internacional

BRASIL C&VB – Brasil Convention & Visitors Bureau

BRAZTOA – Associação Brasileira das Operadoras de Turismo

FOHB – Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil

SEBRAE NACIONAL – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas

SINDEPAT – Sistema Integrado de Parques Temáticos e Atrações Turísticas do Brasil

UBRAFE – União Brasileira dos Promotores de Feiras

UNEDESTINOS – União Nacional dos CVBs e Entidades de Destinos

 

Fonte: Ministério do Turismo