Alka Energia – Dicas para reduzir energia em períodos de baixa demanda

 Neste momento de dificuldade, estamos oferecendo para os hotéis  – sem custo – uma análise da fatura da celesc para reduzir o gasto mensal e eliminar cobranças indevidas durante este período de baixa demanda dos empreendimentos. Solicite agora mesmo sua avaliação, enquanto isso, confira as dicas para reduzir o consumo.

1. DESLIGUE O GERADOR

Equipamentos funcionando com pouca carga consomem praticamente a mesma quantidade de diesel, resultando em um custo mais alto que a Celesc no horário de ponta.

 2. ALTERE O SEU FATURAMENTO PARA O GRUPO B  (SEM DEMANDA CONTRATADA)

Com esta mudança não haverá cobrança de demanda contratada nos próximos meses quando a ocupação deve ser baixa. Além disso, quando o hotel retornar para Grupo A ainda terá direito a um período de testes de 3 meses para adequar a sua demanda à nova ocupação.

 3. PROJETE OS SEUS CUSTOS COM ENERGIA

Neste momento é fundamental planejar os gastos com energia elétrica nos próximos meses.

4. ESTEJA ATENTO À ENERGIA REATIVA

Em momentos de baixo consumo de energia é importante estar atento aos equipamentos que demandam energia reativa para o seu funcionamento. Fique de olho em equipamentos tais como motores, elevadores, transformadores e reatores de lâmpada.

CONTE COM A ALKA!

Acesse todas as informações sobre COVID-19 em Santa Catarina

Mantenha-se informado sobre as medidas econômicas do Estado de Santa Catarina, legislação e casos confirmados; Tenha acesso a todas as coletivas do governador; Acesse todas as informações quanto a prevenção; e muito mais.

O governo do Estado de Santa Catarina criou este canal específico para você http://www.coronavirus.sc.gov.br/

Ministérios do Turismo e da Economia se reúnem com representantes da hotelaria e agentes de viagens

Ministro Marcelo Álvaro Antônio destacou as necessidades de medidas para o setor

Ministro Marcelo Álvaro conversou com representantes de agências de viagem por vídeoconferência. Crédito: Dênio Simões/MTur

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, se reuniu, nesta quarta-feira (25) com o secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa; e representantes da agências e operadores de viagens. O objetivo do encontro foi debater as propostas já encaminhadas ao governo federal para atender o setor turístico que tem sofrido grande impacto com a pandemia do coronavírus.

Durante a reunião, Álvaro Antônio falou sobre a importância de ações imediatas para o setor. “Temos muitos segmentos que estão sofrendo com impactos de 90%, 100%. Então, nossa preocupação é adotar medidas rápidas para que possamos vencer essa crise e que a cadeia produtiva do turismo possa ser retomada com uma intensidade maior”, pontuou o ministro.

O secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, elogiou o trabalho e empenho do Ministério do Turismo e destacou as ações realizadas tanto para o setor turístico quanto para os demais. “Nós precisamos tratar cada setor com suas especificidades, mas com medidas transversais como: ações que atenue a queda da receita, previsibilidade de retorno, fundos de garantias, entre outros. Estamos dispostos a fazer tudo o que for preciso”, declarou.

Representando as agências de viagens, Magda Nassar, celebrou a intenção do governo em se criar fundos de garantias e solicitou a disponibilização de crédito para as empresas independentemente do tamanho. “Temos um primeiro pleito praticamente atendido, que seria o fundo de garantia, mas precisamos estender o crédito para os pequenos, médios e grandes empreendimentos”, finalizou.

Além de Magda Nassar, presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), participaram da reunião o presidente da Clia Brasil, Marcos Ferraz; o presidente da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa), Roberto Nedelciu e representante do BNDES.

SETOR HOTELEIRO

Mais cedo, o Ministro Marcelo Alvaro Antonio, acompanhado de integrantes do Ministério do Turismo, participou de uma reunião com representantes do setor hoteleiro. Na pauta, ações que visam amenizar os efeitos da crise provocada pelo Coronavírus. O ministro fez questão de ressaltar que a pasta acompanha de perto a situação e não medirá esforços para auxiliar empresários e trabalhadores. Os representantes dos hotéis e pousadas destacaram que estas ações precisam ser implementadas imediatamente, sob o risco de uma demissão em massa e um caos social. Para evitar justamente esse quadro, Marcelo Álvaro destacou que estão previstas várias intervenções por parte do MTur, com destaque para uma Medida Provisória (MP) que está em análise pelo Ministério da Economia e Casa Civil. Após essa avaliação, o texto, que – dentre outras coisas – apresenta alternativas para acordos entre empregadores e empregados, será assinado.

FUNGETUR

Anteriormente, em conversa com o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezzano, o ministro do Turismo colocou à disposição a capitalização do Fundo Geral do Turismo (Fungetur) junto à instituição. O objetivo é ampliar os R$ 381 milhões, já liberados pela Pasta. Nos últimos dias, a Pasta publicou portaria que amplia o prazo de carência de 6 para 12 meses e a queda nos juros de 7% para 5%.

Fonte: Ministério do Turismo

Hotéis de Santa Catarina abrem portas para profissionais de saúde

Hotéis de Santa Catarina abrem portas para profissionais de saúde, atendendo as solicitações das autoridades municipais. Confira como está sendo esse movimento.

O Grupo Faial, falou sobre a ação em suas redes sociais.

“Com a COVID-19 as prioridades das pessoas, empresas, cidades e do mundo mudaram. Sabemos que tudo isso irá passar, é apenas questão de tempo. Sabemos também que “esse tempo” pode variar de acordo com a nossa responsabilidade diante dessa situação. Acreditamos que a união de todos é o que fará toda a diferença em como iremos passar por esse processo — afirma Adriano Palma Silva, CEO do Faial Prime Suítes.

Confira também outras notícias veiculadas na imprensa sobre os hotéis que abriram suas portas.

https://www.nsctotal.com.br/colunistas/dagmara-spautz/hoteis-de-balneario-camboriu-abrem-portas-para-profissionais-de-saude-que

https://www.nsctotal.com.br/noticias/grupo-faial-disponibiliza-hotel-para-prefeitura-de-florianopolis-atuar-no-combate-a-covid

Pequenos negócios do setor do Turismo já sofrem com quarentena do Coronavírus

Confira a matéria divulgada no portal do Sebrae-SC falando sobre os impactos da quarentena da COVID-19 nos pequenos negócios do turismo, setor que contribuiu com US$ 151,2 bilhões para o PIB em 2018. Entre os entrevistados, Carla Costa, diretora da ABIH-SC, que possui um empreendimento na área gastronômica, em Florianópolis.

Os negócios que trabalham com turismo vêm sendo um dos mais atingidos pelos efeitos da pandemia do coronavírus, em especial, as pequenas empresas. Segundo dados do World Travel (WTTC), entidade mundial de viagens e turismo, em 2018, o turismo contribuiu com US$ 152,5 bilhões para o Produto Interno Bruto (8,1% do total). Ao todo, o segmento gerou 6,9 milhões de empregos. O levantamento ainda detalha que 99% dessa cadeia é composta por pequenas empresas. Elas representam 1,9 milhões de empreendimentos, divididos entre diferentes atividades, como agências de turismo, hotéis e pousadas, transporte, atrativos, eventos e até bares e restaurantes.

Germana Magalhães, coordenadora de Turismo do Sebrae, orienta que os empresários devem planejar como será a administração do negócio durante a paralisação; estruturar canais de atendimento com o cliente visando a negociação das reservas  que possam ser utilizadas futuramente, seja remarcando ou gerando créditos, além de dar respostas e soluções rápidas a clientes e fornecedores.

“É essencial que a política de cancelamento seja flexibilizada ao máximo para que essa reserva seja remarcada, evitando o cancelamento e o reembolso. Em um momento como esse, reservas futuras podem garantir o fluxo de caixa mínimo”, orienta. Depois que todas as medidas emergenciais e de adaptações estiverem em curso, é importante o empresário começar a planejar iniciativas para a retomada da normalidade, explica a coordenadora do Sebrae.

Carla Costa é empresária de Florianópolis e está ligada diretamente ao ramo. Além de ser dona de um restaurante e um café, ela tem uma fazenda marinha de ostras e unidade de beneficiamento de pequeno porte. Com o auxílio do Sebrae, a empresa desenvolveu um serviço de visita de turistas que iam até a fazenda de ostras, e na volta, comiam no restaurante. A empresária conta que começou o ano muito bem, com a alta temporada durante o verão, e estava com boas perspectivas até abril, por conta da Páscoa, período em que recebe muitos turistas vindos do Uruguai e Argentina.

Com a realidade da pandemia o fluxo de clientes caiu, e como consequência, a equipe já sofreu cortes. Carla teve que dispensar 10 de seus empegados, ficando com uma equipe de 30 pessoas. Para diminuir os impactos, ela resolveu aproveitar a estrutura do restaurante, mas mudou a estratégia de atuação. “Observei meu inventário e a demanda da região. Optei em vender porções congeladas, coisa que eu já tinha. Fiz a divulgação online para a venda. Depois, observei que na minha região havia uma carência de boas pizzarias, e por conta da minha cozinha bem equipada, aproveitei a oportunidade”, explicou a empresária.

O que pode ser feito no período de paralização das atividades:

  • Transfira o que for possível das atividades com sua equipe, fornecedores e clientes por canais a distância/ virtuais.
  • Comunique em todos os canais as medidas que a empresa está tomando relacionadas à política de cancelamento. Aproveite esse momento para demonstrar os serviços futuros.

Planeje como irá administrar sua empresa nesse momento de paralização.

  • Analise quais contratos podem ser negociados para depois, converse com os fornecedores.
  • Isole ambientes que ficaram parados durante este período.
  • Acompanhe e planeje o fluxo de caixa.

Fique atento às medidas econômicas do governo e bancos quanto ao apoio aos pequenos negócios e ao setor de turismo.

  • Converse com seus agentes financeiros sobre linhas de créditos e flexibilização de pagamentos de empréstimos

Depois que todas as medidas emergenciais e de adaptação estiverem em curso, comece a pensar na sua retomada.

  • Mantenha-se ou se insira na governança do seu destino, esse é o momento de se unir e trocar boas praticas.
  • Use o momento para refletir sobre o seu negócio, veja como ele está posicionado. Se reorganize para, quando essa fase passar, a empresa retorne mais fortalecida.
  • Pense em uma campanha de marketing associada ao destino no qual está inserido.
  • Avalie novos canais de comercialização e mantenha ainda mais forte o que a empresa já tem.
  • Crie conteúdos que demonstrem a experiência futura que o cliente terá, sempre deixando a mensagem que no momento ele precisa ficar em casa, mas que em breve o seu serviço ou produto estará ainda melhor pra recebê-lo.

Fonte: SEBRAE-SC

Turismo e Justiça assinam nota técnica conjunta sobre remarcações de viagens

Nota técnica foi elaborada a partir de reunião entre os ministros na última quinta-feira (19). Crédito: Dênio Simões/MTur

Os ministérios do Turismo e da Justiça e Segurança Pública divulgaram, nesta segunda-feira (23.03), nota técnica conjunta que reforça a adesão de segmentos turísticos na plataforma oficial do governo Consumidor.gov.br. O site viabiliza a mediação entre as empresas e o consumidor em relação aos cancelamentos e remarcações de viagens e eventos causados pela pandemia do novo coronavírus. Clique aqui e confira a nota na íntegra.

O objetivo é mitigar os efeitos já sentidos no setor do turismo, assim como evitar que as demandas sejam judicializadas. O uso da plataforma possibilita a criação de um canal de mediação rápido, pela internet, sem que seja necessário sair de casa. Mais de 80% dos casos foram solucionados por meio do programa, coordenado pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon).

Na plataforma é possível negociar, de forma mais efetiva e individualizada, a remarcação de pacotes turísticos, evitando-se o cancelamento e a necessidade de reembolso neste momento. Para os consumidores, a plataforma é um meio seguro de estabelecimento de acordos, uma vez que todas as manifestações ficam registradas por escrito e podem ser acessadas pelo consumidor e pelas empresas, posteriormente.

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, destaca que a ferramenta traz segurança jurídica às empresas do setor e ao cidadão, além de ser um meio extremamente eficaz na solução de demandas para ambos os lados “O uso da plataforma oficial do governo federal dá tranquilidade para que os empresários possam remarcar as viagens de seus clientes, e que o cidadão tenha o seu direito assegurado. Essa é mais uma medida que estamos tomando para preservar o setor turístico”, afirmou o ministro.

A nota destaca também os impactos já sentidos por diversos segmentos do turismo no Brasil como a hotelaria, agências de viagem, companhias aéreas, cruzeiros marítimos e empresas organizadoras de eventos. Esses setores, segundo a nota, se apresentaram naturalmente como algumas das mais sensíveis áreas ao cancelamento de contratos e solicitações de reembolso de valores pagos por consumidores nacionais e estrangeiros.

Segundo a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), cerca de 50% dos voos domésticos e mais de 85% das viagens internacionais tiveram redução em relação ao mesmo período do ano passado. A Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav) também divulgou, em nota, o impacto para o setor, que vem enfrentando os cancelamentos de emissão de passagens e vouchers de viagens. A taxa de cancelamento chegou a 90% neste mês.

A Clia Brasil (Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos) anunciou ainda o encurtamento da temporada de cruzeiros no país, modificando a jornada de trabalho dos empregados para home-office e férias coletivas devido ao cancelamento de todos os pacotes contratados e nenhuma nova venda. Já a Abrasel (Associação Brasileira dos Bares e Restaurantes) estima o corte de 3 milhões de empregos nos próximos 30 a 40 dias, por conta da queda no faturamento que chega a 70%. Em alguns restaurantes, o faturamento chegou a zero em apenas dois dias.

AGENDA – Na última quinta-feira (19), o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, se reuniu com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, para discutir a construção desta nota técnica em conjunto, no intuito de padronizar procedimentos e evitar explosão de ações judiciais com a conscientização do uso, por parte das empresas do setor turístico e dos consumidores, do site.

A PLATAFORMA – O Consumidor.gov.br é um serviço público e gratuito que permite a interlocução direta entre consumidores e empresas para solução alternativa de conflitos de consumo pela internet. A principal inovação da plataforma está em possibilitar um contato direto entre consumidores e empresas, em um ambiente totalmente público e transparente, dispensada a intervenção do Poder Público na tratativa individual.

Fonte: Ministério do Turismo

Carta da ABIH-SC para associados e comunidade

Prezados hoteleiros e hoteleiras,

Estamos vivendo um momento difícil da nossa vida. Estamos vivendo uma catástrofe que ninguém esperava. Nesse momento, nós precisamos ter muita serenidade e temos a consciência de que precisamos aderir as medidas que estão sendo apresentadas pelos governos seja federal, estadual ou Municipal.

Aceitar as regras e apoiar para o bem comum. Paralelamente, temos também que ajustar a estrutura das nossas empresas dos meios de hospedagens diminuir os custos operacionais dos hotéis, dar férias aos nossos colaboradores, trabalhar com bancos de horas e até, lamentavelmente, fazer demissões.

Da mesma forma temos que ficar atentos com o mercado que nos sustenta porque esta crise vai passar e tudo voltará à normalidade. Por isso, manter a comunicação com o mercado é muito importante, especialmente quanto ao atendimento da ansiedade dos nossos hóspedes, quanto a negociação das pré-reservas, a devolução de valores, entre outros, tão importantes para deixar um clima de alto astral nesta relação com nossos hóspedes.

Enfim, temos que ajustar a mente. Superar o choque destas mudanças e aguardar com serenidade. Estamos todos juntos no mesmo barco, porém esse barco, nesse momento, está à deriva. Precisamos, juntos, trabalhar para aportar em um local seguro. Temos que nos unir para combater um inimigo comum, um tsuname viral, o coronavírus (COVID-19). Este é o foco e ninguém está imune!

O momento pede calma, cuidados básicos e extremos, orientações aos nossos familiares, colaboradores, vizinhos e à comunidade. Esta é a nossa missão maior. Com estas ações, pensamento de muita fé e esperança no futuro dos nossos negócios e do nosso Brasil, é que nós vamos dar o tempo necessário para superarmos estas dificuldades, cada um fazendo a sua parte.

A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Santa Catarina – ABIH-SC está à disposição dos seus associados para tirar dúvidas, fornecer apoio técnico através de nossos diretores e consultores e colaborar nas orientações básicas em cada uma das etapas. Estamos atendendo em regime de plantão pelo fone (48) 98843-7659 ou pelo e-mail comercial@abih-sc.com.br

Deus nos protegerá e nos dará forças para vencermos essa pandemia.

Estamos juntos!

Osmar José Vailatti

Diretor-presidente

ABIH-SC

Treinamento Operacional para Camareiras e Serviços Gerais de Meios de Hospedagem

         

Descrição

O Setor de Hospedagem precisa estar ciente de todo o fluxo operacional de higienização do hotel, tudo isto funcionar bem, são requisitos básicos, treinamento, planejamento diário, semanal, mensal e anual, logística, organização, metodologia e boa administração de pessoal. E é claro, saber lidar com o público e estar preparado para isso.

Tipo: Área complementar

Modalidade: Presencial

Duração: 08 Horas

Instrutora: Carla Cabral Costa

Público Alvo: Profissionais que atuam em departamentos de governança e que buscam aperfeiçoamento ou aqueles que já atuam no ramo de hotelaria e queiram ingressar na área de higiene e conservação de governança hoteleira.

Objetivo: Capacitar o profissional para higienização de departamentos e áreas comuns de meios de hospedagem, garantindo que a execução das atividades ocorram em sintonia e proporcionem a integração com os diferentes departamentos, para oferecer o melhor serviço ao clientes interno e externo, respeitando as preferências dos clientes e os padrões estabelecidos pela organização.

Conteúdo Programático:

  • Atividades diárias do departamento de governança e relacionamento interdepartamental;
  • Relacionamento com outros setores e seus impactos;
  • Atividades diárias do departamento de governança, estabelecendo os fluxos de trabalho e organizando as equipes em relação às tarefas e às escalas de serviço, respeitando a legislação trabalhista e de segurança do trabalho vigentes e as normas e procedimentos da organização.
  • Prática de higienização in loco, tipos de superfície, tipos de materiais e produtos..

Coronavírus em SC: tire suas dúvidas sobre as medidas de restrição impostas pelo Governo

O governador Carlos Moisés decretou situação de emergência no estado de Santa Catarina por conta do avanço da pandemia de coronavírus. As medidas de restrição passam a valer a partir desta quarta-feira, 18. Confira alguns pontos do decreto:

Quais são os serviços essenciais que podem ser mantidos?
Seguem abertos:
– Farmácias
– Supermercados
– Unidades de saúde
– Postos de combustível
– Funerárias
– Distribuidoras de água e gás
– Distribuidoras de energia elétrica
– Clínicas veterinárias de emergência
– Serviços de telecomunicações
– órgãos de imprensa
– Segurança privada
– Coleta de lixo

As medidas têm caráter imediato?
Sim. O decreto passou a valer a partir do momento de sua publicação. Não há necessidade de notificação de empresas e entes públicos para cumprimento das determinações.

Os transportes coletivos estão suspensos?
Sim, por um período de sete dias. As linhas municipais, intermunicipais e interestaduais deixam de circular. No caso de linhas que conectam Rio Grande do Sul com o Paraná e passam por Santa Catarina, por exemplo, elas podem circular, mas não podem pegar ou deixar passageiros em território catarinense. As medidas estão sendo adotadas de maneira gradativa e a partir do primeiro minuto de quinta-feira já não sairão mais linhas dos terminais urbanos e rodoviários. O cumprimento das medidas será fiscalizado pela Agência Regulado (Aresc) e Policia Militar Rodoviária.

Academias, shoppings e restaurantes ficam fechados?
Sim, por um período de sete dias

Motoristas de aplicativo podem seguir trabalhando?
Sim, os transportes por aplicativo e táxis seguem normalmente.

Bancos estarão fechados?
Sim. Operações bancárias devem ser feitas apenas por meio de caixas eletrônicos e do internet banking.

Os Correios irão funcionar?
As agências de atendimento dos Correios devem ficar fechadas. Sobre a distribuição, ainda há deliberação.

Haverá fiscalização das medidas de restrição?
Sim. A Polícia Militar, a Polícia Civil e as demais forças de segurança estão de prontidão para fazer valer o decreto publicado pelo governador Carlos Moisés. No caso dos transportes, as equipes da Aresc farão a fiscalização. É possível fazer denúncias pelos telefones 190 (Polícia Militar) ou no 181 para denúncias em caso de irregularidades em estabelecimentos ou preços abusivos.  A polícia atua na orientação da população e estabelecimentos nesta quarta-feira. 

Como fica a situação dos aplicativos e estabelecimentos com delivery, no sistema de entrega em casa?
Os estabelecimentos do ramo alimentício que realizam entregas podem seguir atuando com o sistema de delivery. Não há impeditivo para eles. Os demais estão suspensos. Vale ressaltar que as medidas tomadas pelo governo são para evitar o convívio social. Por uma questão de bom senso, recomenda-se que essas empresas trabalhem com o menor número possível de funcionários para evitar a circulação de pessoas.

E os estabelecimentos que vendem comida?
Os estabelecimentos ficam abertos desde que vendam uma variedade de gêneros alimentícios, como os supermercados. Aqueles focados em apenas um tipo de produto devem fechar. O objetivo é manter apenas o número mínimo necessário de estabelecimentos que garantam a subsistência da população. Já os restaurantes devem ficar fechados. 

Podem ser promovidos eventos?
Eventos e reuniões de qualquer natureza, de caráter público ou privado, incluídas excursões, cursos presenciais, missas e cultos religiosos, estão suspensos pelo período de 30 dias. 

As indústrias podem seguir funcionando?
Deve-se fazer a redução do número de trabalhadores. No caso da agroindústria, também é necessário analisar quais as atividades essenciais. Ramos como de insumos para animais podem ser mantidos, cumprindo as exigências porque o fornecimento de bens de consumo essenciais para a população não pode parar.

Como fica a situação dos hotéis?
O decreto estabelece que novos hóspedes não podem ser aceitos. Aqueles que já estavam hospedados podem permanecer até o fim do período programado. Aqueles que já tenham reserva não devem se dirigir ao hotel e pessoa deve ser encaminhada para destino de origem. Tripulante é a única exceção.

Cirurgias eletivas estão suspensas?
Sim. Consultas ambulatoriais e exames eletivos também estão suspensos na rede pública. Caberá às unidades realizar o reagendamento.

Como ficam as situações de emergências odontológica e veterinária?
Podem ser atendidas, mas a orientação é que os atendimentos rotineiros sejam suspensos.

Aeroportos permanecem abertos?
Sim. A demanda por voos está caindo e há conversas com a União sobre as medidas de enfrentamento à pandemia.

Idosos devem permanecer em casa?
Sim. A orientação é que, além dos idosos, os demais públicos também permaneçam em casa e evitem atividades inclusive ao ar livre, em praias e locais de caminhada. 

As medidas valem para todas as regiões do Estado?
Sim. Os países que tiveram mais sucesso no combate ao coronavírus adotaram essas medidas de restrição.

O Estado terá condições e kits suficientes para atender todo mundo?
Santa Catarina recebeu mais 480 kits para fazer o exame no Lacen

É preciso fazer estoque de medicamentos e alimentos?
O momento agora é de reclusão social, as pessoas precisam evitar locais com aglomerações, não é necessário fazer estoque de alimentos ou medicamentos porque estes serviços continuam, são essenciais

População pode denunciar estabelecimentos que estiverem abertos?
Sim, através do telefone 190 e do telefone 181 da Polícia Civil

Hospital da Base Aérea pode ser aberto para abrir mais leitos?
A Secretaria de Estado da Saúde está fazendo o levantamento de todos os leitos existentes em SC, que podem ser disponibilizados

Há algum estudo para barrar fronteiras do Estado?
Hoje elas não se enquadram como uma medida necessária a ser praticada.

Jovens podem pegar a doença?
Sim, os idosos estão mais propensos, mas já há estudos que mostram que jovens e crianças podem pegar a doença e transmitir

Imprensa
O ramo da imprensa foi mantido como atividade essencial, inclusive em função da necessidade de informação oficial e de qualidade para a população. Mas devem ser adotadas as medidas de prevenção.

Fonte: Gov do Estado de Santa Catarina

Turismo libera R$ 381 mi em financiamentos para pequenos e médios empresários

Objetivo do MTur é facilitar o acesso a crédito e o pagamento de empréstimos, proporcionando a manutenção de atividades durante a pandemia de coronavírus.

O Ministério do Turismo prepara a edição de uma portaria que vai flexibilizar as regras de empréstimos do Fundo Geral de Turismo (Fungetur). As mudanças, uma reação aos impactos do coronavírus no mercado de viagens brasileiro, permitirão que os financiamentos, disponibilizados a micro, pequenas e médias empresas do setor de todo o país, tenham juros menores e um prazo maior de carência, com foco especial na modalidade de capital de giro. Atualmente, a carteira do Fungetur possui R$ 381 milhões disponíveis para empréstimos. 

O MTur também articula com instituições financeiras que viabilizam o crédito a aplicação de norma pela qual o pagamento das parcelas de juros das operações ainda em período de carência ocorra em um prazo de até três meses, e não apenas mensalmente. Os juros para capital de giro serão reduzidos de 7% para 5% ao ano e a carência do início de pagamento das parcelas de 6 meses para 1 ano.

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, frisa que a decisão representa mais uma iniciativa do governo federal para enfrentar adversidades do período. “O presidente Jair Bolsonaro e todo o governo estão empenhados em dar suporte ao empresariado em geral. O nosso objetivo é permitir que serviços turísticos atravessem esse momento delicado e, superado o problema, o turismo possa continuar contribuindo fortemente para a economia nacional e a geração de emprego e renda no país”, explica.

Os financiamentos do Fungetur, que possuem um limite de R$ 10 milhões, são concedidos por 17 instituições financeiras credenciadas (Clique aqui para acessar). Os empréstimos, com taxas diferenciadas, podem ser acessados por empreendimentos privados de toda a cadeia produtiva do turismo para, além de capital de giro, implantar, ampliar, modernizar ou reformar atrativos, além de adquirir máquinas e equipamentos.

A contratação do crédito é permitida a prestadores de serviços elencados no art. 21 da Lei 11.771/2018 e que estejam devidamente inscritos no Cadastur, o cadastro oficial de operadores da área.

FACILITAÇÃO – Desde julho de 2019, o Ministério do Turismo facilitou o acesso de micro e pequenos empresários a empréstimos do Fungetur. Com as mudanças, empreendedores passaram a dispor de uma linha específica de capital de giro e puderam utilizar fundos para reduzir exigências, como a oferta de bens em garantia. A Pasta também ampliou de 8 para 17 o número de instituições financeiras credenciadas a operar o crédito.

Fonte: Ministério do Turismo