Lives da Semana

A semana foi de inúmeras lives! Separamos a gravação de algumas delas para que você possa assistir no seu tempo, analisar e aproveitar o melhor delas para o seu negócio.

Como a hotelaria independente esta enfrentando os impactos da COVID-19

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Manoel Cardoso Linhares

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Protocolos e procedimentos de limpeza e higienização dos hotéis no pós COVID-19

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Maria José Dantas

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Como a Nobile e a Ameris analisam as oportunidades no pós COVID-19

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Roberto Bertino, CEO da Nobile Hotéis

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Os processos de lavanderia em tempos de COVID 19

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Camila Kirihara – Diversey

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Três em cada quatro hotéis brasileiros devem retomar atividades em junho e julho

Pesquisa do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil apontou ainda que 63% dos hotéis permaneceram fechados na última semana de maio.

Um levantamento realizado pelo Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB) apontou que três em cada quatro empresários do setor de hospedagem devem retomar suas atividades nos próximos dois meses. Segundo o estudo, 37,2% deles revelaram que pretendem reabrir suas unidades ainda em junho. Outros 37,1% indicaram o mês de julho para o reinício. Ao todo, foram entrevistados 884 hotéis nos 26 estados do país, entre os dias 25 e 31 de maio.   

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, destacou que a reabertura dessas unidades será um dos primeiros passos para a retomada do setor. “Já vemos o retorno gradual de alguns segmentos do turismo brasileiro, como o aéreo e a reabertura de algumas cidades pelo país. Nada mais justo que a hotelaria, também, entre nesse planejamento para o seu retorno, tomando todos os cuidados possíveis para a segurança e saúde dos hóspedes e funcionários”, afirmou.

Para o presidente do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil, Orlando de Souza, é fundamental que se possa iniciar as aberturas dos hotéis o mais rápido possível. “Estamos em um cenário em que não há receitas, mas as despesas continuam. Dar início às reaberturas é fundamental para começarmos a criar uma perspectiva de início de volta às operações”, pontuou. 

Ainda de acordo com o estudo, na última semana de maio, 63% das unidades hoteleiras estavam fechadas no país. Florianópolis, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Curitiba foram as cidades com os maiores percentuais de locais fechados. Por região, o Sul e o Nordeste foram o mais afetado, com 76% e 71% de seus hotéis fechados, respectivamente. 

SELO – Em maio, o Ministério do Turismo lançou um selo de biossegurança que busca chancelar as atividades turísticas que assegurarem o cumprimento de, por exemplo, requisitos de higiene e limpeza para prevenção da Covid-19. Estão previstos protocolos de boas práticas, que buscarão ser segmentados de acordo com as especificidades de cada um dos setores atendidos, como meios de hospedagem, agências de turismo, locadoras de veículos, transportadoras, parques temáticos, casas de espetáculo, guias de turismo. 

Fonte: Mtur

We Do lança movimento que eleva Santa Catarina como marca de Destino de Casamento

Quando o vírus mais democrático do mundo, assola nossas vidas, é que nos vimos avaliando cenários e revendo conceitos de mundo. Foi assim com o We Do, quando estávamos impossibilitados de trazer os membros pra perto, foi que saímos da caixa para pensar em formas de aproximar os sócios dos seus clientes finais.

Assim nasceu o “Santa Catarina É Pra Casar”, um projeto que já começou com sessenta profissionais de distintos nichos do mercado de eventos sociais, com apoio da SANTUR, ABIH_SC e CBV (Convention Bureau) acordando os próximos passos, para juntos desvendarmos uma OPORTUNIDADE única e que está no momento exato de ser explorada: união dos profissionais para criar a marca, Santa Catarina.

Esse movimento é o mapa da mina, hora de dar o próximo passo e é simples, daqui em diante somente membros do WE DO WEDDING CLUB seguem no projeto, pois acreditamos que existem coisas que para funcionarem precisam ser tratadas em grupo fechado.

Hora de nos articularmos! Iniciamos o projeto e temos de um lado fornecedores de alto nível se preparando e de outro, hotéis vislumbrando aqui ótimas parcerias, assim, juntos vamos organizar nosso próprio modelo de destination wedding e divulgarmos internacionalmente. Nosso encontro com a Belief Wedding Creator, é uma troca de figurinhas, afinal com membros em 30 países, alguns em estágios diferentes de retomada, alguns já se preparando para voltar a realizar sonhos, vamos trocarmos idéias de como as coisas acontecem em outros países e quem sabe adaptarmos aqui, em Santa Catarina.

Em seguida vamos simular cenários e começar a identificar qual sócio pode e tornar-se parceiro de qual Hotel.

O WE DO apresentará aos hotéis os fornecedores mais preparados e de acordo com cada região, novos produtos nasceram desse projeto e estes produtos serão o fruto do MOVIMENTO, Santa Catarina É Pra Casar!

O Recado que juntos temos que passar em nossa mídia numa só voz, é: Corre pra Santa Catarina!

Fonte: WeDo

Entendendo a relação Eventos Internos & Eventos Externos para os meios de hospedagem

Em primeiro lugar, este artigo é pra você que tem meio de hospedagem, independente se possui espaço, trabalha ou não com eventos.

Porque essa abrangência?Por que os eventos fazem parte de uma cadeia ampla de fornecedores. Simbolicamente, podemos dizer que é como uma peça teatral que possui inúmeros atores e cenários, e o meio de hospedagem desempenha um papel importante nisso tudo. E nem sempre como cenário. 

É importante o entendimento do mercado, de que a essência dos meios de hospedagens normalmente é tratar a hospedagem como fator principal do seu negócio. Assim, nem todo meio de hospedagem terá espaço para eventos, mas com certeza terá um lugar para que as pessoas envolvidas nos eventos possam descansar, tomar um bom banho, dormir e tomar um delicioso café da manhã, para alguns, até mesmo a pensão completa.

Tudo aqui então depende do formato do seu meio de hospedagem e do que você deseja trabalhar nele.

O mercado está mudando, há pouco, vimos hotéis transformando quartos em ambientes de trabalho. Criatividade e principalmente um olhar para o que o cliente está desejando e no que o seu hotel ou pousada pode atender.Eventos internos, ainda que não saibamos quando estarão liberados, poderão sofrer alterações em termos de quantidade de pessoas, disposição de mobiliário.

Há uma demanda reprimida que está em contato conosco diariamente para saber quando e qual hotel já está se organizando para isso.Formato, tamanho, quantidade de pessoas e novos protocolos de segurança e higienização. 

O mercado de casamentos por exemplo, está sofrendo inúmeras alterações, por isso, vários estudos e projetos estão sendo elaborados para que todos envolvidos neste segmento, que inclui hotéis, tenham informações e principalmente sejam fonte de informações estruturais para que se pense na captação de eventos, na capacitação dos envolvidos e no quanto isso se tornará rentável para todos.Ser atrativo como cenário é interessante para o meio de hospedagem, e demanda uma organização interna e a estratégia de ocupação, levando em consideração muito mais do que quantidade de quartos e valores. É sabido que atividades extras ao negócio de hospedagem interferem na operação, mas é momento de olhar para o negócio e pensar em alternativas.

Muito se fala em entender o público. Este entendimento não é mais feito após o hóspede fazer o check out. Este entendimento ( e agora mais do que nunca precisará acontecer), começa na reserva, acontece durante a estadia e é avaliado no final.

 O papel da cadeira de eventos da ABIH-SC e de todas as associações e entidades envolvidas é tornar esse diálogo mais simples, próximo e objetivo. Promover um entendimento que levante características e demandas de cada meio de hospedagem envolvido. Iniciativas como We Do Wedding Club que é o Clube de Networking e rodada de negócios para fornecedores de Eventos Sociais, as ações de planejamento da Agência de Desenvolvimento do turismo de Santa Catarina- Santur, dependem também da qualidade das informações que disponibilizamos enquanto parte do processo do turismo, uma parte importante, pois sabemos quantos eventos são fechados levando em consideração os meios de hospedagens da região, bem como quantos hotéis são escolhas para o sonho de quem quer ter momentos eternizados neste estado que oferece múltiplas atrações naturais.Existem alguns projetos em andamento por exemplo que partem do que o meio de hospedagem quer oferecer: hospedagem? cenário? apenas acomodação por um dia? espaço para cerimônia externa? Esta semana foi enviada uma pesquisa para entendermos a realidade dos meios de hospedagem em Santa Catarina.

Caso não tenha recebido, basta clicar aqui e responder.Vivemos um momento onde dados e informações são determinantes para a sobrevivência dos negócios! E novas oportunidades estão abertas!

Converse conosco!

eventos@abih-sc.com.br

Lara Perdigão 

Relações Públicas

48-991062521

5 Dicas para a Estratégia de Retomada dos Hotéis Independentes

O COVID-19 já teve um grande impacto na indústria hoteleira e trouxe uma enorme quantidade de incertezas. A prioridade, após plano de contingência que envolveu jurídico, financeiro e RH, será a segurança de hóspedes e colaboradores. Mas logo em seguida, o foco será no comportamento de compra e estratégias comerciais que permearão a retomada. E para tomar decisões assertivas será preciso se manter sereno e confiante.

Seguem 5 dicas que podem ajudar nesse momento:

Dica 1 – Segure firme e não seja o primeiro a baixar os preços.
Na crise financeira de 2008 os hotéis que fizeram dramáticas quedas nos preços tiveram um tempo muito maior de recuperação de Diária Média. Ou seja, quem baixa (despenca) tarifas primeiro, é o último a se recuperar. A demanda vai voltar aos poucos, mas o faturamento vai exigir decisões estratégicas ao longo do período. Entrar em pânico com dumping de preços só vai levar seu destino inteiro para baixo. Por exemplo, não precifique o final de 2020, muito menos 2021, com a cabeça de Maio e Junho, por exemplo. Precificação é um processo racional. Em pânico, suas decisões podem ‘jogar’ contra você mesmo no futuro.

Dica 2 – Dados diários são a nova Ordem Mundial
Para tomar decisões mais assertivas, minimizando erro (até porque não haverá margem), monitore de perto o mercado, analise dados diariamente, e tome decisões para curto prazo. Trabalhe com promoções pontuais, mas proteja sua tarifa pública e mantenha os preços de longo prazo estáveis. Exemplo: Uma promoção de 20% para seu mailing de clientes fiéis em um período determinado é uma estratégia. Já um desconto de 60% até o final do ano sem nenhum critério, é desespero.

Dica 3 – Amplie sua oferta de Valor
Com menos demanda e concorrência baixando preços, oferecer melhor valor aos possíveis clientes pode lhe garantir um bom market share. Ofereça descontos e/ou mais benefícios de forma privada como: programas de fidelidade, mailing segmentado, código no seu site, hóspedes fiéis/habitués, para pagamento antecipado, recompra, etc. E não esqueça que o mercado doméstico retorna primeiro, então aposte na comunicação e promoção para seu mailing segmentado geograficamente. Exemplos de benefícios: café da manhã, estacionamento, translado, upgrade, early check-in, late check-out, etc. Seja criativo aqui!

Dica 4 – Gerencie com sabedoria os cancelamentos
Os hotéis não são companhias de seguros, e precisamos que os clientes percebam que é uma situação muito difícil para todos. Abrir mão da sua tarifa não reembolsável agora, não quer dizer que ela precisa desaparecer para sempre. Vá acompanhando o mercado constantemente. Em tempos difíceis, as pessoas se aproximam, e agora é a hora de humanizar as relações. É hora de conversar / negociar tudo com todo mundo, clientes, fornecedores, intermediários…todos!

Dica 5 – Não basta ser o mais limpo e seguro
É preciso comunicar! Em breve, protocolos de higienização serão commodities, e será o mínimo para você estar no mercado. Se um hotel posta nas suas redes que esteriliza todas as superfícies 5 vezes ao dia e o outro não informa nada, onde nos sentiremos mais seguros? É preciso tirar a ansiedade do cliente, implementando um toque pessoal na comunicação, tranquilizando-os e informando-os que você está no controle e sabe o que está fazendo. Use seu site, mídias sociais e newsletters. Em resumo, a moeda do futuro de médio prazo será Confiança, Reputação e Transparência. Sigamos confiantes, com os pés no chão, e trabalhando com afinco para garantirmos nosso passaporte para o futuro.

Por Gabriela Otto

GO Consultoria

gabriela@gabrielaotto.com.br

O Hotel na palma da sua mão

Nesta época de pandemia o distanciamento social é uma forma de evitar o contagio. Mas como fazer isso na hora do check-in?

Acompanhando os protocolos desses tempos do Covid-19, quando o distanciamento social também ajuda a evitar o contágio, a ALFA TECNOLOGIA  e  HSPOT apresentam ao mercado a  FNRH Online ( Ficha de hospede online ). Acessível através de um QRcode próprio ou pela internet, a inovação permite ao hóspede preencher o documento no celular.

Depois de preenchida sem necessidade de papéis, a ficha cadastral online é baixada na plataforma HSPOT para seus dados serem impressos ou exportados para o PMS do hotel. Dessa forma, agiliza o processo de check-in e reduz o contato do hóspede com o funcionário da recepção.

Juntamente com essa novidade tecnológica, a HSPOT está disponibilizando aos hotéis ou redes hoteleiras um sistema de pesquisa de satisfação online, muito menos invasiva. E em breve, vem mais novidade ao mercado Hoteleiro.

Na próxima semana a ALFA HSPOT estarão lançando uma solução que propiciará ao hóspede a possibilidade consultar cardápios e fazer pedidos de café da manhã também pelo celular.

ALFA HSPOT sempre inovando para atender cada vez melhor o mercado hoteleiro.

Chame a ALFA e conheça todas as vantagens aos associados da ABIH SC.

Para mais informações entre em contato com a ALFA.

www.alfatecnologiame.com.br

Acir Bachmann Cordeiro 

E-mail: acir.cordeiro@alfatecnologiame.com.br

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