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Cooperação em Turismo aproxima Brasil e Eslováquia

 

Países firmam acordo para promover intercâmbio de visitantes e ações em parceria para o desenvolvimento do setor.

Um memorando de entendimento assinado nesta quarta-feira (03) em Brasília entre o Ministério do Turismo brasileiro e o Ministério dos Negócios Estrangeiros e Europeus da República Eslovaca define bases para a cooperação dos países em ações voltadas para o desenvolvimento do Turismo nos próximos cinco anos. Sugerido pelo governo eslovaco, o acordo considera a importância do ramo à economia e prevê esforços no sentido de estimular o intercâmbio de viajantes, impulsionando o desenvolvimento sustentável do setor nas duas nações.

O secretário-executivo do MTur, Alberto Alves, que participa das negociações junto à Embaixada da Eslováquia desde fevereiro de 2017, prevê avanços a partir da aproximação bilateral. “Este memorando segue a estratégia do governo brasileiro de ampliar a inclusão do Brasil no cenário internacional, e o nosso objetivo é fazer do turismo um agente de aproximação. Vamos inaugurar uma nova fase na relação com a Eslováquia, proporcionando o aproveitamento de todo o potencial turístico dos países e o crescimento econômico”, observou Alves.

O texto prevê a facilitação de formalidades e procedimentos alfandegários, em conformidade com leis, regulamentos e acordos internacionais dos quais os países sejam signatários, com o objetivo de intensificar o fluxo turístico. O documento estabelece, ainda, diretrizes para ampliar a troca de conhecimentos sobre a cultura, o modo de vida e a história de cada povo.

O secretário do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Lukáš Parízek, manifestou o otimismo quanto ao estreitamento das relações. “O turismo é essencialmente uma forma de desenvolver economias, gerando recursos e conhecimento aos povos. Muitos eslovacos querem conhecer o Brasil, e desejamos que os brasileiros também queiram. Juntos, podemos oferecer informações aos dois lados”, frisou Parízek.

Brasil e Eslováquia também deverão incentivar investimentos públicos e privados no segmento, de forma a permitir a melhoria da infraestrutura voltada à recepção de viajantes, além de cooperar por meio de treinamentos, intercâmbio de especialistas e outras formas de assistência técnica.

Também participaram da assinatura do memorando Milan Cigán, embaixador extraordinário e plenipotenciário da República Eslovaca no Brasil; o secretário nacional de Qualificação e Promoção do Turismo do MTur, Bob Santos; o chefe da Assessoria de Relações Internacionais do MTur, Rafael Luisi; a diretora de Marketing e Apoio à Comercialização do MTur, Vanessa Mendonça; e o secretário da Divisão de Operações de Promoção Comercial do Ministério das Relações Exteriores, Jean Paul Coly, entre outras autoridades presentes.

SOBRE A ESLOVÁQUIA – O país da Europa Central faz fronteira com República Checa, Áustria, Polônia, Ucrânia e Hungria. Em 2015, 4,7 milhões de cidadãos eslovacos viajaram pelo mundo, segundo a OMT, que também aponta a escolha da Eslováquia como o destino de 1,7 milhão de viajantes mundiais. As relações diplomáticas com o Brasil tiveram início em 1993, quando da dissolução da Tchecoslováquia. A Embaixada do Brasil em Bratislava, capital eslovaca, foi inaugurada em 2008. Até então, o relacionamento bilateral era promovido pela Embaixada do Brasil em Viena, na Áustria.

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Fonte: Ministério do Turismo

Embratur apresenta a percepção do trade internacional em relação ao Brasil

 

O Panorama de Comercialização traz a opinião do trade internacional sobre o receptivo brasileiro, bem como os pontos fortes e fracos do país

A Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) lançou a segunda edição do Panorama de Comercialização em que apresenta a percepção do trade turístico internacional em relação ao receptivo brasileiro, que são fornecedores do segmento no país. O documento traz informações dos 14 principais países emissores de visitantes estrangeiros para o Brasil.

“Além de destacar a visão dos profissionais que comercializam para os turistas interessados no País, o material mostra quais são as principais características do destino Brasil, principais concorrentes, os segmentos e nichos mais procurados e respectivos destinos com apelo na geração de negócios”, explica a presidente do Instituto, Teté Bezerra.

O trade turístico internacional, responsável pelos dados fornecidos no Panorama de Comercialização, é composto por operadores e agências de viagens, companhias aéreas e players da indústria de turismo, como as associações. O produto possui destaques de cada país (Argentina, Alemanha, Canadá, Chile, Colômbia, EUA, Japão, França, Portugal, Itália, Espanha, Rússia, Paraguai e Reino Unido). Os lançamentos de novos voos, de frequências e as ações mais demandadas no mercado também constam no material.

O material mostra, por exemplo, que, na Alemanha, a diversidade de oferta turística é um fator que contribui para a escolha do destino Brasil. Na Argentina, a proximidade, a grande extensão de praias e a boa conectividade aérea são os principais destaques do trade em relação ao País. Canadá, Estados Unidos, Japão e Rússia afirmam que a distância e a baixa oferta de voos diretos dificultam a comercialização. No entanto, no mercado norte-americano, o trade demonstrou boas expectativas em relação ao visto eletrônico. Já na Rússia, o Brasil é considerado um País exótico pela natureza diversificada, com rica fauna e flora, e atrativo pelo Carnaval.

Devido à proximidade, nos demais países sul-americanos, como Chile, Colômbia e Paraguai, o destaque é para a grande oferta de frequências de voos semanais. Além disso, os chilenos reforçam a hospitalidade brasileira como fator diferencial, os colombianos se sentem atraídos pelos preços e os paraguaios pela variedade de opções para diferentes tipos de público e faixa de renda.

Na Europa, Espanha, França e Itália também foram consultados. Os franceses demonstraram boas expectativas em relação ao aumento na oferta e voos e, os italianos, escolhem os destinos brasileiros pela possiblidade de fazer roteiros com os países vizinhos da América do Sul.

“Para a elaboração do documento, consolidado pela Diretoria de Inteligência Competitiva e Promoção Turística da Embratur, foram utilizadas informações de pesquisas realizadas pelos Escritórios Brasileiros de Turismo (EBTs), junto ao trade turístico de cada mercado”, informa a chefe de Divisão da Coordenação-Geral de Inteligência Competitiva e Mercadológica do Turismo, Angela Baltazar.

As publicações estão disponíveis no portal Visit Brasil, na aba Trade.

 

Fonte: Embratur

Brasil busca referências mundiais de formação em Turismo

Qualidade dos cursos de Turismo foi pauta de seminário internacional nesta quarta-feira (12), em Brasília. Foto: Roberto Castro/MTur

 

Certificação da Organização Mundial do Turismo para cursos de formação profissional foi tema de seminário internacional no Ministério do Turismo em parceria com o MEC.

 

A proposta de adesão do Brasil ao programa da Organização Mundial do Turismo (OMT), que certifica a qualidade da formação em Turismo, foi discutida em seminário realizado nesta quarta-feira (12) em Brasília. O evento foi promovido pelo Ministério do Turismo em parceria com o Ministério da Educação e a Fundação Themis, braço educacional da OMT. O debate foi sobre os critérios, já aplicados em 30 países, para atestar a qualidade dos cursos de Turismo no Brasil e no mundo. Além dos ministros do Turismo e substituto da Educação, Vinicius Lummertz e Henrique Sartori, e da presidente da Embratur, Teté Bezerra, estiveram presentes técnicos das duas pastas, da OMT e de instituições públicas e privadas de ensino superior que atuam na formação profissional em Turismo e hospitalidade no Brasil.

Para o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, o Brasil está dando um passo importante ao buscar referências internacionais para a formação dos profissionais brasileiros da indústria do turismo. “O referencial internacional vai elevar o patamar de qualidade dos serviços brasileiros, já conhecidos mundialmente através de pesquisas, pela nossa receptividade. Mas precisamos levantar esse patamar em parceria com a OMT. Com a certificação internacional, mais rapidamente nós aprenderemos. As instituições de ensino vão se transformar por competição ou por motivação e os formados sairão melhor preparados para o mercado de trabalho”, destacou.

A busca por referências mundiais sobre a qualidade dos serviços no turismo poderá render vantagens para as instituições que formam profissionais do setor. O ministro substituto da Educação, Henrique Sartori, assegurou o compromisso do Ministério da Educação com o MTur em agregar a certificação da OMT aos programas do MEC. “Vamos conferir bonificações regulatórias para que esses cursos possam aderir a essa programação da OMT e as instituições possam gozar de renovação e de reconhecimento e, até mesmo, a ampliação de oferta de vagas de forma mais robusta”, disse Sartori.

Entre outras vantagens da certificação de qualidade atestada pela OMT, além da regulamentação brasileira, o aluno de turismo, em seu banco escolar, se iguala com a formação em Turismo praticada no mundo inteiro. Para a coordenadora do curso de Turismo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Danielle Fernandes, uma chancela da OMT representa um diferencial importante para o curso que obteve um “cinco”, nota máxima na avaliação do MEC. “Se obtivermos essa chancela da OMT será o reconhecimento internacional do trabalho que temos feito aqui no Brasil”, disse a professora, ao destacar que o curso passou por uma atualização recente no projeto pedagógico.

Para o secretário nacional de Qualificação e Promoção do Turismo do MTur, Bob Santos, o evento marca o início de uma nova fase do ensino do Turismo no País. “Na formação superior, embora seja voluntária, garantir a aplicação do certificado TedQual nos mais de 700 cursos de graduação de turismo em funcionamento no país trará um importante diferencial competitivo para nossos profissionais, uma vez que eles terão uma formação referendada pela maior e mais importante entidade do turismo mundial”, garantiu.

No Brasil, já são mais de 250 instituições de ensino superior que oferecem cursos de Turismo reconhecidos pelo MEC. O diretor da fundação Themis, Omar Valdez, ressaltou que o programa Ted.Qual já certificou mais de 200 programas de 70 universidade em todos os continentes. No Brasil, até o momento, nenhuma instituição solicitou a certificação. A principal base de avaliação da OMT é o Código Global de Ética para o Turismo que, além de formação e qualificação profissional, defende a atividade de forma responsável e sustentável.

 

Fonte: Ministério do Turismo

Cruzeiros poderão ficar mais tempo no Brasil

Decreto publicado no Diário Oficial evita a perda de 7 mil empregos e R$ 450 milhões na economia brasileira.

 

Os amantes dos cruzeiros marítimos têm motivo para comemorar. O Decreto Presidencial número 9.500, publicado nesta  terça-feira (11) no Diário Oficial aumentou de 90 para 180 dias a validade do visto dos profissionais que trabalham nos navios em viagem de longo curso. O texto afasta o risco do Brasil ter uma temporada reduzida de 120 para 90 dias em 2018/2019. Pelas estimativas da entidade que representa os navios de cruzeiros, Clia Brasil , com base na última temporada, caso a duração da estada dos navios na costa brasileira fosse encurtada, a economia nacional perderia 7 mil empregos e R$ 450 milhões.

Para os cruzeiros marítimos, o aumento na validade do visto para marítimos representa uma redução no custo operacional com taxas em R$ 5 milhões.  “Essa era uma demanda histórica, que ajuda a simplificar a nossa operação e, consequentemente, facilita a busca por novos navios para a próxima temporada. É mais um entrave que, com a ajuda fundamental do Ministério do Turismo, com a ajuda da Casa Civil e a atuação determinante da Presidência da República a gente consegue superar”, comentou Marco Ferraz, presidente da Clia Brasil.

A temporada 2018/2019 de cruzeiros começa em novembro e terá sete navios de cabotagem, com viagem com início e fim nos portos nacionais, e 29 embarcações de longo curso, com escalas no país. Em média os navios permanecem 120 dias em operação no Brasil. Uma eventual redução para 90 dias representaria uma perda de 25% na movimentação econômica e geração de emprego. De acordo com estudo da FGV, um cruzeirista gasta mais de R$ 500 em cada escala.

“Não podemos nos dar ao luxo de perder esses empregos e a injenção desses recursos na nossa economia. Temos a obrigação moral de abrir postos de trabalho e criar alternativas para a população. O turismo tem diversas soluções nesse sentido”, comentou o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz.

 

Fonte: Ministério do Turismo

WTM lança novo prêmio e Brasil concorre

Fundadora do Viajar Verde, blog com foco na divulgação de destinos responsáveis, Ana Duék destaca papel da Embratur na promoção internacional

Todos os anos, a WTM Londres apresenta novidades para a cadeia internacional do turismo. Em 2018, o Brasil, com participação confirmada na feira, uma das mais importantes do mundo, poderá ser melhor representado. A jornalista brasileira Ana Duék, fundadora do blog Viajar Verde, foi indicada para concorrer, entre os finalistas, o 1º International Travel & Tourism Awards, na categoria “Melhor Influenciadora Digital no Turismo”. Em sua primeira edição, o prêmio criado pela World Travel Market (WTM) reconhece organizações, empresas e representantes de destaque do setor turístico privado.

Teté Bezerra, presidente da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), destaca a relevância da representatividade. “O blog estimula o intercâmbio de ideias, incentiva que atitudes sustentáveis sejam compartilhadas e cria uma corrente verde e responsável. Atuações como essa devem ser reconhecidas e valorizadas. Desejamos sucesso e boa sorte para a brasileira Ana Duék”, comentou.

Única representante brasileira a participar da fase final do novo prêmio da WTM Londres, Ana falou da importância do reconhecimento e da oportunidade de apresentar seu trabalho, que é de divulgar e ampliar a troca de informações e ideias sobre turismo responsável no Brasil e no mundo e tornar o setor mais consciente e sustentável.

“Acredito que trazer para o prêmio a representatividade não só do Brasil e da América Latina, mas também do Turismo Responsável, é uma oportunidade incrível”, disse a jornalista. Ana destacou, também, o trabalho de promoção turística internacional promovido pelo Instituto: “O Brasil, por meio da Embratur e do MUDA – Coletivo Brasileiro pelo Turismo Responsável, vem fazendo esforços no sentido de se promover como um destino responsável. E espero que eu possa reafirmar isso em Londres, mostrando que o turismo brasileiro está apto a entrar na rota de grandes atrativos turísticos internacionais”, escreveu.

De acordo com Ana Duék, além do Viajar Verde, estão concorrendo outros quatro blogs importantes: The Family Project, In a City Near You – City Break Travel Blog, Inside the Travel Lab e Vagabrothers. Entre os jurados do prêmio estão representantes da OMT, da Reed Exhibitions, WTM, Euromonitor International, Adventure Travel News (ATTA), entre outros. Como destaque, no júri, a brasileira e ex-presidente da Embratur Jeanine Pires.

As outras categorias que serão premiadas pelo International Travel & Tourism Awards são: Melhor Campanha de Organização de Destinos, Melhor Agência de Marketing de Turismo, Melhor Campanha Regional, Contribuição Excepcional para a Indústria, Melhor Destino Gastronômico, Melhor em Luxo, Melhor em Bem-Estar, Melhor em Turismo Responsável, Uso de Tecnologia Mais Inovador em Destinos, Melhor Campanha Digital em Turismo, Melhor em Turismo de Aventura, Melhor em LGBT e Melhor Campanha de Relações Públicas. A premiação acontecerá durante a WTM London, que será realizada entre os dias 5 e 7 de novembro, na capital inglesa.

 

Fonte: Embratur 

Evento reuniu autoridades do setor de Viagens e Turismo em Brasília nesta quarta-feira (29)

Lideranças discutem estratégias para expandir cruzeiros no Brasil

Evento reuniu autoridades do setor de Viagens e Turismo em Brasília nesta quarta-feira (29)

Evento reuniu autoridades do setor de Viagens e Turismo em Brasília nesta quarta-feira (29)

 

O crescimento de 13% na oferta de leitos em navios na temporada 2018/2019 foi considerado baixo perto do potencial do setor no Brasil, segundo análise do II Fórum Clia Brasil 2018, realizado em Brasília nesta quarta-feira (29). “Aquela temporada 2010/2011, com 20 navios no nosso litoral não nos sai da cabeça. Este evento reúne as pessoas corretas para discutir soluções plausíveis para voltarmos a incluir o país na rota dos navios”, comentou Estela Farina, presidente do Conselho da Clia Abremar. Apesar do aumento na oferta de vagas nos cruzeiros, o número de embarcações permanece estável, com sete navios.

Para o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, o Brasil precisa traçar uma estratégia clara de atração de investimentos com a melhoria do ambiente de negócios e redução da burocracia. “Não é possível que um investidor precise esperar 12 anos para abrir uma marina ou um resort no Brasil ou que a burocracia expulse os cruzeiros dos nossos litorais”, comentou Lummertz.

Entre os entraves que dificultam a atração de novos navios para o Brasil estão a falta de infraestrutura, as leis trabalhistas brasileiras, altas cargas tributárias e elevadas taxas de atracação. “Geralmente temos mais de 50 nacionalidades trabalhando a bordo e, por isso, existe a convenção trabalhista internacional para regular a relação emprego e empregador”, explicou Mário Franco, diretor da Royal Caribbean, empresa responsável por 25% do mercado de cruzeiros no mundo e que detém mais de 40 navios.

Além de representantes do cruzeiros, o II Fórum Clia Brasil 2018 reuniu gestores públicos da esfera federal e de estados onde a atividade de cruzeiros representa um importante vetor da economia, como o Ceará, e os municípios de Búzios, Ilhabela, Porto Belo, Camboriú e Santos. De acordo com estudo realizado pela FGV, cada cruzeirista gasta R$ 515 nas escalas e cada grupo de 15 passageiros gera um emprego.

 

Fonte: Ministério do Turismo.

Veja também: Curso de Recepção

Nesta sexta-feira (24), ministro reuniu-se com representantes do Sweedish Institute, Visit Sweeden, Ministério de Indústria e Inovação da Suécia e operadores de viagens no país.

Brasil aposta no ecoturismo para atrair suecos

Nesta sexta-feira (24), ministro reuniu-se com representantes do Sweedish Institute, Visit Sweeden, Ministério de Indústria e Inovação da Suécia e operadores de viagens no país.

Na sexta-feira (24), ministro reuniu-se com representantes do Sweedish Institute, Visit Sweeden, Ministério de Indústria e Inovação da Suécia e operadores de viagens no país.

 

Em reuniões com autoridades governamentais e operadores de viagem da Suécia, governo brasileiro promoveu destinos de natureza.

O ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, pediu o apoio do governo sueco para aumentar o fluxo de turistas entre os dois países e atrair investidores. O foco são os destinos de natureza, que estão em primeiro lugar na preferência dos viajantes dos países nórdicos.

“Somos o número um no mundo em atrativos naturais e precisamos aproveitar melhor esse nosso diferencial para atrair investimentos e gerar emprego”, comentou o ministro do Turismo do Brasil, Vinicius Lummertz. De acordo com o Relatório de Competitividade do Turismo Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês), entre todos os 136 países analisados, o Brasil é o primeiro no quesito natureza.

O ministro do Turismo informou à ministra de Indústria e Inovação, Stina Billinger, a quem os assuntos referentes ao turismo da Suécia estão relacionados, que o Brasil, por meio do Ministério do Meio Ambiente e ICMBio, vai abrir concessões em alguns dos principais parques nacionais do país. “Seria bom contar com empresas suecas participando desse processo. Queremos que os principais atores mundiais nos ajudem a gerir de maneira sustentável esse importante patrimônio da humanidade”, comentou Lummertz.

Os parques nacionais do Pau Brasil, na Bahia, e Chapada dos Veadeiros, em Goiás, serão os próximos a terem serviços como de bilheteria e alimentação concedidos para a iniciativa privada. Atualmente, o Brasil recebe 10,7 milhões de visitantes nas unidades de conservação. Mais da metade desse total são registrados nos parques que já contam com algum tipo de concessão, como os de Foz do Iguaçu (PR), Fernando de Noronha (PE) e Tijuca (RJ). Os Estados Unidos, que estão em terceiro lugar em atrativos naturais no ranking de competitividade do WEF, recebem mais de 300 milhões de pessoas nos seus parques nacionais anualmente.

Pesquisa realizada pela revista sueca especializada em turismo Vagabond sobre o que os suecos buscam nas viagens revela que 16% deles querem “calma e tranquilidade para relaxar” e 10%, “se desligar”. O Brasil, que já chegou a ter 42 mil turistas suecos em 2014, registrou a entrada de 23 mil viajantes desse país no último ano, uma queda de 45,3% em três anos.

Atualmente, o gasto dos turistas dos países escandinavos é o quinto maior do mundo, com 42,8 bilhões de euros, atrás apenas da China (228,1 bi de euros), EUA (119,7 bi de euros), Alemanha (74,1 bi de euros) e Reino Unido (56,1 bi de euros). Para tentar reverter esse quadro, o chefe da Assessoria de Gestão Estratégica da Embratur, Rafael Felismino, apresentou destinos de natureza do Brasil para operadores de viagens da Suécia. Enquanto o turista internacional que visita o Brasil gasta, em média, US$ 55,78 por dia, o sueco deixa US$ 170 por dia nos destinos internacionais.

Além das reuniões com a ministra de Indústria e Inovação, Stina Billinger, e com operadores de viagens, a delegação brasileira na Suécia encontrou-se também com o chefe do Departamento de Diálogo Intercultural do Sweedish, Henrik Selin, e com a presidente da Visit Sweeden, Ewa Lagerqvist. Na pauta, o modelo de gestão dos órgãos especializados em promover os destinos suecos para o mundo.

Para o ministro do Turismo brasileiro, há um enorme potencial a ser trabalhado para aumentar o fluxo turístico de turistas suecos no Brasil. “Enquanto recebemos pouco mais de 20 mil turistas suecos por ano, a Tailândia, que está a mais ou menos a mesma distância, recebe mais de 200 mil”, comparou. Ele destacou que já há uma relação comercial intensa entre os dois países, o que favorece a atração de viajantes. Cinco das maiores empresas do país escandinavo estão no Brasil: Volvo, Scania, Ericsson, Electrolux e Saaby.

 

Fonte: Ministério do Turismo

Veja também: Curso de Recepção

Turismo busca apoio de presidenciáveis ao setor

Documento elaborado pela cadeia produtiva do turismo ressalta potencial do setor para liderar novo ciclo de desenvolvimento no Brasil

Com o objetivo de incluir o turismo na pauta prioritária do país e transformar o potencial brasileiro em realidade, 25 entidades e associações da cadeia produtiva do turismo que compõem o Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC entregaram aos candidatos à Presidência, documento com propostas para a construção e consolidação de uma política pública do setor.

Intitulado Turismo: +desenvolvimento, +emprego +sustentabilidade, o material aponta caminhos para impulsionar a indústria do turismo como vetor importante da retomada do crescimento econômico e da geração de empregos por meio de cinco pilares de ação: infraestrutura, promoção, gestão e monitoramento, segurança jurídica e competitividade.

“Essa mobilização do setor é extremamente importante para o turismo como vetor econômico deixar de ser uma unanimidade retórica e passar a ser uma prioridade na agenda estratégica do país”, comentou o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz. De acordo com a última edição do Estudo de Competitividade do Fórum Econômico Mundial, num ranking de 136 países, o Brasil ocupa a 106ª colocação no quesito priorização do setor de turismo e viagens.

“O setor é extremamente abrangente e reúne cerca de 60 atividades econômicas. Apesar de ser fundamentalmente realizado pela iniciativa privada, é uma indústria fortemente impactada pelas políticas públicas, uma vez que depende de infraestrutura, segurança, serviços de saúde e condições macro e microeconômicas favoráveis para o seu bom desempenho, como câmbio e tributação, por exemplo”, diz o presidente do Cetur, Alexandre Sampaio.

A cadeia produtiva recomenda que sejam observadas algumas premissas fundamentais para a implementação das medidas. Entre elas estão a adoção políticas de taxação inteligentes, que incluem simplificação tributária e desburocratização, para melhorar o ambiente de negócios.

O documento destaca que é necessário dar continuidade às políticas para o turismo que devem ser encaradas como políticas de Estado e ter como premissas fundamentais a transparência e o monitoramento permanente. Um comitê de líderes empresariais tem feito a entrega do documento aos candidatos à Presidência da República independente da ideologia política dos mesmos. Todos os candidatos melhores pontuados nas pesquisas preliminares já receberam a publicação.

O documento na íntegra está disponível em: http://bit.ly/TurismoPropostas

Entidades do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) que participaram da elaboração do documento:

 

FNHRBS – Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares

ABAV – Associação Brasileira de Agências de Viagem

ABEAR – Associação Brasileira das Empresas Aéreas

ABEOC – Associação Brasileira de Empresas de Eventos

ABETA – Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura

ABIH NACIONAL – Associação Brasileira da Indústria de Hotéis

ABLA – Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis

ABOTTC – Associação Brasileira das Operadoras de Trens Turísticos e Culturais

ABR – Associação Brasileira de Resorts – Resorts Brasil

ABRACCEF – Associação Brasileira de Centros de Convenções e Feiras

ABRACORP – Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas

ABRASEL NACIONAL – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes

ABRASTUR – Associação Brasileira de Turismo Social

ABRATURR – Associação Brasileira de Turismo Rural

ABREMAR – Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos

ALAGEV – Associação Latino-Americana de Gestores de Eventos e Viagens Corporativas

ANTTUR – Associação Nacional dos Transportadores de Turismo e Fretamento

BITO – Associação Brasileira de Turismo Receptivo Internacional

BRASIL C&VB – Brasil Convention & Visitors Bureau

BRAZTOA – Associação Brasileira das Operadoras de Turismo

FOHB – Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil

SEBRAE NACIONAL – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas

SINDEPAT – Sistema Integrado de Parques Temáticos e Atrações Turísticas do Brasil

UBRAFE – União Brasileira dos Promotores de Feiras

UNEDESTINOS – União Nacional dos CVBs e Entidades de Destinos

 

Fonte: Ministério do Turismo

Otimismo no setor de hospedagem no 2º semestre

Otimismo no setor de hospedagem no 2º semestre

 

Otimismo no setor de hospedagem no 2º semestre

O setor de hospedagem brasileiro deve iniciar recuperação neste segundo semestre de 2018. Essa é a expectativa do mercado, segundo uma pesquisa divulgada pelo Ministério do Turismo. Realizado em abril, o levantamento contou com a participação da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), de secretarias e órgãos estaduais de Turismo e de entidades representativas do setor.

De acordo com a pesquisa, 64,2% dos empreendimentos hoteleiros de todo o país declararam possibilidade de realizar investimentos nos próximos seis meses.

Outros dados demonstram o otimismo no setor da perspectiva dos estabelecimentos em relação aos destinos turísticos até o fim do ano: 30,9% apostam no aumento da rentabilidade do setor de turismo; 37,9% acreditam no crescimento da demanda pelo destino onde seus hotéis estão localizados e 32,2% acham que aumentarão os gastos dos turistas nas cidades que visitam.

Também para os próximos seis meses são esperados aumento de 40,9% no faturamento de empresas, crescimento de 17,1% no número de empregados e ainda ampliação de 39,7% na demanda de serviços ofertados.

A Pesquisa de Sondagem – Empresários do Setor Hoteleiro no Brasil ouviu 664 empreendimentos de todos os portes, dos quais 19% com mais de 100 quartos, para compreender as perspectivas dos empresários em relação ao desempenho de seus estabelecimentos e dos destinos onde estão inseridos. O levantamento avaliou questões como número de empregos, rentabilidade do setor de turismo, faturamento, demanda de serviços ofertados, demanda pelo destino, e gastos do turista no destino.

 

Fonte: FBH

Receita do turismo cresce 5,94% no Brasil no primeiro semestre

 

Uns dos motivos para o crescimento é resultado do trabalho conjunto entre Embratur e MTur na promoção do turismo brasileiro no mercado internacional

Dados da Diretoria de Estudos Econômicos e Pesquisa do Ministério do Turismo revelam que, em comparação ao primeiro semestre de 2017, a receita cambial turística foi 5,94% superior em 2018, um total de US$3,24 bilhões injetados na economia brasileira por turistas estrangeiros.

No mês de junho de 2018, a receita cambial referente aos gastos de turistas estrangeiros no Brasil foi de US$ 379 milhões, correspondendo a um percentual de 0,52% superior a junho de 2017, quando a receita foi de US$ 377 milhões.

Os resultados demonstram a importância de mais investimentos para o setor no Brasil, o mercado de turismo internacional é altamente competitivo e já faz parte de uma das principais fontes arrecadadores de alguns países. Na Espanha, em 2017, o turismo contribuiu com 14,9% do PIB, relatório do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC) aponta que a evolução se deve às boas ligações de transporte, qualidade da oferta, experiência e colaboração entre as administrações públicas e as empresas privadas do país.

No Brasil, recentemente, a Embratur e o Ministério do Turismo uniram forças na promoção do turismo internacional e lançaram a campanha #FelizesPorNatureza, que impactou mais de 300 milhões de pessoas durante a Copa do Mundo na Rússia. As ações no mercado russo foram estratégicas, no ano passado, 23 milhões de russos viajaram para outros países, apenas 19 mil escolheram destinos brasileiros.

 

Fonte: Embratur