Santur - Bandeira Azul

Santa Catarina aumenta o número de certificações e mantém destaque no Programa “Bandeira Azul”

Na temporada 2020/2021, Santa Catarina seguirá ostentando a marca de estado ‘mais azul’ do Brasil. No início de outubro, o Júri Internacional do Programa Bandeira Azul renovou a certificação de oito praias e duas marinas catarinenses. Além disso, aprovou outras três praias do estado, elevando de 10 para 13 selos socioambientais em relação ao último ano.

– É mais um reconhecimento que Santa Catarina recebe pelos esforços em cuidar do nosso patrimônio natural, que é um importantíssimo atrativo turístico para um estado que abriga tanta diversidade e belezas preservadas – comenta o presidente da Agência de Desenvolvimento do Turismo de Santa Catarina (Santur), Leandro “Mané” Ferrari.

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Praia de Quatro Ilhas, Bombinhas. Foto: Markito / Santur

Com isso, das 18 praias e seis marinas contempladas no Brasil, 13 praias e duas marinas são de Santa Catarina. O hasteamento da Bandeira Azul assegura aos visitantes mais informações sobre os locais, qualidade da água e ações de educação ambiental.

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Neste ano, a temporada Bandeira Azul no Brasil excepcionalmente vai iniciar após o dia 16 de novembro, devido às restrições relativas ao processo eleitoral. Adicionalmente, em função da pandemia, o hasteamento das bandeiras em cada um dos destinos vai depender dos decretos municipais e estaduais que incidem sobre a área da praia ou marina.

Conheça os locais de Santa Catarina aprovados para a temporada 2020/2021:

Praias:

Renovação:

  • Lagoa do Peri, Florianópolis – SC
  • Praia Grande, Governador Celso Ramos – SC
  • Praia do Estaleiro, Balneário Camboriú – SC
  • Praia do Estaleirinho, Balneário Camboriú – SC
  • Praia de Piçarras – Balneário Piçarras – SC
  • Praia de Quatro Ilhas, Bombinhas – SC
  • Praia de Mariscal, Bombinhas – SC
  • Praia da Saudade – Prainha, São Francisco do Sul – SC

Primeira temporada:

  • Praia do Forte, São Francisco do Sul – SC
  • Praia da Conceição, Bombinhas – SC
  • Praia Grande, Penha – SC

Marinas

  • ICSC, Florianópolis – SC
  • Tedesco Marina – B. Camboriú – SC

O programa Bandeira Azul

O Júri Internacional é composto pela FEE – Foundation for Environmental Education; UNE – United Nations Environment; UNWTO – United Nations World Tourism Organization; WHO – World Health Organization; IUCN – International Union for Conservation of Nature; EUCC – European Union for Coastal Conservation; ILS – International Lifesaving Federation; ICOMIA – International Council of Marine Industry Associations; EEA – European Environment Agency; UNESCO – United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization; WCA – World Cetacean Alliance e ENAT – European Network for Accessible Tourism.

O Programa Bandeira Azul é um selo de caráter socioambiental amplamente reconhecido em todo o mundo. Foi criado pela FEE – Foundation for Environmental Education, uma instituição internacional com diversos integrantes representando seus respectivos países. No Brasil, o Operador Nacional do Programa é o IAR – Instituto Ambientes em Rede.

Fonte: Santur

mTUR - Hoteis abertos

91% dos hotéis de rede do Brasil estão abertos, aponta pesquisa

Um estudo recente realizado pelo Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB) aponta que a oferta nacional de meios de hospedagem se aproxima da normalidade pré-pandemia. Segundo o levantamento, 91% dos hotéis das 64 redes entrevistadas até domingo (18.10) estão abertos, o que representa 127.593 quartos disponíveis para receber turistas em todo o país.

Dentre as cidades com maior índice de operação estão Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e Brasília (DF) que apresentam 100% das redes em funcionamento, além de Campinas (SP), com 97,8%; Manaus (AM), 93,4%; São Paulo (SP), 91,6%; e Curitiba (PR), que registrou 90,1%. A pesquisa também aponta alto índice de reabertura em Vitória (ES), com 88%; Salvador (BA), 84,3%; Belo Horizonte (BH), 84,1%; e Rio de Janeiro (RJ), com 76,5%. Dos estabelecimentos que ainda estão fechados, 45% pretendem reabrir ainda este ano e cerca de 20% deles em outubro.

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, vê o resultado do levantamento com otimismo e reforça a importância de uma reabertura segura, seguindo os protocolos sanitários estabelecidos pela Pasta em parceria com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). “Neste ritmo, podemos esperar que a retomada siga com foco na temporada de verão. E, para oferecer um serviço seguro aos turistas e funcionários, os estabelecimentos devem seguir todas as medidas de biossegurança, como as estabelecidas pelo Selo Turismo Responsável do Ministério do Turismo”, ressaltou o ministro.

SELO TURISMO RESPONSÁVEL – Lançado em junho, o selo “Turismo Responsável – Limpo e Seguro”, disponibilizado pelo Ministério do Turismo, busca auxiliar a retomada de atividades do setor seguindo requisitos de biossegurança. (Acesse aqui) O órgão publicou protocolos sanitários recomendados a 15 segmentos que integram o Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), além de um conjunto de orientações a visitantes. Atualmente, o certificado já foi emitido por mais de 22,9 mil estabelecimentos turísticos do país.

Fonte: Ministério do Turismo

Ministério do turismo

Turismo Responsável: 23 mil selos já foram emitidos

O Ministério do Turismo atingiu, nesta terça-feira (20.10), a marca de 23 mil selos “Turismo Responsável, Limpo e Seguro” emitidos a serviços turísticos em todo o país. São empreendimentos e atrativos que adotam medidas de proteção e segurança sanitária contra a Covid-19. A iniciativa busca auxiliar na retomada segura das atividades do setor tanto para turistas quanto para os trabalhadores.

“O selo Turismo Responsável é um passo importante para a retomada das atividades turísticas no país. Com ele, o turista se sentirá mais seguro durante a sua viagem. O sucesso de adesão a esta iniciativa comprova que estamos no caminho certo para promover destinos mais seguros em todo o país”, destacou o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

O selo está disponível para 15 atividades turísticas, como meios de hospedagem, parques temáticos, restaurantes, cafeterias, bares, centros de convenções, feiras, exposições, guias de turismo, dentre outros. Cada segmento possui um protocolo sanitário específico, elaborado em parceria com empresas e instituições ligadas ao setor (trade), a partir de diretrizes internacionais. Os documentos foram validados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Para conhecer os protocolos clique AQUI.

Os segmentos com maior número de solicitações do selo são: agências de turismo (7.106), meios de hospedagem (5.296), guias de turismo (3.190), transportadoras turísticas (2.988) e restaurantes, cafeterias, bares e similares (1.567). Já os estados que registraram a maior adesão à iniciativa são: São Paulo (4.558), Rio de Janeiro (3.411), Minas Gerais (2.055), Bahia (1.759) e Rio Grande do Sul (1.386). Veja a lista completa ao final da matéria.

ADESÃO – Para solicitar o selo, o interessado precisa, primeiro, estar com a situação regular no Cadastur, que é o cadastro de prestadores de serviços turísticos. O cadastro é rápido, gratuito e pode ser feito online, clicando AQUI. Na sequência, é preciso acessar o site do Selo Turismo Responsável, ler as orientações e declarar atender aos pré-requisitos determinados. Após estes passos, o interessado é encaminhado para uma área do site onde pode realizar o download do selo para impressão.

O selo deverá ser colado em local de fácil acesso ao cliente e conterá um QR Code pelo qual o turista poderá consultar as medidas adotadas por aquele empreendimento e/ou profissional. Além disso, possibilitará a realização de denúncias em caso de descumprimento, o que poderá resultar em revogação do selo.

Na página da iniciativa há ainda um conjunto de orientações para os turistas que, ao viajarem, também devem contribuir com ações de prevenção à Covid-19. Para saber mais, acesse AQUI.

Fonte: Mtur

Últimos dias para confirmar sua participação

3ª edição da revista da ABIH-SC já está na reta final de prazos para comercialização.

Com lançamento marcado para novembro, a comercialização da 3ª edição da revista da ABIH-SC entra na reta final. A revista é uma forma de estar próximo e conversar diretamente com o cliente. “Neste momento de retomada, vai sair na frente a empresa que se aproximar do cliente, marcando presença em diferentes canais e formatos”, enfatiza Osmar José Vailatti, diretor-presidente da ABIH-SC.

Investir nas áreas comerciais e de marketing sempre foi estratégico para as empresas, sendo ainda mais estratégico neste momento de retomada onde vão se destacar no mercado as empresas que aproveitarem este momento para fazer seu trabalho ser visto.

Revista ABIH-SC


A 3ª edição da Revista ABIH-SC tem previsão de 60 páginas e será veiculada em formato impresso e digital. A distribuição será realizada pela ABIH-SC para meios de hospedagem, entidades públicas e privadas do setor, autoridades, fornecedores do turismo e hotelaria, trade turístico, escolas e universidades, profissionais do setor, entre outros.

Para empresas e entidades interessadas em participar desta edição, destacando seus produtos, serviços ou ações, a entidade está comercializando cotas de apoio e anúncios publicitários através do whats (48) 98843-7659 ou e-mail comercial@abih-sc.com.br. Solicite agora mesmo o plano comercial para selecionar a melhor forma de estar presente e fazer relacionamento com seu público-alvo.

O que é self check-in e quais as suas vantagens?

A inovação no meio hoteleiro vem crescendo cada vez mais para facilitar a vida dos hóspedes e agilizar processos internos na recepção, governança, no setor de alimentos e bebidas, entre outros. Por isso é essencial entender o que é self check-in e como essa tecnologia pode impactar seu hotel.

Por isso, neste artigo falaremos mais sobre como essa inovação funciona e quais os benefícios que o seu negócio pode ter ao implementá-la. Continue a leitura e saiba mais!

O que é self check in?

Podemos definir o self check-in como um modelo de check-in em que os hóspedes do hotel podem acessar as acomodações sem a necessidade de terem contato com a recepção do hotel. Para isso, podem entrar no quarto por meio de uma fechadura inteligente ou um teclado numérico. 

Existem também totens semelhantes aos encontrados em shoppings para o pagamento do estacionamento ou a compra do ingresso para o cinema. Nesses totens de autoatendimento, os hóspedes podem acessar sua reserva e obter a chave para o quarto de forma simples e rápida. 

Assim, se diminui a necessidade de uma recepção para conseguirem fazem check-in em hotéis, o que dá a eles mais independência e autonomia. Além disso, com a utilização de um sistema de gestão é possível integrar todos os setores do hotel, otimizando as operações.

Por que implementar o self check-in?

Ao utilizar a tecnologia de self check-in, os dados coletados pelo sistema de gestão como o PMS, facilita que os outros sistemas utilizados no hotel compartilhem as informações dos clientes para oferecer um melhor atendimento. 

Além disso, investir em inovação em hotelaria favorece um atendimento mais ágil e de qualidade. Veja a seguir as principais vantagens dessa tecnologia para o seu negócio:

Mais autonomia para os hóspedes

Para tornar o hotel mais moderno e oferecer mais comodidade aos hóspedes, a tecnologia de self check-in é ideal. Como vimos, com essa funcionalidade, eles podem fazer o check-in quando acharem melhor a partir do horário indicado pelo hotel.

Por esse motivo, quando o hotel oferece a alternativa de check-in automático para seus hóspedes, proporciona mais conforto e melhora sua experiência de estada. Assim, eles poderão ficar mais satisfeitos com o hotel de modo geral.

Melhor aproveitamento dos profissionais

Cada vez mais as pessoas buscam o autoatendimento para agilizar processos e ter mais independência. Com o check-in é automático, é possível reorganizar as demandas dos profissionais e atribuir tarefas mais estratégicas para que eles foquem sua atenção. 

Dessa forma é possível que o hotel mude a forma como recepciona seus hóspedes, tendo mais tempo para oferecer serviços que agreguem valor, como o de concierges, por exemplo.

Mais oportunidades de vendas

Outra grande vantagem em entender o que é self check-in e implementá-lo em seu hotel, é criar oportunidades de upsell. Isso porque, com essa tecnologia, no momento do check-in você poderá oferecer upgrades pagos ou outros tipos de serviços.

Essa é uma ótima maneira de incrementar as vendas e apresentar aos hóspedes todos os serviços que o hotel tem disponível. Dessa forma, será possível aumentar a lucratividade de uma forma simples.

Atendimento omnichannel

Cada vez mais as tecnologias têm a possibilidade de se comunicarem, compartilhando dados e oferecendo o mesmo atendimento em diversas plataformas. Por isso, ao implementar o self check-in, o hóspede poderá encontrar as informações de sua reserva tanto no site do hotel, quanto em seu aplicativo.

Deste modo, quando a governança marcar que o quarto já está disponível para uso, ele será liberado para que um hóspede faça o web self check-in ou o check-in no quiosque de autoatendimento instantaneamente e já pegar sua chave.

TOTVS: inovação para seu hotel

Como pudemos entender com este artigo, o investimento em inovação é fundamental para atrair mais hóspedes e proporcionar um ótimo atendimento. E para aprimorar a experiência dos seus clientes, conte com o TOTVS Hospitalidade.

sistema de gestão hoteleira da TOTVS integra automaticamente os dados da reserva ao Front Office. Assim é possível que o check-in seja muito mais ágil, com opção de preenchimento das fichas de forma antecipada de pré-check-in

Além disso, o sistema também fornece uma visão completa dos principais processos operacionais e administrativos do seu negócio. Entenda mais sobre as vantagens que o sistema um sistema para hotel pode oferecer!

Fungetur

Parceria entre MTur e Organização das Cooperativas Brasileiras visa ampliação da rede do Fungetur

Com o objetivo de ampliar a participação de cooperativas de crédito junto ao Fundo Geral do Turismo (Fungetur), do Ministério do Turismo, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) acaba de lançar uma cartilha informativa que traz orientações sobre o Fundo. O documento, que traz detalhes sobre financiamento, documentos necessários, contatos para dúvidas, entre outras informações, está disponível para download no site da OCB. Clique AQUI.

O secretário Nacional de Atração de Investimentos, Parcerias e Concessões, Lucas Fiuza, reforça a importância da ampliação da cartela de instituições credenciadas para operar o Fundo. “Temos a maior oferta de crédito da história do Fungetur para apoiar o setor neste momento de crise, mas, para garantir que o dinheiro chegue de maneira rápida a todos os cantos do país, precisamos que mais instituições se qualifiquem dentro do Fungetur”, disse. “E essa parceria com a OCB é fundamental para atingirmos o nosso grande objetivo que é ajudar o turismo brasileiro”, explicou.

A cartilha tem como objetivo divulgar o Fungetur para operadores e tomadores, com foco nas cooperativas de crédito e as demais cadastradas no cadastro de prestadores de serviços turísticos do MTur. Ao ampliar a rede de atendimento em todo o Brasil, o Ministério garante que mais empreendedores tenham condições de solicitar acesso ao crédito.

CRÉDITO – No dia 8 de setembro, foi publicada no Diário Oficial da União a Lei 14.051/2020, que prevê um crédito de R$ 5 bilhões para auxiliar empreendimentos turísticos por meio do Fungetur. O recurso, que representa o maior repasse financeiro da história do setor, se destina a prestadores de serviços inscritos no Cadastur e pode ser usado em projetos, capital de giro e na aquisição de máquinas e equipamentos.

Quem pode se credenciar?

  • Instituições financeiras oficiais, pessoas jurídicas de direito público ou privado, legalmente constituídas, habilitadas, com idoneidade econômico-financeira e regularidade jurídico-fiscal;
  • Ter objeto social pertinente e compatível com o objeto do credenciamento;
  • Que não tenham sofrido penalidade de suspensão ou declaração de inidoneidade por parte do Poder Público;
  • Instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

Fonte: Mtur

Informativo ABIHSC

Informativo ABIH-SC 08 de outubro

No informativo da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Santa Catarina – ABIH SC, você vai ver:

Eleições Municipais – Carta aberta ABIH-SC;-3ª Edição da Revista ABIH-SC;-Reunião da Diretoria Executiva ABIH-SC;-Plano Odontológico – Dental Uni;-Sócio Colaborador – Elektro;-Manoel Linhares: acordos com Airbnb ou Ecad precisam ser nacionais;-Governo moderniza regras da aviação geral e melhora ambiente de negócios no setor;-Associado ABIHSC

Confira o informativo completo AQUI!

Manoel Linhares: acordos com Airbnb ou Ecad precisam ser nacionais

Respondendo sobre o acordo firmado entre a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de São Paulo (ABIH-SP) e o Airbnb, o presidente da ABIH Nacional, Manoel Linhares, afirmou que este tipo de parceria não pode ser firmado em âmbito estadual, pois – na opinião dele – enfraquece a luta que a entidade vem travando há alguns anos pela regulamentação da plataforma que oferece quartos e imóveis residenciais para turistas.

“Somos contra qualquer acordo que estadual venha a ser feito com o Airbnb ou com o Ecad”, afirmou o dirigente, citando duas grandes bandeiras levantadas pela sua gestão. “As ABIHs estaduais são independentes, mas não concordamos com o acordo. Tivemos uma reunião ontem e outros presidentes também se manifestaram de maneira contrária”, complementou.

Linhares lembrou os motivos de se colocar contra o acordo. Segundo ele, a hotelaria segue pagando uma alta carga tributária, o que não ocorre com essas plataformas. Além disso, ele cita a segurança, que se inicia com os dados colhidos durante o check-in. “A hotelaria gera 1,1 milhão de empregos diretos e indiretos no Brasil. Isso não corre com o Airbnb”, destacou.

Outro lado

O Mercado & Eventos ouviu também o presidente da ABIH-SP, Ricardo Roman Jr. O dirigente ressaltou que os termos do acordo serão ainda levados ao conhecimento da ABIH Nacional, mas que as ações já tiveram início e irão beneficiar os hoteleiros paulistas. “Foi um acordo feito pelos hoteleiros de São Paulo. E hoje já existem outros hotéis na plataforma do Airbnb”, disse.

Roman Jr explicou ainda que dentro da plataforma do Airbnb haverá uma área específica para hotéis. “É mais um canal de distribuição para a gente. Além disso o acordo de cooperação mútua tem outros pontos que beneficial a todos nós”, esclareceu.

Nota oficial

A ABIH Nacional enviou uma nota oficial sobre o acordo, na qual afirma que recebeu a notícia do acordo com a associação paulista com insatisfação. “A ABIH Nacional informa que não endossa acordos unilaterais celebrados sem a sua anuência, tendo em vista que as ABIH’s estaduais devem observar as diretrizes da entidade nacional”, diz o texto.

A nota continua dizendo que “assuntos de relevância nacional devem necessariamente observar o mesmo direcionamento da ABIH Nacional”.  A entidade afirma que “por serem de grande relevância, com amplas discussões inclusive pelo Congresso Nacional para sua regulamentação e/ou mudanças, eles devem contar com as diretrizes e com as políticas adotadas pela ABIH Nacional”.

Fonte: Mercado & Eventos

CARTA ABERTA Referente: Eleições municipais

A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DE HOTÉIS DE SANTA CATARINA – ABIH-SC é uma entidade sem fins lucrativos, cuja preocupação é o desenvolvimento do Setor Turístico no Estado de Santa Catarina, de modo que, em seus 55 anos de existência, não mediu esforços para impulsionar o turismo e a hotelaria catarinense, unificar pleitos junto ao governo, amparar e defender os legítimos interesses da categoria.
Considerando a proximidade das eleições municipais, e tendo em vista o importante papel dos futuros eleitos (prefeito, vice-prefeito e vereadores) nos Poderes Executivo e Legislativo de cada cidade catarinense, é que a ABIH-SC, manifesta publicamente sua preocupação, e CONCLAMA a todos os seus associados, bem como, a todos os cidadãos catarinenses, a considerarem:
Em todo esse período de existência da entidade, ficou muito evidente, para os seus gestores, a importância de políticas públicas para o desenvolvimento do setor do turismo, independente da esfera de governo (federal, estadual ou municipal). 
É preciso considerar que o turismo é o setor econômico que responde por parte significativa da renda de muitos municípios no estado de Santa Catarina.  Neste período de retomada econômica pós pandemia, as cidades precisam investir na sinalização turística atualizada e ou adequada, valorização do patrimônio cultural e arquitetônico, no turismo regional, necessitando de meios de hospedagens, opções de lazer e entretenimento, além de boas condições de acesso, transporte e saneamento básico.
Governos começaram e se encerraram, e muito pouco contribuíram para o setor do turismo, sendo que este representa 12% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual, mediante o recolhimento de tributos. Fornece emprego para mais de 300.000 cidadãos de forma direta e indireta, além de gerar uma receita mínima de R$ 33 bilhões, levando em conta ocupação hoteleira, visitação à atrativos e realização de feiras e eventos.
Nesse contexto é que surge o propósito da presente carta, no sentido de CONCLAMAR a todos os associados, bem como, a todos os cidadãos catarinenses, a apoiarem candidatos que estejam comprometidos com a causa do turismo e que apresentem propostas concretas em seus respectivos planos de governo.
Todo o poder emana do povo e, somente com a união de nossas forças, é que alcançaremos os nossos objetivos.

Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Santa Catarina

Osmar José Vailatti

Diretor- presidente

Governo moderniza regras da aviação geral e melhora ambiente de negócios no setor

Programa Voo Simples define o alinhamento de normas brasileiras a padrões internacionais e proporciona o aumento da conectividade no país.

Uma cerimônia realizada nesta quarta-feira (07.10) no Palácio do Planalto, em Brasília, marcou o lançamento do Programa Voo Simples, que reúne 50 medidas voltadas a melhorias na aviação geral. A iniciativa, desenvolvida pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e o Ministério da Infraestrutura, envolve ações como a simplificação de procedimentos, o alinhamento a regras internacionais, o aumento da conectividade e o fomento a um novo ambiente de negócios, mantendo os níveis de segurança exigidos.

Ao discursar, o presidente Jair Bolsonaro elogiou a atuação de ministros no enfrentamento a impactos da pandemia e previu avanços no aproveitamento do potencial do país. “Ajudamos muita gente, bem antes e durante a pandemia, com socorro a redes de hotéis, restaurantes, pequenas e microempresas. A Amazônia, conversei há poucos dias com um corajoso empresário que montou um barco-hotel flutuante na Amazônia, e agora, com esse programa, vamos facilitar a vida de quem quer ir para lá”, apontou.

O programa também prevê a simplificação de exigências a empresas de táxi-aéreo, equilibrando a regulação de modo adequado ao tamanho de cada uma. A ideia é permitir que novos operadores de pequeno porte entrem no mercado, de forma que, com um custo mais baixo, elevem a oferta de mobilidade em áreas menos atendidas. O Voo Simples proporciona ainda a desburocratização de processos para a fabricação, a importação ou o registro de aeronaves, garantindo mais agilidade à prestação de serviços.

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, que acompanhou a solenidade, destacou a importância de aprimoramentos no setor aéreo para a expansão do mercado de viagens nacional, especialmente no cenário pós-pandemia. “Definir melhores condições para quem atua nesse segmento favorece não apenas a retomada do desenvolvimento econômico, mas também contribui para que o turismo continue crescendo e resgate a sua grande contribuição à geração de divisas, emprego e renda a milhares de brasileiros”, observou.

Também presente, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes, garantiu empenho do governo federal por avanços no mercado de aviação. “Esse programa se alia a outras iniciativas para tentar incrementar a aviação no Brasil. Devemos leiloar, até o final do governo do presidente Bolsonaro, mais 42 aeroportos, e tenho certeza que esses leilões serão um grande sucesso. Vamos transformar a aviação civil brasileira e aproveitar o enorme potencial que nós temos, fazendo com que o brasileiro voe mais”, declarou.

ALTERAÇÕES – Durante a cerimônia, foram revogados decretos sobre Sistemas Integrados de Transportes Aéreo Regional. O SITAR permitia a divisão do país em regiões onde empresas podiam explorar apenas rotas de baixo e médio potencial. Porém, desde 1991, houve o fim de restrições geográficas ao setor, eliminando a validade do texto. Também foram abolidos decretos que definem procedimentos pormenorizados para que o dono ou o comandante de aeronave estrangeira solicite autorização de pouso ou sobrevoo no país.

Com isso, órgãos envolvidos no processo de permissão de entrada e sobrevoo no território nacional poderão aprimorar práticas, racionalizar processos, eliminar formalidades desnecessárias ou desproporcionais, reduzir o tempo de espera para a emissão de autorização e adotar novas soluções tecnológicas destinadas à prestação de serviços. Ainda no evento, entre outras iniciativas, houve a revogação de portaria que trazia regras já contidas em outros dispositivos legais, como o Código Brasileiro de Aeronáutica e a Lei do Aeronauta.

Fonte: Mtur