Anita Pires é reconhecida entre as personalidades do setor de eventos

Reconhecimento mundial na indústria de eventos, o prêmio Hall of Leaders do Events Industry Council anunciou a inclusão de três lideranças na premiação referente ao ano de 2020. Presidente da Pires Destinos, Anita Pires é uma das vencedoras do Prêmio e foi homenageada em uma celebração virtual em 25 de março.

Anita foi apresentada a concorrer ao prêmio por meio da Associação Brasileira da Indústria de Eventos (ABEOC) e Confederação Latino-americana de Eventos (COCAL). Todos os indicados passaram por um processo de seleção de sua história profissional, das contribuições efetivas que tiveram para a indústria de eventos e, também, para tornar o Turismo uma atividade melhor para o desenvolvimento sustentável do planeta. Também são observadas as participações dos candidatos em ações que melhoram a vida de sua comunidade local.

Anita Pires

Anita Pires é membro da Academia Brasileira de Eventos e Turismo e presidente da FloripAmanhã, ONG voltada para fazer de Florianópolis uma cidade mais planejada e inovadora. Foi presidente nacional da Associação Brasileira de Empresas de Eventos (ABEOC) Brasil de 2011 a 2014. É vice-presidente da Federação de Entidades Organizadoras de Congressos e Afins da América Latina (COCAL).

Fonte: Panrotas

Leia também: 1ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo ABIH-SC 2021

Informativo ABIHSC 26 de março

Informativo ABIH-SC 25 de março

No informativo da ABIH-SC desta semana você vai ver:

1ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo ABIH-SC 2021;-Assinatura de termo de cooperação entre ABIH-SC e Fecomércio SC;-Ecoflex – Sócio Colaborador;-Hapvida – Plano de Saúde;-Santur publica quarta edição do Boletim Almanach com dados da temporada de verão;-Associados ABIH-SC.

Confira o informativo na íntegra AQUI.

Gostou? Leia mais! FBHA celebra MP que prorroga regras voltadas à cancelamento e remarcação

1ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo ABIH-SC 2021

A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Santa Catarina – ABIH-SC realizou na manhã desta quinta-feira (25/03) a 1ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo da entidade. O encontro virtual foi presidido por Osmar José Vailatti, Presidente do Conselho Deliberativo da Entidade.

Na pauta foram abordados assuntos pertinentes a entidade. Atualização do setor financeiro e definições do Encatho & Exprotel 2021, amplamente debatido entre os presentes.

Entre os assuntos abordados foram debatidos itens como: Posicionamento da ABIH-SC em nível estadual e municipal, traçando estratégias e buscando acordos para realizar REFIS, municipais como: IPTU, ISS e taxa de lixo. Além de buscar um posicionamento da entidade em diretrizes do governo.

Plano de saúde HAPVIDA

Hapvida – Plano de Saúde

O Hapvida Sistema de Saúde alia tecnologia e humanização, sempre em busca do melhor para seus clientes. Para manter essa performance, aposta no desenvolvimento, realiza inovações constantes, além investimento na infraestrutura e capacitação de pessoal.

Com mais de 40 anos de história e uma estratégia focada na verticalização dos serviços médico-hospitalares, o Sistema Hapvida atende mais de 4 milhões de clientes em todo o território nacional. O Hapvida hoje se posiciona como uma das maiores operadoras de saúde do Brasil, com a maior rede de atendimento próprio das regiões, uma das duas maiores operadoras com capital próprio e genuinamente nacional e a terceira maior do País, em número de beneficiários.

Atualmente, são 32 Hospitais, 105 Clínicas, 20 Prontos Atendimentos, 109 Centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial (Vida&Imagem) distribuídos nos 12 estados onde a operadora atua com rede própria.

Para saber mais entre em contato
48 9 88437711
abih@abih-sc.com.br

http://www.hapvida.com.br/

Paulo Guedes

Governo pode excluir Turismo de PL que cria programa emergencial de recuperação

Desde o dia 4 de março, tramita no Senado Federal o Projeto de Lei 5638/20, que cria um programa emergencial de recuperação para os setores de turismo e eventos. A proposta foi aprovada com facilidade na Câmara e já reúne grande apoio por sua aprovação no Senado. A expectativa é de que a votação em plenário aconteça já na próxima terça-feira (23).

No entanto, o Ministério da Economia vem se mostrando contrário à aprovação da medida na íntegra, devido ao impacto orçamentário que resultaria das isenções previstas no texto. Em uma reunião, realizada na última terça-feira (16), entre lideranças dos setores de turismo e de eventos e técnicos do Ministério da Economia, o ministro Paulo Guedes deu a entender que seria necessário restringir a medida somente ao setor de eventos, que teve seu faturamento praticamente zerado durante a pandemia. Com esta restrição as medidas seriam direcionadas apenas às empresas identificadas como de eventos na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (Cnae)

“O Paulo Guedes falou que não pode liberar o projeto do jeito que está. Ele foi claro de que não é possível colocar o turismo inteiro no projeto. O governo está se reunindo para tentar encontrar uma saída. Uma das opções é manter o texto, não aprovando as emendas, e fazer um veto seletivo na Casa Civil”, destaca Alexandre Sampaio, presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), que participou da reunião.

A proposta inicial da Câmara, de autoria do deputado Felipe Carreras (PSB-PE) era direcionada somente ao setor de eventos. Mas após uma articulação do setor de turismo, o substitutivo apresentado pela relatora, deputada Renata Abreu (Pode-SP), incluiu todas atividades classificadas como serviços turísticos na Lei Geral do Turismo (11.771/2008), entre elas meios de hospedagem, agências de turismo, transportadoras turísticas, acampamentos turísticos e parques temáticos.

Caso o projeto sofra alterações no Senado, como a exclusão de alguma atividade ou de alguma das medidas propostas, ele retorna à Câmara dos Deputados. Devido a isso, a opção por fazer as modificações por meio de veto presidencial é uma estratégia para não adiar a sanção do projeto, tendo em vista o caráter emergencial das propostas, fator que é justamente o que garantiu grande apoio dos parlamentares nas duas casas. A reunião, realizada esta semana, foi uma tentativa de tentar equacionar a situação e minimizar os impactos políticos do veto a uma proposta apoiada pela ampla maioria do Congresso.

“Foi por isso que o ministro se reuniu com entidades, justamente para minimizar o desgaste do governo. Ele viu que existe uma iniciativa legislativa com apoio dos parlamentares ao projeto.  É um trabalho preventivo para mitigar os efeitos do impacto político que este veto pode causar”, completa Sampaio.

A relatora do PL no Senado é Daniella Ribeiro (PP-PB), que tem relação boa com o ministro Paulo Guedes. A senadora é irmã do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), relator da proposta de reforma tributária que tramita na Câmara dos Deputados. Lideranças do setor de turismo destacam que a parlamentar vem se mostrando sensível aos pleitos do setor de manter atividades turísticas na proposta.

Em caso de aprovação na íntegra no Senado, o Turismo trabalha com a possibilidade de que o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, interceda diretamente com o presidente Jair Bolsonaro para evitar a exclusão do turismo do texto.

SETOR SE MOVIMENTA CONTRA O VETO

A possibilidade de um veto ao turismo surgiu esta semana e levou diversas entidades do setor a mobilizar profissionais para garantir apoio dos parlamentares. O entendimento é que manter apenas o setor de eventos seria incoerente e excluiria o turismo de uma proposta que foi construída em conjunto entre os dois setores.

“O setor de eventos realmente está sofrendo muito durante a pandemia, mas o turismo não está diferente. O turismo sofre muito. O PL tem muitos pleitos que a gente tem trabalhado desde o começo da pandemia, não são solicitações novas. Estamos trabalhando muito para que o projeto seja aprovado, inclusive o G20 teve uma participação importante na inclusão das atividades de turismo. Foi trabalho em conjunto”, explica Magda Nassar, presidente da Abav Nacional.

O G20, citado por Magda, é o grupo formado por 21 entidades dos setores de turismo e eventos, criado com o objetivo de unir forças para garantir ações emergenciais junto ao governo federal durante a pandemia. Fazem parte dele associações que representam os segmentos de empresas de eventos, organizadores de feiras, agências de viagens, companhias de cruzeiro, operadoras de turismo, hotelaria, destinos e parques temáticos.

“Excluir o turismo é proteger um setor e deixar outro na chuva. O turismo está agonizando e todo mundo sabe disso. Não é novidade e não é uma coisa que vamos conseguir reverter rapidamente. Difícil um veto que vai deixar de ajudar um setor que está agonizando”, completa Magda.

O M&E entrou em contato com o Ministério da Economia para saber a visão da pasta sobre o projeto. A assessoria de imprensa do Ministério respondeu que “não comenta matérias que ainda se encontram em tramitação no Congresso Nacional”.

AS PROPOSTAS

Entre as principais propostas do projeto estão a extensão do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (Lei 14.020/2020) e o Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac), previsto na Lei 14.042/20.

O primeiro prevê que governo federal pague uma parte do salário do trabalhador que teve o contrato de trabalho suspenso ou reduzido (salário e carga horária). O programa acabou em 2020, com o fim do estado de calamidade. O valor do benefício a ser pago pelo governo também aumenta caso a redução de jornada seja negociada por meio de convenção ou negociação coletiva. Durante a vigência do programa, os pagamentos estiveram limitados a 25%, 50% ou 70% do salário-desemprego nessas negociações. Com o projeto, o valor pode chegar a 100%, sendo proporcional à redução (se houver redução de 85% do salário, por exemplo, o benefício seria de 85% do seguro).

Já o Peac, prevê que os bancos públicos e privados contem com garantia da União por meio do Fundo de Garantia para Investimentos (FGI) ou do Fundo Garantidor de Operações (FGO), no caso de microempresas, para a concessão ou renovação de empréstimos. O texto ainda prevê a alíquota zero do PIS/Pasep, da Cofins e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) por 60 meses para as empresas dos dois setores.

Perse
Lei 5638

Mas um dos pontos considerados vitais pelos setores de turismo e eventos é o refinanciamento das dívidas com o governo federal com um desconto de até 70% sobre o valor total da dívida e 145 meses para pagar. A adesão a essa transação proposta pelo poder público poderá ocorrer em até quatro meses após regulamentação, mas o contribuinte poderá propor uma transação com requerimento individual ou mesmo por meio de associações do setor. Poderão ser parcelados os débitos com a Receita Federal e a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), além do FGTS.

O governo propõe que este ponto seja resolvido por meio de negociações diretas entre a empresa e a PGFN, o que considerado inviável para empresas de menor porte. “O Ministro queria que isso fosse feito por meio de transação tributária, na qual as empresas negociam prazos com a Procuradoria Geral da Fazenda. O problema é que não é toda empresa que tem estrutura e assessoria jurídica para fazer isso, até porque isso custa caro, e você demora muito para ser atendido. Uma legislação como essa, com o amparo genérico, é o melhor dos caminhos”, analisa Alexandre Sampaio.

Outro ponto é a extensão até o fim do ano dos efeitos da Lei 14.046, que estabelece regras para reembolsos e remarcações. Neste caso, porém, a questão já foi resolvida com a edição da Medida Provisória 1.036, na última quarta-feira (17).

Fonte: Mercado & Eventos

FBHA

FBHA celebra MP que prorroga regras voltadas à cancelamento e remarcação

A MP 1036/21 entrou em vigor, na última quinta-feira (18), para prorrogar as regras voltadas ao cancelamento ou remarcação de eventos que foram afetados com a pandemia. Sendo assim, de modo geral, as empresas não serão obrigadas a reembolsar os valores pagos pelo consumidor. Entretanto, é necessário assegurar a remarcação dos serviços ou, então, disponibilizar crédito para uso ou abatimento em outras atividades.

A Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) comemorou a decisão visto que, ainda em janeiro, a entidade solicitou a prorrogação da medida para o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto.

“O texto garante a manutenção das atividades turísticas e culturais. Sabemos que, por agora, não há possibilidade de grandes eventos retornarem. Por isso, é importante que haja esse cuidado para não desencadear múltiplas falências no segmento que, por sua vez, já está bastante prejudicado com a pandemia. Estamos felizes com essa conquista”, diz Alexandre Sampaio, presidente da FBHA.

Segundo a MP, o uso do reembolso do serviço poderá ser aplicado até o dia 31 de dezembro de 2022. Caso haja a remarcação da data, o prazo limite também será o mesmo. Entretanto, é válido destacar que, se a empresa não conseguir retornar com as atividades, será necessário devolver o valor ao consumidor até o final do ano que vem, dentro do mesmo prazo estabelecido.

Fonte: Mercado & Eventos

Almanach Santur

Santur publica quarta edição do Boletim Almanach com dados da temporada de verão

A Agência de Desenvolvimento do Turismo de Santa Catarina (Santur) publicou nesta quinta-feira (18) a quarta edição do Boletim Almanach, apresentando um panorama da Temporada de Verão 2020/2021 em Santa Catarina, que teve um cenário atípico diante da pandemia de Covid-19. Também, dados relativos aos períodos de festas de final de ano e Carnaval, incluindo informações sobre a ocupação hoteleira e fluxo de passageiros aéreos e terrestre e comparativos com a temporada anterior.

+++ Para acessar o boletim clique aqui

Outra informação detalhada na publicação é o perfil do visitante que deixa o estado pelo Floripa Airport, conforme pesquisa coordenada pela Santur.

O boletim é elaborado pela Diretoria de Estudos e Inovação (Diesin) da Santur e sintetiza informações do Almanach, painel de dados do turismo. Os dados apresentados provêm de fontes de dados abertos e instituições parceiras relacionadas ao setor.

Fonte; Santur

Mtur

Ministérios do Turismo e da Justiça fortalecem parceria para garantir direitos do consumidor turista

No mês em que se comemora o Dia Internacional do Consumidor, os ministérios do Turismo e da Justiça e Segurança Pública reforçam o compromisso com a garantia dos direitos de turistas em todo o país. Nesta quarta-feira (24.03), os ministros Gilson Machado Neto (Turismo) e André Mendonça (Justiça e Segurança Pública) assinaram um Acordo de Cooperação Técnica que prevê o compartilhamento de informações e ações conjuntas de proteção aos consumidores turistas.

Entre as ações previstas estão o incentivo à adesão de grandes empresas prestadoras de serviços turísticos à plataforma de resolução de conflitos “consumidor.gov.br”. Trata-se de um serviço público federal gratuito que permite a interlocução direta entre consumidores e empresas para solução de conflitos de consumo pela internet, como cancelamentos e remarcações de viagens e eventos, principalmente, em decorrência da pandemia de Covid-19. Atualmente, estão presentes na plataforma 28 empresas do segmento de Turismo, Viagens e Hospedagem.

O ministro do Turismo, Gilson Machado, destaca a importância de ações governamentais conjuntas em defesa do consumidor. “Nossos esforços são para garantir segurança jurídica às empresas do setor e aos cidadãos que, de forma rápida e mais facilitada, consigam cancelar ou remarcar viagens. Atuamos assim para garantir a boa relação entre consumidores e prestadores de serviços, evitando a judicialização”, afirmou.

O Acordo também prevê a oferta de cursos gratuitos pela Escola Nacional de Defesa do Consumidor da Secretaria Nacional do Consumidor, do Ministério da Justiça, na modalidade de ensino a distância. O objetivo é disseminar informações sobre direitos dos consumidores para prestadores de serviços turísticos. Estão previstas ainda outras ações conjuntas de proteção, como a articulação com os órgãos do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor, a partir de demandas apresentadas pelo Ministério do Turismo.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, ressalta que o Acordo assinado vai melhorar a relação entre agências de viagens e consumidores na área do turismo. “Para que ele tenha melhor atendimento para suas demandas e, também, para que o operador dessa área tenha maior conhecimento dos direitos e garantias que o Código do Consumidor dá”, disse. “Queremos que o brasileiro viaje mais, com mais direitos, com mais segurança, preço justo e que as operadoras possam auferir bom resultado de seu trabalho”, completou.

PROTEÇÃO 

Desde os primeiros casos de coronavírus registrados no Brasil, o Ministério do Turismo atuou para diminuir o impacto da pandemia no setor de turismo. Entre as medidas adotadas está o apoio e articulação da Medida Provisória 948, que regulamentou as relações de consumo no país, garantindo os direitos dos consumidores e, ao mesmo tempo, impedindo a falência de empresas do setor.

A MP trouxe regras claras para o cancelamento e a remarcação de reservas, tanto no turismo como na cultura, e disponibilizou o site consumidor.gov.br, reduzindo a judicialização das demandas. Administrada pela Secretaria Nacional do Consumidor, a plataforma registrou um aumento de 427,8% nas reclamações relacionadas a viagens, turismo e hospedagem. Passou de 7.724, em 2019, para 40.765, em 2020. Somente em janeiro e fevereiro deste ano foram 7.807 reclamações, um aumento de 606,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.

As reclamações na plataforma Sindec, que congrega informações dos Procons, também teve um crescimento de 220,9% em 2020, quando comparando a 2019. Reclamações de janeiro e fevereiro deste ano chegam a 8.759, uma elevação de 289,6% em relação ao mesmo período de 2020. No setor da cultura houve um aumento de 178,6% no número de reclamações na plataforma Consumidor.gov.br, entre 2019 e 2020. Já na plataforma Sindec, o avanço foi de 157,7%.

PRORROGAÇÃO 

Na última semana, a MP n°1.036 de 2021 definiu que consumidores, prestadores de serviços dos setores de turismo e cultura, artistas e profissionais contratados para realização de eventos terão um novo prazo para remarcação, concessão de crédito ou devolução de valores referentes a atividades, reservas e eventos turísticos e culturais cancelados em 2020 e 2021 em razão da pandemia.

Na prática ela estende, até o dia 31 de dezembro de 2022, o período para as remarcações, emissão de créditos para utilização na compra ou abatimentos em outros serviços ou devoluções de valores já pagos em serviços, reservas e eventos. A ação visa garantir o direito dos consumidores e a sobrevivência do turismo e da cultura, fortemente afetados pela pandemia.

Além de estabelecer critérios claros e transparentes para cancelamento e remarcação de viagens, o Ministério do Turismo criou o movimento “Não Cancele, Remarque”. A campanha orienta turistas sobre a possibilidade de não cancelar, mas sim adiar viagens e pacotes turísticos.

Fonte: Mtur

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Informativo ABIH-SC 19 de março

Informativo ABIH-SC 19 de março

Informativo ABIH-SC 19 de março

No informativo da ABIH-SC dessa semana você confere:

– Reunião da Diretoria Executiva da ABIH-SC

– Investimentos do Governo de SC no turismo nos últimos 12 meses está próximo de R$67 milhões

– Aumento de demissões na hotelaria

– Turismo em Foco: Evento online e gratuito

Anfer Design – Sócio Colaborador

– Boqueirão Hotel Fazenda e Resort de Campo

– Caitá Hotéis

– Revista digital da ABIH-SC

– Espaços à venda da Exprotel

Confira o informativo na íntegra aqui!