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Itajaí Será a Única Parada do Sul do Brasil para Embarque e Desembarque da MSC

 

MSC Preziosa

Itajaí será a única cidade do Sul do Brasil para embarque e desembarque no cruzeiro MSC Sinfonia. O anúncio inédito foi feito nesta segunda-feira (11), em São Paulo, após dois anos de negociações da Secretaria Municipal de Turismo para reinserir o município na rota dos cruzeiros. A novidade inicia na próxima temporada, em dezembro, com destino ao Uruguai e Argentina.

Pela primeira vez Itajaí irá operar com a MSC, a maior empresa privada de cruzeiros do mundo. De acordo com o secretário municipal de Turismo, Evandro Neiva, já foram confirmadas 13 escalas do sofisticado MSC Sinfonia na cidade na temporada 2019/2020. “Nós assumimos esse desafio de resgatar, fortalecer e ampliar essa importante atividade turística em Itajaí. Temos um grande projeto para construção de um novo terminal de cruzeiros e estamos muito felizes que a MSC tenha reconhecido o potencial de Itajaí e nos inseriu em sua rota”, destaca.

Como o atual píer turístico construído em 1999 e não comporta mais o novo padrão de transatlânticos em operação no Brasil e no mundo, os embarques e desembarques do MSC Sinfonia serão realizados no berço 4 do Porto de Itajaí.

Segundo Neiva, o município negociava há dois anos a recolocação de Itajaí na rota dos cruzeiros e contou com o apoio da Cruise Lines Internacional Association (CLIA) no Brasil, principal autoridade da comunidade global de cruzeiros marítimos.

“Itajaí estava excluída da lista de opções das operadoras de cruzeiros e nós provocamos isso novamente. Fomos em busca de oportunidades. É um ganho para cidade, para a economia e para o crescimento das mais diversas frentes turísticas que se beneficiam com atividade”, afirma o secretário municipal.

MSC Sinfonia
A partir de dezembro e até março de cada ano, os itajaienses e turistas avistarão o sofisticado MSC Sinfonia entrando na Boca da Barra. Com capacidade para 2.600 hóspedes, o cruzeiro vem de Santos (SP) e fará um itinerário de sete noites que incluirá escalas em Montevidéu, no Uruguai, e em Buenos Aires, na Argentina.
O sofisticado transatlântico de 274,9 metros de comprimento e 54 metros de altura, oferece luxuosas cabines e o melhor da culinária mediterrânea. O navio possui 11 bares e lounges, instalações desportivas, hidromassagens, piscinas, um teatro – onde são apresentados espetáculos ao estilo Broadway todas as noites -, discoteca, espaço kids e teens, SPA e salão de beleza.

 

Fonte: Santur

Em janeiro, Brasil registra alta de 7% em voos internacionais

 

Dados foram divulgados pela Embratur, com base nas informações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

 

Janeiro terminará com um crescimento de 7% na chegada de voos internacionais ao Brasil em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), com base nas informações disponibilizadas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Um total de 6.120 voos aterrissaram nos aeroportos brasileiros no primeiro mês do ano. O número representa cerca de 400 voos a mais em relação a janeiro de 2018, garantindo um incremento de 107 mil assentos disponíveis.

Para o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, o número revela resultados de medidas como o visto eletrônico e o trabalho pelo aumento da conectividade aérea no país. “São ações que entraram na nossa agenda de prioridades estratégicas e vão colocar o turismo brasileiro em um outro patamar de capacidade e eficiência para gerar resultados”, defende.

Para a presidente da Embratur, Teté Bezerra, “receber mais voos, de mais cidades e países, é fundamental para o crescimento do turismo internacional para o Brasil”.

POR REGIÃO – Os destaques são os aeroportos da região Sul, com aumento de 19% em relação ao mesmo mês do ano passado. A região Nordeste também apresentou bom desempenho no período, com alta de 17%. Guarulhos, em São Paulo, maior porta de entrada de estrangeiros no País, registrou 7% de ampliação no número de voos internacionais no primeiro mês do ano, com mais 222 voos ante janeiro do ano anterior. O Galeão, na cidade do Rio de Janeiro, segundo maior aeroporto internacional do País, teve 9% a mais, com 1.320 voos neste mês, o que significa 107 voos a mais que no mesmo mês de 2018. Brasília, no Centro-Oeste, ampliou em 32% o número de chegadas, passando de 137 para 182 voos em janeiro de 2019.

 

Fonte: Ministério do Turismo

Brasil ganha código de conduta contra a exploração de crianças e adolescentes no turismo

 

O ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, e o secretário executivo do Ministério dos Direitos Humanos (MDH), Marcelo Varella, assinaram nesta quinta-feira (13), em Brasília, portaria interministerial que institui o código de conduta contra a exploração sexual de crianças e adolescentes no turismo. O documento tem o objetivo de orientar e regular a conduta ética de empresas e prestadores de serviços turísticos, seus funcionários e colaboradores, para que, no desempenho de suas atividades, adotem ações de enfrentamento à exploração de crianças e adolescentes.

“Estamos lançando uma semente para defender o lado do bem. O enfrentamento à exploração de crianças e adolescentes é um assunto transversal com o qual o Brasil tem um compromisso internacional e com este código de conduta estamos deixando um importante legado para o país”, afirmou o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz. Na avaliação dele, a geração de empregos por meio do turismo pode ser uma ferramenta importante para ajudar o país a enfrentar a violência e tirar os jovens da situação de vulnerabilidade.

O secretário executivo do MDH defendeu a importância de se criar normas de conduta, mas disse que somente a mobilização da sociedade permitirá que o problema seja enfrentando com efetividade. Segundo Varella, como o governo não tem condições de estar em todos os lugares para fiscalizar, a sociedade precisa aprender a se auto proteger e se unir. “A indiferença virou indignação e agora tem que virar ação”, comentou.

Responsável pela equipe que trabalhou na elaboração do código, o secretário nacional de Qualificação e Promoção do Turismo do MTur, Bob Santos, elogiou o empenho dos técnicos e a celeridade para a entrega do documento ainda este ano. “É um crime da maior gravidade e vamos enfrentar isso juntos. Esperamos que o código seja multiplicado por todos os segmentos que compõem o setor de turismo”, disse.

Durante a cerimônia, a representante da Rede Accor de Hotéis, Adriana Pinto, assinou o primeiro termo de adesão ao novo código, que será disponibilizado para empresas e prestadores de serviços turísticos que quiserem aderir ao projeto. “Esperamos que a hotelaria se envolva nesta campanha. A tolerância com a exploração de crianças e adolescentes em nossos empreendimentos é zero”, disse ela.

O código de conduta será disponibilizado no portal do Ministério do Turismo. Tem como público-alvo empresas, pessoas físicas e prestadores de serviços que atuem direta ou indiretamente no setor de turismo. O documento está alinhado ao Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes e ao Grupo de Ação Regional das Américas (GARA).

Para aderir ao código, a empresa ou prestador de serviços turísticos deverá preencher o Termo de Adesão e encaminhá-lo por e-mail ao Ministério do Turismo, além de estar com o cadastro regular no Cadastur e cumprir os 12 compromissos estabelecidos no documento.

 

Fonte: Ministério do Turismo

Brasil se prepara para a temporada de cruzeiros marítimos

 

Estados da Região Nordeste estão com grandes expectativas e já têm garantido o atracamento em seus portos

A temporada 2018/2019 de cruzeiros no Brasil já começou. As escalas dos navios levarão turistas para conhecer alguns dos destinos mais desejados do Brasil. Entre eles, estão alguns destinos do Nordeste, como Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Alagoas. Para a presidente da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), Teté Bezerra, o Brasil é um mercado com extremo potencial para cruzeiros marítimos.

“Temos uma costa linda e repleta de atrativos para os mais vários tipos de viajantes, e precisamos aproveitar melhor esse potencial. Tivemos alguns avanços, como o Decreto Presidencial número 9.500, que alterou de 90 para 180 dias a validade do visto dos profissionais que trabalham em navios em viagem de longo curso. O governo entende que o setor inclusivo, gera emprego e renda”, afirma a presidente.

O Porto de Cabedelo, no litoral norte da Paraíba, um dos destinos que contará com sucesso na temporada, voltará a entrar na rota dos cruzeiros marítimos a partir do dia 8 de fevereiro de 2019, quando ocorrerá o primeiro de 26 atracamentos que estão previstos para o verão no País. A presidente da PBTur (Empresa Paraibana de Turismo), Ruth Avelino, comemora: “A previsão é de que passem pelo estado cerca de 13 mil cruzeiristas, fora a tripulação. Esse público é visto com boas expectativas, já que eles têm a oportunidade de conhecer os atrativos do local. Toda a cadeia turística é beneficiada, como bares, restaurantes, nossos postos de artesanatos”.

A última temporada de cruzeiros marítimos no Porto de Cabedelo aconteceu em 2012, segundo informou Ruth Avelino. “A atividade é importante não só para a Paraíba, mas para todo o País”, disse a presidente da PBTur. Ao todo, foram 14 atracações que levaram para a Paraíba mais de 15 mil turistas.

Dados do setor

Na última temporada (2017/2018), cerca de 420 mil pessoas viajaram de navio no Brasil, um crescimento de quase 17% em comparação ao período anterior. Dos mais de 470 mil turistas que fazem cruzeiro no País, 20% são estrangeiros. De acordo com a CLIA Brasil (Cruise Lines Internacional Association), entidade que representa o setor, cada navio pode gerar 4 mil empregos. Entre 2017 e 2018, foram gerados 27.748 empregos, quase 10% a mais que em 2016/2017, com os sete navios que estiveram na costa brasileira.

A temporada 2018/2019 de cruzeiros no Brasil, que começou esta semana e termina em abril, terá sete navios de cabotagem, com viagem com início e fim nos portos nacionais, e 29 embarcações de longo curso, com escalas no País. Em média, os navios permanecem 120 dias em operação.

 

Fonte: Embratur

Brasil busca ampliar aproximação com os EUA pelo Turismo

Ministro Vinicius Lummertz se reuniu com representantes da Embaixada dos EUA em BrasíliaMinistro Vinicius Lummertz se reuniu com representantes da Embaixada dos EUA em Brasília

Em reunião com representantes da Embaixada dos Estados Unidos, ministro do Turismo apresentou estímulos para investimentos norte-americanos no Brasil.

A ampliação da chegada de visitantes e investidores norte-americanos ao Brasil foi assunto de reunião nesta terça-feira (09), em Brasília, entre o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, e o embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Michel McKinley. A pauta envolveu assuntos como o aumento da conectividade aérea e a concessão de parques naturais à iniciativa privada, medidas que facilitam o fluxo de viajantes e tendem a aumentar o interesse por atrativos nacionais.

O ministro destacou que ações como a abertura de empresas aéreas ao capital estrangeiro, em tramitação no Congresso Nacional, vão aprimorar a estrutura turística do país e sugeriu a participação dos EUA na exploração de atividades em unidades de conservação ambiental. “Precisamos nos abrir para atrair investidores, com medidas como o acordo de céus abertos. Estamos empenhados em garantir segurança jurídica e criar melhores condições para trazer investimentos para o Brasil”, enfatizou.

Lummertz lembrou que o Legislativo analisa outras mudanças voltadas ao desenvolvimento do turismo, a exemplo da modernização da Embratur e da atualização da Lei Geral do Turismo. O embaixador Michael McKinley afirmou que a facilitação de vistos incrementou a procura do Brasil por norte-americanos e apontou a necessidade de aprimoramentos na divulgação de destinos. “Peru e Colômbia, onde fui embaixador, fizeram uma revolução nessa área, e o Brasil tem muito a oferecer”, comparou. O ministro ressaltou que a transformação da Embratur em agência vai impulsionar a promoção internacional, tarefa que ainda conta com baixo orçamento.

Lummertz acrescentou, ainda, que o MTur trabalha pela ampliação da facilitação de vistos a indianos e chineses, a fim de atrair mais turistas. O sistema de e-Visa já funciona para cidadãos dos Estados Unidos, Austrália, Canadá e Japão. O conselheiro da Embaixada dos EUA, William Popp, avaliou que a simplificação das autorizações de entrada no País é essencial para que o Brasil ultrapasse a barreira dos 7 milhões de turistas estrangeiros. “Os americanos são mais dispostos a ir para onde é mais fácil. E também para onde haja voos diretos”, observou.

Além disso, o ministro informou, durante a reunião, que o Ministério do Turismo repassará aos EUA informações sobre a concessão de parques nacionais: “contamos com a participação de atores mundiais e o know-how norte-americano é especialmente bem-vindo neste processo”. A unidade de conservação ambiental do Pau Brasil (BA) acaba ter serviços de apoio ao turismo concedidos à iniciativa privada, e outras seis áreas naturais também devem ter editais lançados em breve pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

Também participaram da reunião o chefe da Assessoria Especial de Relações Internacionais do MTur, Rafael Luisi; a conselheira comercial da Embaixada dos EUA, Camile Richardson, e a chefe da Seção Consular da Embaixada, Antonia Cassarino-Gonçalves.

PERFIL – Os Estados Unidos são o segundo maior mercado emissor de visitantes para o Brasil, atrás apenas da vizinha Argentina. Conforme a Demanda Turística Internacional do Ministério do Turismo, dos 6.588.770 viajantes internacionais que vieram ao país em 2017, os norte-americanos responderam por um total de 475.232, enquanto os argentinos somaram 2.622.327. Estudos do MTur apontam que cidadãos dos EUA injetam cerca de US$ 710,5 milhões por ano na economia nacional.

 

Fonte: Ministério do Turismo

Brasil homenageia secretário de Turismo da Argentina

 

 

Após recorde na entrada de turistas argentinos no Brasil, governo brasileiro entrega medalha de reconhecimento a Gustavo Santos.

Brasil e Argentina são os principais destinos da América do Sul e os principais emissores de turistas entre si. Em 2017, o Brasil registrou recorde na entrada de viajantes do país vizinho. Um total de 2,62 milhões de argentinos escolheram o Brasil como destino, crescimento de 14,4% em relação a 2016, e injetaram US$ 1,61 bilhão na economia do país. Só no primeiro semestre deste ano, 1,7 milhão de argentinos visitaram o Brasil e deixaram US$ 1 bilhão na economia nacional.

Os números positivos são resultado do trabalho realizado pelo secretário de Governo de Turismo da Argentina, Gustavo Santos. Em agradecimento e reconhecimento pelo esforço de Santos para maximizar a integração entre os dois países, o governo brasileiro concedeu a ele a comenda Cruzeiro do Sul, maior homenagem do país a personalidades estrangeiras.

A medalha foi entregue pelo ministro do Turismo do Brasil, Vinicius Lummertz, e pelo embaixador do Brasil na Argentina, Sérgio Danese, nesta segunda-feira (01) em Buenos Aires. “Fico realmente muito emocionado e vou honrar essa homenagem com muito trabalho para fortalecer o turismo na nossa região”, prometeu Gustavo Santos. Ele apontou o turismo como uma das alternativas para os países do Mercosul gerarem emprego e renda. De acordo com o Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC, na sigla em inglês), o setor de viagens foi responsável pela geração de um em cada cinco empregos no mundo na última década.

O ministro Vinicius Lummertz também destacou que a atuação conjunta de Brasil e Argentina é fundamental para atrair turistas de mercados mais distantes, como a China. Para o embaixador Danese, a medalha ajuda a reconhecer todo o esforço do secretário argentino em integrar os países do Mercosul. “Estamos falando de uma atividade que usa mão-de-obra intensiva e ajuda a movimentar a economia”, afirmou.

A ocasião contou com a presença de representantes do turismo dos dois países. Para o fundador da CVC, Guilherme Paulus, Brasil e Argentina têm ofertas turísticas complementares e trabalhar de forma integrada potencializa as oportunidades para os dois países. “Faz todo o sentido promover conjuntamente os nossos atrativos para os viajantes de destinos mais distantes”, afirmou Paulus.

 

Fonte: Ministério do Turismo

Cooperação em Turismo aproxima Brasil e Eslováquia

 

Países firmam acordo para promover intercâmbio de visitantes e ações em parceria para o desenvolvimento do setor.

Um memorando de entendimento assinado nesta quarta-feira (03) em Brasília entre o Ministério do Turismo brasileiro e o Ministério dos Negócios Estrangeiros e Europeus da República Eslovaca define bases para a cooperação dos países em ações voltadas para o desenvolvimento do Turismo nos próximos cinco anos. Sugerido pelo governo eslovaco, o acordo considera a importância do ramo à economia e prevê esforços no sentido de estimular o intercâmbio de viajantes, impulsionando o desenvolvimento sustentável do setor nas duas nações.

O secretário-executivo do MTur, Alberto Alves, que participa das negociações junto à Embaixada da Eslováquia desde fevereiro de 2017, prevê avanços a partir da aproximação bilateral. “Este memorando segue a estratégia do governo brasileiro de ampliar a inclusão do Brasil no cenário internacional, e o nosso objetivo é fazer do turismo um agente de aproximação. Vamos inaugurar uma nova fase na relação com a Eslováquia, proporcionando o aproveitamento de todo o potencial turístico dos países e o crescimento econômico”, observou Alves.

O texto prevê a facilitação de formalidades e procedimentos alfandegários, em conformidade com leis, regulamentos e acordos internacionais dos quais os países sejam signatários, com o objetivo de intensificar o fluxo turístico. O documento estabelece, ainda, diretrizes para ampliar a troca de conhecimentos sobre a cultura, o modo de vida e a história de cada povo.

O secretário do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Lukáš Parízek, manifestou o otimismo quanto ao estreitamento das relações. “O turismo é essencialmente uma forma de desenvolver economias, gerando recursos e conhecimento aos povos. Muitos eslovacos querem conhecer o Brasil, e desejamos que os brasileiros também queiram. Juntos, podemos oferecer informações aos dois lados”, frisou Parízek.

Brasil e Eslováquia também deverão incentivar investimentos públicos e privados no segmento, de forma a permitir a melhoria da infraestrutura voltada à recepção de viajantes, além de cooperar por meio de treinamentos, intercâmbio de especialistas e outras formas de assistência técnica.

Também participaram da assinatura do memorando Milan Cigán, embaixador extraordinário e plenipotenciário da República Eslovaca no Brasil; o secretário nacional de Qualificação e Promoção do Turismo do MTur, Bob Santos; o chefe da Assessoria de Relações Internacionais do MTur, Rafael Luisi; a diretora de Marketing e Apoio à Comercialização do MTur, Vanessa Mendonça; e o secretário da Divisão de Operações de Promoção Comercial do Ministério das Relações Exteriores, Jean Paul Coly, entre outras autoridades presentes.

SOBRE A ESLOVÁQUIA – O país da Europa Central faz fronteira com República Checa, Áustria, Polônia, Ucrânia e Hungria. Em 2015, 4,7 milhões de cidadãos eslovacos viajaram pelo mundo, segundo a OMT, que também aponta a escolha da Eslováquia como o destino de 1,7 milhão de viajantes mundiais. As relações diplomáticas com o Brasil tiveram início em 1993, quando da dissolução da Tchecoslováquia. A Embaixada do Brasil em Bratislava, capital eslovaca, foi inaugurada em 2008. Até então, o relacionamento bilateral era promovido pela Embaixada do Brasil em Viena, na Áustria.

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Fonte: Ministério do Turismo

Embratur apresenta a percepção do trade internacional em relação ao Brasil

 

O Panorama de Comercialização traz a opinião do trade internacional sobre o receptivo brasileiro, bem como os pontos fortes e fracos do país

A Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) lançou a segunda edição do Panorama de Comercialização em que apresenta a percepção do trade turístico internacional em relação ao receptivo brasileiro, que são fornecedores do segmento no país. O documento traz informações dos 14 principais países emissores de visitantes estrangeiros para o Brasil.

“Além de destacar a visão dos profissionais que comercializam para os turistas interessados no País, o material mostra quais são as principais características do destino Brasil, principais concorrentes, os segmentos e nichos mais procurados e respectivos destinos com apelo na geração de negócios”, explica a presidente do Instituto, Teté Bezerra.

O trade turístico internacional, responsável pelos dados fornecidos no Panorama de Comercialização, é composto por operadores e agências de viagens, companhias aéreas e players da indústria de turismo, como as associações. O produto possui destaques de cada país (Argentina, Alemanha, Canadá, Chile, Colômbia, EUA, Japão, França, Portugal, Itália, Espanha, Rússia, Paraguai e Reino Unido). Os lançamentos de novos voos, de frequências e as ações mais demandadas no mercado também constam no material.

O material mostra, por exemplo, que, na Alemanha, a diversidade de oferta turística é um fator que contribui para a escolha do destino Brasil. Na Argentina, a proximidade, a grande extensão de praias e a boa conectividade aérea são os principais destaques do trade em relação ao País. Canadá, Estados Unidos, Japão e Rússia afirmam que a distância e a baixa oferta de voos diretos dificultam a comercialização. No entanto, no mercado norte-americano, o trade demonstrou boas expectativas em relação ao visto eletrônico. Já na Rússia, o Brasil é considerado um País exótico pela natureza diversificada, com rica fauna e flora, e atrativo pelo Carnaval.

Devido à proximidade, nos demais países sul-americanos, como Chile, Colômbia e Paraguai, o destaque é para a grande oferta de frequências de voos semanais. Além disso, os chilenos reforçam a hospitalidade brasileira como fator diferencial, os colombianos se sentem atraídos pelos preços e os paraguaios pela variedade de opções para diferentes tipos de público e faixa de renda.

Na Europa, Espanha, França e Itália também foram consultados. Os franceses demonstraram boas expectativas em relação ao aumento na oferta e voos e, os italianos, escolhem os destinos brasileiros pela possiblidade de fazer roteiros com os países vizinhos da América do Sul.

“Para a elaboração do documento, consolidado pela Diretoria de Inteligência Competitiva e Promoção Turística da Embratur, foram utilizadas informações de pesquisas realizadas pelos Escritórios Brasileiros de Turismo (EBTs), junto ao trade turístico de cada mercado”, informa a chefe de Divisão da Coordenação-Geral de Inteligência Competitiva e Mercadológica do Turismo, Angela Baltazar.

As publicações estão disponíveis no portal Visit Brasil, na aba Trade.

 

Fonte: Embratur

Brasil busca referências mundiais de formação em Turismo

Qualidade dos cursos de Turismo foi pauta de seminário internacional nesta quarta-feira (12), em Brasília. Foto: Roberto Castro/MTur

 

Certificação da Organização Mundial do Turismo para cursos de formação profissional foi tema de seminário internacional no Ministério do Turismo em parceria com o MEC.

 

A proposta de adesão do Brasil ao programa da Organização Mundial do Turismo (OMT), que certifica a qualidade da formação em Turismo, foi discutida em seminário realizado nesta quarta-feira (12) em Brasília. O evento foi promovido pelo Ministério do Turismo em parceria com o Ministério da Educação e a Fundação Themis, braço educacional da OMT. O debate foi sobre os critérios, já aplicados em 30 países, para atestar a qualidade dos cursos de Turismo no Brasil e no mundo. Além dos ministros do Turismo e substituto da Educação, Vinicius Lummertz e Henrique Sartori, e da presidente da Embratur, Teté Bezerra, estiveram presentes técnicos das duas pastas, da OMT e de instituições públicas e privadas de ensino superior que atuam na formação profissional em Turismo e hospitalidade no Brasil.

Para o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, o Brasil está dando um passo importante ao buscar referências internacionais para a formação dos profissionais brasileiros da indústria do turismo. “O referencial internacional vai elevar o patamar de qualidade dos serviços brasileiros, já conhecidos mundialmente através de pesquisas, pela nossa receptividade. Mas precisamos levantar esse patamar em parceria com a OMT. Com a certificação internacional, mais rapidamente nós aprenderemos. As instituições de ensino vão se transformar por competição ou por motivação e os formados sairão melhor preparados para o mercado de trabalho”, destacou.

A busca por referências mundiais sobre a qualidade dos serviços no turismo poderá render vantagens para as instituições que formam profissionais do setor. O ministro substituto da Educação, Henrique Sartori, assegurou o compromisso do Ministério da Educação com o MTur em agregar a certificação da OMT aos programas do MEC. “Vamos conferir bonificações regulatórias para que esses cursos possam aderir a essa programação da OMT e as instituições possam gozar de renovação e de reconhecimento e, até mesmo, a ampliação de oferta de vagas de forma mais robusta”, disse Sartori.

Entre outras vantagens da certificação de qualidade atestada pela OMT, além da regulamentação brasileira, o aluno de turismo, em seu banco escolar, se iguala com a formação em Turismo praticada no mundo inteiro. Para a coordenadora do curso de Turismo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Danielle Fernandes, uma chancela da OMT representa um diferencial importante para o curso que obteve um “cinco”, nota máxima na avaliação do MEC. “Se obtivermos essa chancela da OMT será o reconhecimento internacional do trabalho que temos feito aqui no Brasil”, disse a professora, ao destacar que o curso passou por uma atualização recente no projeto pedagógico.

Para o secretário nacional de Qualificação e Promoção do Turismo do MTur, Bob Santos, o evento marca o início de uma nova fase do ensino do Turismo no País. “Na formação superior, embora seja voluntária, garantir a aplicação do certificado TedQual nos mais de 700 cursos de graduação de turismo em funcionamento no país trará um importante diferencial competitivo para nossos profissionais, uma vez que eles terão uma formação referendada pela maior e mais importante entidade do turismo mundial”, garantiu.

No Brasil, já são mais de 250 instituições de ensino superior que oferecem cursos de Turismo reconhecidos pelo MEC. O diretor da fundação Themis, Omar Valdez, ressaltou que o programa Ted.Qual já certificou mais de 200 programas de 70 universidade em todos os continentes. No Brasil, até o momento, nenhuma instituição solicitou a certificação. A principal base de avaliação da OMT é o Código Global de Ética para o Turismo que, além de formação e qualificação profissional, defende a atividade de forma responsável e sustentável.

 

Fonte: Ministério do Turismo

Cruzeiros poderão ficar mais tempo no Brasil

Decreto publicado no Diário Oficial evita a perda de 7 mil empregos e R$ 450 milhões na economia brasileira.

 

Os amantes dos cruzeiros marítimos têm motivo para comemorar. O Decreto Presidencial número 9.500, publicado nesta  terça-feira (11) no Diário Oficial aumentou de 90 para 180 dias a validade do visto dos profissionais que trabalham nos navios em viagem de longo curso. O texto afasta o risco do Brasil ter uma temporada reduzida de 120 para 90 dias em 2018/2019. Pelas estimativas da entidade que representa os navios de cruzeiros, Clia Brasil , com base na última temporada, caso a duração da estada dos navios na costa brasileira fosse encurtada, a economia nacional perderia 7 mil empregos e R$ 450 milhões.

Para os cruzeiros marítimos, o aumento na validade do visto para marítimos representa uma redução no custo operacional com taxas em R$ 5 milhões.  “Essa era uma demanda histórica, que ajuda a simplificar a nossa operação e, consequentemente, facilita a busca por novos navios para a próxima temporada. É mais um entrave que, com a ajuda fundamental do Ministério do Turismo, com a ajuda da Casa Civil e a atuação determinante da Presidência da República a gente consegue superar”, comentou Marco Ferraz, presidente da Clia Brasil.

A temporada 2018/2019 de cruzeiros começa em novembro e terá sete navios de cabotagem, com viagem com início e fim nos portos nacionais, e 29 embarcações de longo curso, com escalas no país. Em média os navios permanecem 120 dias em operação no Brasil. Uma eventual redução para 90 dias representaria uma perda de 25% na movimentação econômica e geração de emprego. De acordo com estudo da FGV, um cruzeirista gasta mais de R$ 500 em cada escala.

“Não podemos nos dar ao luxo de perder esses empregos e a injenção desses recursos na nossa economia. Temos a obrigação moral de abrir postos de trabalho e criar alternativas para a população. O turismo tem diversas soluções nesse sentido”, comentou o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz.

 

Fonte: Ministério do Turismo